Nova ponte sobre o arroio Dilúvio já tem trânsito liberado

Estrutura de 80 metros dá acesso à Aureliano de Figueiredo Pinto   Foto: Ivo Gonçalves/PMPA

Estrutura de 80 metros dá acesso à Aureliano de Figueiredo Pinto Foto: Ivo Gonçalves/PMPA

Prefeito destacou importância da obra para a ligação entra a zona Sul e o Centro

A mobilidade entre a zona Sul e o Centro da Capital ganha mais fluidez a partir desta quarta-feira,17, com a liberação do trânsito na segunda ponte sobre o arroio Dilúvio, obra integrante do projeto de duplicação da avenida Edvaldo Pereira Paiva (Beira-Rio). A estrutura de 80 metros sobre a avenida Ipiranga, com 15 metros de largura, dá acesso à Aureliano de Figueiredo Pinto já utilizando o novo trecho da Beira-Rio na altura do Parque Marinha do Brasil.

O investimento de R$ 4,5 milhões inclui a construção da ponte e trecho de 300 metros com alargamento das pistas da avenida Ipiranga, entre as avenidas Borges de Medeiros e Edvaldo Pereira Paiva. “Essa obra é fundamental para adequar a capacidade da via à crescente demanda de mobilidade na ligação da zona Sul com o Centro, gerada pelo aumento expressivo na quantidade de veículos circulando”, enfatizou o prefeito José Fortunati, durante ato que marcou a liberação do trecho.

Segurança – A circulação já opera com sinalização viária instalada pela Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC), com semáforos contribuindo para a travessia segura dos pedestres. “A liberação do trecho entre a rua A e a Aureliano de Figueiredo Pinto traz grande benefício também para a segurança, pelo tráfego em faixa duplicada”, ponderou o diretor-presidente da EPTC, Vanderlei Cappellari.

O projeto de trânsito prevê conversões e retornos, tanto para a Edvaldo Pereira Paiva como para a Ipiranga. Quem trafega pela Edvaldo Pereira Paiva, direção Centro-bairro, poderá seguir reto na via ou acessar à esquerda na Ipiranga. No sentido oposto, também poderá seguir reto na via ou acessar à direita na Ipiranga. Quem trafega pela Ipiranga poderá acessar a Edvaldo Pereira Paiva, nos dois sentidos de circulação da via.

A obra na ponte foi executada pelo consórcio vencedor da licitação, EPT – Procon, com fiscalização da Secretaria Municipal de Obras e Viação (Smov). O ato de entrega do projeto foi acompanhado pelo titular da Smov, Mauro Zacher, e pelo secretário de Gestão, Urbano Schmitt.

Projeto de mobilidade urbana – A segunda ponte sobre o Dilúvio faz parte de uma das principais obras de mobilidade urbana da Capital. A duplicação da Edvaldo Pereira Paiva compreende quatro trechos, somando 5,3 quilômetros. A primeira fase inclui os dois primeiros trechos e tem 1,38 quilômetro de extensão. O terceiro trecho se inicia na altura da pista de skate do Parque Marinha do Brasil e segue até a avenida Pinheiro Borda. O investimento total é de R$ 94 milhões. A obra completa, incluindo a quarta etapa entre a Aureliano de Figueiredo Pinto e a Usina do Gasômetro, inclui três pistas em cada sentido, rótulas, ciclovia, ponte sobre o Dilúvio e viaduto na avenida Padre Cacique, além de ciclovia paralela ao Guaíba. A previsão de conslusão é maio de 2014.

Outra obra de qualificação do transporte na região é a construção do corredor BRT na avenida Padre Cacique, com extensão de dois quilômetros.

Prefeitura de Porto Alegre



Categorias:Duplicação de avenidas

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3 respostas

  1. Hoje vim para o trabalho de carro por ali. Conforme o esperado, a velocidade média está altíssima com a auto-estrada disponível, mas havia um pardal perto da nova ponte.

    Obviamente meus colegas estão todos acusando a EPTC de querer “ganhar dinheiro”. Afinal, nosso trânsito não é violento e velocidade não tem relação com isso né.

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  2. Logo logo, as pessoas poderiam ir voando até o congestionamento da Icaraí e Wenceslau em vez de parar na beira-rio e borges.

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  3. Alguém sabe qual o prêmio recebido pelo ex-presidente da PROCEMPA ?

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