Programa Minha Calçada já vistoriou quase 15 mil endereços

Programa partiu do Centro da cidade, sendo irradiado para os bairros  Foto: Samuel Maciel/PMPA

Programa partiu do Centro da cidade, sendo irradiado para os bairros Foto: Samuel Maciel/PMPA

Quase 15 mil calçadas já foram fiscalizadas pelas equipes da Prefeitura, nos dois anos de implantação do programa Minha Calçada. Segundo o responsável pela área na Secretaria Municipal de Urbanismo, Carlo Thayso Bueno de Farias, desde 2011, quando o programa ainda era vinculado a Secretaria Municipal de Obras e Viação (Smov), foram notificados, por Edital, 14.276 imóveis, incluindo os listados no último Edital, publicado em 08/04/2013. “Foi constatado que em 4.507 imóveis havia algum tipo de problema e que 3.432 imóveis atenderam ou atendem totalmente à legislação vigente”, explica. No total, até o momento, foram autuados (multados) 315 imóveis.

O Edital mais recente, publicado em abril, compreende três bairros: Bom Fim, Moinhos de Vento e Menino Deus. No Bom Fim, o edital englobou todas as ruas dentro do quadrante compreendido entre as avenidas Independência, Goethe, Osvaldo Aranha e Rua Sarmento Leite. Já no bairro Menino Deus, incluiu as ruas do quadrante das avenidas Ipiranga, Pde. Cacique, Azenha e rua Miguel Couto. No Moinhos de Vento, abrangeu as ruas do quadrante entre as avenidas Cristóvão Colombo, Goethe e as ruas Bordini e Casemiro de Abreu.

O próximo edital ainda não tem data para ser publicado. Mas Carlo Thayso explica que o programa partiu do Centro da cidade, irradiando para os bairros no sentido norte-noroeste e sul-leste. “A idéia foi ir abrindo, como um leque, até atingir toda a cidade”, compara. Ele diz ainda que, no caso das calçadas existentes e com defeito, é exigida apenas a correção, no mesmo padrão já existente. Já no caso de calçadas novas, é necessária a pavimentação com basalto regular rejuntado com cimento, conforme padrão estabelecido. Em qualquer dos casos, fica vedada a colocação de canteiros e outros bloqueios de calçadas, caso dos chamados “fradinhos”, por exemplo, já que “estas benfeitorias podem colocar em risco as pessoas com deficiência”, justifica Thayso.

Prefeitura de Porto Alegre



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5 respostas

  1. A qualidade placa mostra a qualidade da administração pública. 🙂

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  2. Acho que a mudança tem de ser radical com o emprego de novas tipologias de pavimento mais modernas, resistentes e especialmente esteticamente bonitas. Algo que embeleze, agrade aos olhos, como se vê em milhares de cidades ao redor do mundo. Tome-se Portugal o coitadinho da Europa que tem excelente padrão de calçamento em suas cidades, os caras poderiam ir lá aprender para fazer algo melhor por aqui. Recolocar estas porcarias de placas cinzentas, materiais pobres e podres, a meu ver não é o ideal. Porto Alegre está muito orientada para a miséria. As ruas do centro mereciam o melhor material possível, algo mais nobre mesmo com custo mais alto, afinal são estas artérias do coração da urbe que mais contribuem para formação de sua imagem.

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  3. Em minha rua, ao colocar um poste de iluminação, como o buraco ficou pequeno, salta o bloco de assento de concreto para fora do nível da calçada. Ou seja o serviço é mal feito, bem pago, e sem controle de qualidade. Veja rua Cel. Vicente 573.

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  4. Tem que vistoriar as calçadas que são refeitas por essas empresas terceirizadas, quando destroem tua calçada pra colocar canos, e depois arrumam igual a cara deles….

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  5. E a rua da praia??

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