Empresas de ônibus ingressam na justiça contra a Prefeitura de Porto Alegre

Os empresários contestam o fato da administração municipal não ter recorrido da decisão liminar que rebaixou o preço de R$ 3,05 para R$ 2,85 e por ter aceitado os cálculos do Tribunal de Contas do Estado | Foto: Ramiro Furquim/Sul21

Os empresários contestam o fato da administração municipal não ter recorrido da decisão liminar que rebaixou o preço de R$ 3,05 para R$ 2,85 e por ter aceitado os cálculos do Tribunal de Contas do Estado | Foto: Ramiro Furquim/Sul21

A Associação dos Transportadores de Porto Alegre ingressa nesta quarta-feira (23) com uma ação contra a Prefeitura de Porto Alegre pedindo indenização pela redução da tarifa de ônibus. Os empresários contestam o fato da administração municipal não ter recorrido da decisão liminar que rebaixou o preço de R$ 3,05 para R$ 2,85 e por ter aceitado os cálculos do Tribunal de Contas do Estado. O prejuízo acumulado, de acordo com as empresas, até o momento, é de R$ 26 milhões. De acordo com a ATP, R$ 20 milhões seriam dos três consórcios privados e outros R$ 6 milhões da Carris, empresa pública.

A ação é assinada pelo advogado Léo Iolovitch, do Escritório Brossard Iolovitch Advogados Associados. O pedido tem como base um estudo contratado junto à Fundação Empresa Escola de Engenharia da UFRGS que questiona a fórmula usada pelo TCE para calcular a tarifa. Para os técnicos da universidade responsáveis pela análise, a frota reserva deve ser considerada na equação, ao contrário do cálculo feito pelo tribunal.

Com informações do Blog do André Machado

SUL 21



Categorias:onibus

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20 respostas

  1. O problema e’ que vcs nao aceitam a realidade, vcs construiram este mistico das “planilhas” e ja esta virando religiao, como tudo na mente doentia do esquerdista!!! A realidade e’ que custa muito dinheiro manter qualquer negocio, ai no brasil entao nem se fala….mas a realidade nao serve para aquilo que vcs acreditam. Agora vcs ficarao com onibus fu*idos por um looooongo tempo e “caro” ainda por cima. Como naquele ditado; “quem nao usa a cabeca, usa o lombo!” ou neste caso “usa as pernas” LOL. Vcs entram de cabeca nas loucuras politiqueiras do PT e PSOL da nisso. Grande vitoria da populacao.hahaha…Agora vao la esperar pelos onibus caindo aos pedacos de vcs, vao!!!

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    • Vc deve ser algo ligado aos empresários por isto esta defesa veemente, a prefeitura existe para defender a população e quem é a população? É o usuário e não o permissionário, A pergunta é a seguinte se a planilha existe e esta tudo certinho porque não mostrar, se não mostra e porque há algo errado.

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    • Phil, me desculpe, mas quem está doente és tu. Quem disse que planilhas é uma invenção de esquerdistas, quer dizer que uma indústria qualquer não tem planilhas de custo?
      .
      Estás sonhando ou delirando, QUALQUER EMPRESA QUE SE PREZE tem controle de custos, pois eles tem que saber se estão lucrando ou perdendo em qualquer produto que vendem.
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      Agora dizer que planilhas de custo é invenção de esquerdistas, é um disparate, uma besteira, uma estupidez e uma falta de conhecimento mínimo de gerenciamento.
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      Pelo que estás falando que a Ford, a GM, a Exxom Mobil, a IBM, a Toyota e todas as empresas de grande porte do mundo, estão infiltradas pelo PSOL e pelo PT (algumas pelo PSTU e outras pelo PCO), pois o controle de custo é feito por estas planilhas comunistas.
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      Tu conseguiste superar o que diziam que Comunistas comiam criancinhas assadas no fogo.
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      Isto é o máximo da bobagem que li nos últimos tempos.
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      Se não fosse sério da forma que dizes, seria a piada da semana.

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  2. Eu quero dar risada, os empresários queriam o que? que a prefeitura fosse contra o cidadão e a favor deles, no inicio até vi uma entrevista do Capellari dizendo que iriam recorer da liminar, mas graças alguem com tutano na prefeitura deve ter dito a ele isto não vai ocorrer, as pessoas tem que se dar conta que o prefeito foi eleito pelo povo para defender o povo e nada mais.

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  3. Mais um soco no estômago dos Porto Alegrenses (uuuuuhhhhhhffffff).
    Corta para o Batman pegando o mafioso, bandido pelo colarinho (branco) e dizendo…”CANALHA!”.

    Então deixa ver se eu entendi: os caras “criam” uma empresa ou “instituição” meio fantasma (FEENG), usando o nome ilibado da UFRGS para “atestar” as falcatruas deles ? é isso produção ?

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    • Isso ae!

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    • Falou tudo. Não precisa dizer mais nada.

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    • a principio a feeng eh a fundacao pela qual os pesquisadores da ufrgs fazem contratos para prestacao de servicos q envolvam $, pois a ufrgs n pode receber.
      geralmente as fundacoes comem uma boa fatia com taxa de adm e sao bem opacas em termos de transparencia.

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  4. Indico o Gilberto divulgar esse site aqui:
    http://matehackers.github.io/tarifapoa/
    Tá bem legal e estão elaborando um estudo maior!

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  5. Enquanto isso, na cidade que parece ter uma administração que quer tentar mudar algo http://www.mobilize.org.br/noticias/4594/para-secretario-municipal-de-transportes-de-sao-paulo-onibus-sao-cartelizados.html

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  6. Já era esperado.

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  7. Essas empresas são uma cambada de baderneiros fanfarrões! 😛

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  8. Luiz Afonso Senna assina o estudo contratado junto à Fundação Empresa Escola de Engenharia da UFRGS ?

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    • Só uma informação, dos estatutos desta Fundação criada em 31 de julho de 2012.
      .
      Art. 1 A FUNDAÇÃO EMPRESA-ESCOLA DE ENGENHARI DA UFRGS -FEENG, entidade jurídica de direito privado sem fins lucrativos, instituída da forma da lei, conforme escritura pública, com sede e foro na cidade de Porto Alegre, Estado do Rio Grande do Sul, reger-se-á pelo presente Estatuto.
      .
      Ou seja, é uma entidade jurídica de direito privado, e não uma instituição diretamente vinculada a UFRGS, inclusive é interessante, pois segundo os estatutos desta Fundação, membros do conselho consultivo serão designados pelo “Conselho Superior da UFRGS”, só com um detalhe, na UFRGS existem os conselhos superiores CONSUN, CEPE e CONCUR, este tal de Conselho Superior da UFRGS, não existe nos Estatutos da UFRGS, se tivessem posto Conselho Universitário (CONSUN) estaria certo, do jeito que está colocado, citam uma entidade que não existe.
      .
      E adivinhem quem são dois dos três representantes do conselho fiscal:
      Luis Antonio Lindau e João Fortini Albano

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      • Lindau, o lobbista do BRT.
        Albano, o amigo da ATP.

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      • Existem várias Fundações como essa, protoprivadas. Nem era bom eu estar comentando isso. Quem fica procurando pêlo em ovo nessas fundações e conselhos acaba acordando com a boca cheia de formiga. Lembram do caso Becker? Pois é…

        Essa FEENG, bem como a FAURGS, devem funcionar dessa forma. Teoricamente, membros da mesa diretora não podem ganhar nenhuma remuneração, mas na prática, podem ganhar viagens, diárias, jantares e, principalmente, poder. Poder pode ser comercializado em outras esferas e vale muito mais do que salário.

        Dá nojo dessas Fundações que se vendem como entidades privadas sem fins lucrativos, mas na verdade tratam-se de empresas financiadas com dinheiro público e que rendem dividendos a servidores públicos.

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        • Lembram da Fundae e da Fatec?

          (Dica: Lair Ferst, Detran, Operação Rodin, Família Fernandes, Zé Otávio Germano, Vaz Neto…)

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      • A lei que permitiu a criação dessas fundações, tinha um bom motivo, permitir que a academia interagisse com a sociedade, entretanto ao fazer isto criaram uma falsa “grife” ao trabalho de fundações de direito privado.
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        Tanto a FAURGS como a FEeng, são vinculadas por pessoas e não institucionalmente a UFRGS, e elas podem fazer projetos institucionais como não.
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        Projetos institucionais, são aqueles que envolvem as unidades, ou seja, para sair um projeto deste tipo é necessário passar pela comissão de pesquisa da unidade, pelo conselho da unidade e ser aprovado pelo diretor, além disto eles passam pela pró-reitoria de pesquisa, pela procuradoria da Universidade, pela auditoria, e mais algumas instâncias, para no fim passar por uma sub-comissão de pesquisa do CONSUN, pelo CONSUN e finalmente ser assinado pelo Reitor.
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        Ou seja, um longo trajeto que para alguém não descobrir algum problema é difícil. Fiz um projeto com a Shell que além de ter demorado 10 meses para ser assinado passou por 16 instâncias da Universidade.
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        Agora, estas mesmas fundações podem oferecer serviços, e sem toda este controle, para falar a verdade em 12 anos que chefiei um grupo de pesquisas só tive uma prestação de serviços, com um valor irrisório em relação aos projetos de pesquisa.
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        O que estou dizendo é que a “grife” UFRGS é muitas vezes utilizada de forma não muito própria (não estou dizendo que o caso em questão tenha ocorrido isto), entretanto no IPH já houve casos de alunos, ex-professores ou mesmo professores, que por vias TOTALMENTE IRREGULARES clocaram o nome IPH-UFRGS em serviços que ninguém sabia nem que existiam. A atual direção do IPH, anda CAÇANDO fatos como estes, pois se usa o nome de uma instituição que teoricamente é séria para proveito pessoal. Isto é feito até com o JUDICIÁRIO, apresentando propostas de laudos privados como se fosse da Universidade.
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        Precisava-se de uma normativa mais rigorosa que quando se utilizasse o nome UFRGS, realmente fosse da Universidade.

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