Freeway pode ter 4 faixas de Porto Alegre a Gravataí

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Jornal Metro – Porto Alegre – 26/06/2013



Categorias:Meios de Transporte / Trânsito

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44 respostas

  1. E de enjambra em enjambra, vai-se transformando o país num troço horrendo, sem urbanismo, sem paisagismo, apenas os puxadinhos mal-feitos para por band-aid em fratura exposta. E ainda tem quem aplauda…

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  2. Eu não sou comunista e muito menos do PT (não se ofendam). Mas um dos erros históricos do Brasil foi ter simplesmente erradicado o transporte ferroviário de passageiros. E por isso que uma ferrovia POA-litoral norte por exemplo, não sai do papel. Porque a pressão econômica da troika petróleo-gasolina (postos de combustíveis)- carros (anfavea-fenabrave) é muito grande.
    off: a desoneração sobre os combustíveis incidiu sobre o transporte aquaviário também, será que a Ouro e Prata (Catsul) vai baixar o preço da passagem do catamarã ?

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  3. Por que não uma faixa de onibus?

    Acho que na free way cairia bem…

    Onibus, vans, taxis entre outros desse tipo….

    Um trêm tambem cairia muito bem…

    E uma faixa a mais tambem… mas que desse direto em Gravatai

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  4. (continuação do assunto trem até o litoral)

    Olha Rogério, se precisar de beijinho no pescoço do governador até eu faço!

    Mas falando sério. Sobre as desapropriações, tô pra te dizer que em boa parte nem desapropriar precisaria, pois os trilhos poderiam correr junto com a faixa de domínio da própria Free-Way.

    E de usar a energia elétrica proveniente do parque eólico, nem tinha pensado nisso. Excelente idéia!

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    • As estradas cobram “direito de passagem” de linhas de transmissão de energia e de fibra óptica. Isso dá tanto dinheiro que muitas empresas fazem essas linhas para alugar, mesmo sem ter cliente garantido.

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    • Não pode ser sério isso que vocês tão falando.

      Fazer uma ferrovia que custa bilhões de reais pra beneficiar meia duzia de pessoas que querem morar em seu terreninho na praia e trabalhar na capital? Então devemos fazer ferrovias partindo de todas as regiões do estado pra que todos possam ter o seu direito de trabalhar na capital. Façam um cartaz e vão na manifestação hoje, pedindo um trem saindo da frente da casa do senhor Antenor Pagliani, morador de Anta Gorda, que sonha em trabalhar na Carlos Gomes, e para isso ele precisa de um trem de alta velocidade.

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      • Não querido, não vai ser pra beneficiar meia dúzia de pessoas.

        É pra transportar cargas também, barateando a comida que tu compra no mercado e se apavora a cada dia que aumenta de preço.

        E quando o preço do petróleo disparar, tu vai se apavorar mais ainda.

        Pensamento pequeno hein….

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        • Alex, não é só isto, as pessoas que morassem na praia viriam de trem e utilizariam o transporte público, logo o trânsito da cidade melhoraria e diminuiria a pressão de novas vias e viadutos.
          .
          Quanto a questão do transporte de carga já há uma demanda para transporte de grãos, com a facilidade e menor preço poderíamos baratear o transporte, por exemplo de automóveis produzidos em Gravataí quando esta linha passasse das fronteiras do estado.
          .
          O problema é que tanto o José como outros acham que uma linha deste tipo só serviria para ricos que tivessem casa na praia, porém esquecem que tem um monte de d=pessoas que moram nas outras cidades da grande Porto Alegre e perdem horas para vir até aqui, estes poderiam melhorar suas casinhas na praia e adotar o transporte por este meio.
          .
          A única coisa que chamo a atenção que não se deve pensar em trens bala ou congêneres, pois nestes a passagem fica extremamente cara, o melhor é trens convencionais com alta velocidade (180km/h é uma velocidade razoável e não necessita linhas caras).

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  5. Posso estar enganado, mas o engarrafamento neste trecho não é causado pela falta de uma via adicional, mas por estrangulamentos e afunilamentos nas entradas e saídas da estrada.

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  6. Vi o pessoal comentando em outros sites de uma alternativa interessante pra quem mora em Cachoeirinha, Gravataí e Alvorada: levar o pedágio de Gravataí pra perto da PRF. Assim, o pessoal de Gravataí não ferra o trânsito de Cachoeirinha (no verão, especialmente) e compensa a arrecadação pegando o pessoal que vem pela 118.

    Mas independente, sou contra prorrogação do contrato de concessão. É 2017 e deu!

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  7. Sei não, não vai resolver muita coisa…..

    As pessoas de Cachoeirinha, Gravataí e Canoas continuarão indo de carro pra Porto Alegre. E não há Castelo Branco, Avenida dos Estados, Perimetral ou Assis Brasil que aguente tanto fluxo…

    Tem que pensar em outra solução. Só fazer os BRTs metropolitanos não sei se vai adiantar muito…..

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    • Alex, nada impede que tenha linhas que entrem nessas cidades, ficaria simplesmente uma extensão da linha principal, teríamos um metrô de superfície. A vantagem disto é que o custo destas linhas secundárias seriam marginais, ou seja, só incrementaria no preço a variante!

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  8. Para variar, solução no transporte individual e não vai resolver nada sequer a médio prazo.

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    • Por um motivo simples: 21 km de “solução no transporte individual” custam 100 milhões e economizam 230 milhões anualmente dos “indivíduos” que usam esta solução.

      Pergunta: a palavra “individual” virou ofensa? Desde quando viramos um país de formigas em que devemos fazer tudo de forma coletiva?

      Eu conheço um regime de sociedade que quer fazer tudo de forma “coletiva”…

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  9. Bom, pelo menos a grana vem da Concepa e não do Poder Público.

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    • Adriano.
      .
      A grana vem sempre do mesmo lugar, do consumidor, seja via impostos, seja via pedágio, seja via qualquer coisa. Só não me venha dizer que a “livre iniciativa” é mais eficiente, no caso dos pedágios ficou claro para todos que a livre iniciativa foi extremamente mais eficiente……
      .
      em enfiar as mãos nos nossos bolsos e não deixar nada de melhorias!

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      • Rogério, a diferença é que a “grana da Concepa” vem apenas de quem usa a estrada, enquanto que a “grana do Poder Publico” vem de todos os pagadores de impostos, não importa se usuários ou não da rodovia.

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        • Eduardo.
          .
          Pequeno detalhe, TODOS USAM, não sabes que o pedágio para caminhões está quase o equivalente em preço que o combustível.
          .
          Quer dizer que quando compras uma coisa, tu verificas se a carreta não passou pela Freeway?
          .
          Estas simplificações apressadas é que matam o nosso país!

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      • Qual rodovia publica no RS que estejam falando em construir uma quarta faixa? Ou, se queres uma terceira faixa? Ta bom te dou uma colher de cha, que tenha duas para cada lado? Pois e’ !

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    • Se a gente esperar pelo Poder Público, ficaremos sem nada. O problema é que ainda não entenderam que para acontecer alguma coisa tem que liberar para a iniciativa privada.

      Projetos não faltam, mas por mera burrice eles não são executados.

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      • José, me diga o que a excelente “iniciativa privada” fez de investimentos nos antigos pedágios! Tiveram algumas que gastaram mais de 60% em administração, o resto foi uma conservação precária que obrigará o recapeamento da maior parte das estradas em menos de dois anos.
        Ah, havia esquecido de uma coisa, tinha guincho! (meu seguro também).

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        • É só comparar uma rodovia que é pedagiada com uma que não é. Simples.

          Pago tranquilamente 5 reais pra andar numa rodovia que não estrague minhas rodas com buracos.

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  10. Solução paliativa. Não vai resolver em nada e no futuro vai continuar congestionada. E daí vão fazer o que? Construir uma pista sobre as outras? Três andares de pistas?

    Tem é que ser feita uma rota alternativa. Há estudos para uma pista paralela até Novo Hamburgo. O problema é que falta boa vontade dos orgãos públicos.

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    • José, um trem convencional, sem muita bobagem, pode viajar a 180km/h, se já há mercado para oito pistas, não haveria para duas linhas de trem?
      .
      Chamo a atenção que as condições topográficas são as IDEAIS para uma linha de trem, sem a necessidade de grandes viadutos e túneis que encarecem este, meio de transporte.
      .
      Se o governo do estado, tivesse uma mínima iniciativa, poderia começar um projeto deste tipo que numa primeira etapa poderia ir somente até Tramandaí, por exemplo, para depois ir até Florianópolis.
      .
      Vem mais dinheiro para a mobilidade e transporte público, quem tiver o projeto ganha.

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      • Também é uma solução válida. Mas teria que ver se realmente vale a pena. Acho que trem para passageiros não tem muita utilidade. Deveria ser priorizado o transporte de carga, antes de passageiros. Até porque, qual a demanda para Tramandai, por exemplo?

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        • Nada impede que a linha sirva tanto à trens de carga quanto à trens de passageiros. Nas linhas da CPTM em São Paulo por exemplo, o metrô de superfície divide os trilhos com trens de carga.

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        • José. Tem um monte de pessoas que tem casas melhores nas prais que na cidade, poderiam vender seus imóveis aqui e ir morar na praia. Uma linha de trem convencional, como sugeri acima pode e deve ter trens de carga (não tinha visto que o Guilherme já havia comentado isto). Somente o transporte de grãos que existem nesta região, já justificaria um transporte de cargas mínimo, a medida que se disponibiliza condições de transporte barato de mercadorias, naturalmente empresas seriam atraídas para a região.

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        • Além de desenvolver o litoral o ano todo, ainda melhoraria as condições de qualidade de vida na capital e RM, onde muita gente iria se mudar pra lá!

          Imagina, um trem a 180Km/h (com algumas paradas) levaria em torno de 40 ~50 minutos de Poa a Tramandaí. É o mesmo tempo que se leva pra percorrer 3 km dentro da cidade….

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        • Alex, e tem mais, nos meses de verão o sujeito alugaria a casa e ia passar o verão noutro lugar a custo zero.
          .
          A ideia é tão óbvia, mas os tacanhas dos nossos governos do estado (a ideia já existe ha mais de 20 anos), nem fazem um estudo de viabilidade.
          .
          Com todo este terreno plano, terras de fazendas com baixo custo de desapropriação, com os parques eólicos que poderiam movimentar este trem sem a necessidade de longas linhas de transmissão, com o novo dinheiro que será lançado pelo governo federal para transporte ferroviário, o que falta, um beijinho no pescoço do Governador?

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        • Continuando a thread mais abaixo….

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      • Exatamente! Um dos problemas dos trens na Europa é o trem passando a alta velocidade próximo a cidades e vilarejos. Note que a Europa inteira é formada por pequenas cidadezinhas e vilarejos.

        Um trem poderia seguir nessa velocidade até o final da linha…

        Note que todo ano há recapagem ou operação tapa-buraco na Free-Way, devido às cargas pesadas. Esse dinheiro sempre sai de algum lugar, no caso do nosso trabalho, seja no aumento do preço dos produtos finais, seja no aumento de impostos.

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  11. A construção de uma 4° faixa da freeway poderia ser uma boa, mas acho que o ideal para esse trecho seria uma via lateral para o trânsito local e metropolitano.

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    • Não acho que exista necessidade de uma via lateral, pois não há uma densa área urbana nas bordas da rodovia, diferente do que ocorre na BR 116.
      O que é necessário é a construção de mais acessos à BR 290: no mínimo um novo próximo à divisa entre Gravataí e Cachoeirinha, além de um upgrade da saída 84 (Av. Papa João XXIII em Cachoeirinha), que atualmente é apenas no sentido interior-capital. Essas duas obras relativamente simples desafogariam o trânsito nas cidades do vale do Gravataí.
      Outra melhoria possível seria a cobrança de pedágio proporcional ao trajeto percorrido. No entant, isso é um pouco mais complexo, pois exige a colocação de praças de pedágio em todas as entradas e saídas da estrada.

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      • Ou poderiam ser feitos como pardais e ou radares, que saberiam onde o carro entra e onde o carro saí na rodovia, e o pedágio é cobrado em casa, como se fosse uma multa. Poderiam talvez até acabar com as praças de pedágio.

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        • Guilherme.
          .
          Estás querendo que entremos no século XXI? É muito para cabecinhas vazias que planejam as nossas autoestradas (cabecinhas públicas e privadas)!
          Realmente, fazer uma pequena redução de velocidade, fotografar a placa, colocar num sistema único e quando o sujeito for sair mostrar quanto ele deverá pagar (para se ele tiver alguma dúvida ele possa reclamar imediatamente) é algo que a tecnologia atual faz e de forma barata e eficiente, inclusive diminuindo o custo operacional dos pedágios.
          .
          Isto é muito para eles, porém acho que devias mandar a tua proposta para a Concepa e para orgãos governamentais, pode ser que dê uma luz neles e implantem isto.

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  12. Porém uma pergunta? Uma linha de trem ao lado da Freeway (mesmo com quatro pistas) não seria desejável?
    .
    Importante, uma coisa não exclui outra, enquanto fosse feito o projeto (correto como deveriam ser todos), a solução das quatro pistas seria somente um alívio imediato.
    .
    Se não for procuradas soluções alternativas que não as dos automóveis, continuaremos como sempre, amplia, esgota, amplia, esgota,…..

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    • O governo deveria pensar nisso, para evitar que a Free way acabe como a BR 116 deveriam criar uma linha de trem regional ligando Porto Alegre à Tramandaí, ou ao menos fazendo com que essa faixa adicional fosse exclusiva para ônibus ou ao menos como as faixas estadunidenses de carona solidária (nessas faixas só são permitidos carros com 4 pessoas ou mais dentro, caso contrário paga multa, embora no Brasil fosse difícil fiscalizar isso, afinal as pessoas lacram seus carros com insulfilme escuro tendo a doce ilusão de que isso as protegerá de assaltos, mesmo que as custas de piorar a visibilidade do motorista).

      Porém a Concepa visa o lucro (não pensem que sou simpatizante do comunismo ou algo do gênero, não vejo o lucro como algo errado) e por ela, quanto mais carros melhor, mesmo que eu imagine que este trecho a ser quadruplicado não tenha pedágio.

      Como já disse, uma linha de trem Porto Alegre – Tramandaí ajudaria e muito a resolver os congestionamentos na Free way (principalmente em feriados e durante o verão) e para quem vem de Cachoeirinha e Gravataí, deveriam estender a linha do metrô pela Av Flores da Cunha e faze-la chegar em Gravataí. Mas o que vemos é o contrário, o boato de que a linha será encurtada em boa parte na Assis Brasil.

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  13. Vai ficar como a BR.

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  14. Simon, pelo menos uma notícia sobre algo que se quer construir. Se a prorrogação for proporcional ao investimento, pagando o que será investindo e dando um lucro razoável pelo investimento, por que não?

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