Definida empresa que fará estudo de mais um aeromóvel

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Jornal Metro – Porto Alegre – 13/08/2013



Categorias:Aeromóvel

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25 respostas

  1. A Trensurb retirou os empregados que estavam auxiliando a operação do aeromóvel até que o sistema de automação funcione a pleno. Essa foi uma decisão acertada, já que para operar o veículo é necessário, no momento, de três operadores, um na estação aeroporto da Trensurb, um operador dentro do veículo e um na estação do aeroporto Salgado Filho. Afinal de contas o contrato era de um veículo automático e sem operador.

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  2. Muito bom saber que a ideia do Aeromóvel está prosperando.

    Mas gostaria de aproveitar o ensejo para externar minha preocupação com relação a Rd. do Parque nas proximidades da Arena.

    Gostaria de saber como se dará a relação entre o grande contingente de pedestres em dias de jogos com o grande fluxo de veículos que vão desembocar na R. J.P. Boessio.

    Haverá sinaleiras ou passarelas para travessia? Haverá ou não haverá telas separando o passeio público da rodovia?

    Entendo que a solução ideal seria uma elevada ao longo de toda a Boessio, até porque, do contrário, a Arena e todos os empreendimentos que ficarem do outro lado estarão ilhados.

    Mas ao que tudo indica, considerando como termina/inicia a Rodovia naquele trecho, não será feita uma elevada, infelizmente.

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    • Já pensei nessa situação em dias de jogos. Eu acho que em dias de jogos vão bloquear o acesso da rodovia do parque a José Boésio, desviando o trânsito pela Freeway. É o que estou achando.

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  3. um terminal hidroviario naquela área seria interessante.

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  4. Pra que gastar mais em outro estudo???? Que fim levou os estudos das linhas pra zona sul? Esses estudos, param tudo nas maos da EPTC e somem, fazem o maldito IMPACTO AMBIENTAL, parece que vão fazer aeromóvel na amazonia.

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    • Caro AJ, raciocínios como o teu que levam as obras serem mais caras e inadequadas. Um estudo de viabilidade é o primeiro passo de tudo, e para se fazer um estudo de viabilidade correto é necessário um pré-projeto da obra, pois para se levantar os custos para compará-los com as receitas é necessário isto.
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      Acho que ou o número está errado, ou o estudo não é um estudo de viabilidade ou simplesmente é irresponsabilidade de quem fez a licitação e não colocou o que é realmente necessário.

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    • Na verdade faz bastante sentido. Tecnologia muito nova ainda (em termos comerciais), melhor fazer primeiro projetos curtos, iterações simples feedback rápido. Com confiança melhorada, se parte pra projetos maiores.

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      • É melhor ir a passos curtos, firmes e contínuos, a implantação de uma linha é relativamente rápida (menos de um ano), e firmando-se o modal o resto é simples.

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      • Isso mesmo… Melhor ter algo pequeno e funcionando a algo grandiosos que nunca fica pronto. Estou falando dos Portais da Cidade e sua versão recente BRT.

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  5. Só complementando o que escrevi acima sobre o uso de estagiários.
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    No caso de engenharia eu desaconselho qualquer aluno que não necessite, a fazer estágios antes dos três últimos semestres do curso, primeiro pelo motivo que escrevi acima, o motivo econômico, e segundo o pior, no caso da cidade de Porto Alegre temos na realidade um número muito restrito de firmas de construção em que vale a pena fazer estágios.
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    A imensa maioria de empresas de construção são extremamente atrasadas em termos tecnológicos, sempre digo como parâmetro, se importado por uma máquina do tempo um pedreiro da Babilônia e colocado este profissional dentro da obra se ele conseguir trabalhar na obra alguma coisa está errado.
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    O aluno que emprega o seu tempo numa empresa deste tipo a única garantia que ele terá é que depois de dois anos de estágio ele estará completamente desatualizado, e apreenderá métodos construtivos e gestão de obra totalmente defasados no mínimo 40 anos.
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    Outra desvantagem é que alunos que não precisam de fazer estágio para se sustentar, abaixam os valores da remuneração daqueles que necessitam.
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    Ou seja, esta história de estágio, muito cedo é uma beleza para os construtores, que arrumam um contra mestre por no mínimo 1/4 da remuneração do profissional.

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    • Maestri,

      Não sei se o senhor sabe, mas pelo menos na área de engenharia necessita sempre ter o respaldo de um engenheiro. A última palavra, e assinatura, será sempre dele. Também não sei se o senhor tem conhecimento, mas qualquer cirurgia feita pelo SUS, pela Santa Casa, é feita por aspirantes a médicos. Ainda não formados. Há sempre um médico formado no bloco cirúrgico, que auxilia os alunos a fazer a cirurgia. Ele pode interferir caso dê algum problema, o que acontece poucas vezes.

      No caso da consultoria feita pelos estagiários e que o senhor foste preconceituoso, não tenha dúvida que no final de todo o trabalho, o engenheiro iria colocar a sua assinatura ao final do laudo. (se ele leu ou não o trabalho feito pelo seus peões, não cabe julgar).

      No mais, só quem realmente fez estágio pode falar alguma coisa. É só perguntar pra qualquer aluno seu que tenha feita algum estágio em obra, aonde ele mais aprendeu alguma coisa. Na obra ou na aula.

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      • Só para começo de conversa, já fui estagiário quando era estudante, e também já trabalhei no setor privado como depois fiz serviços para o setor privado, nos últimos 12 anos que trabalhei para grandes empresas nacionais e internacionais (Petrobrás e Shell, por exemplo), logo não sou o que alguns gostam de chamar um teórico. Também na Universidade construí colocando a minha responsabilidade técnica alguns bons metros quadrados e supervisionei mais outros tantos, Não construí fora da Universidade pois era legalmente impedido, porém construí para minha família uma boa casinha na serra. Logo posso lhe dizer que não sou um neófito em construção civil.
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        Também acompanhei a vida toda a empresa de construção civil de meu pai, que construiu desde 1945 até 1990, e foi ele em 1974 quando já tinha uma experiência de 29 anos de construção civil que me desaconselhou vivamente a estágios precoces. Me lembro vivamente quando pensei no terceiro ano fazer um estágio e ele me disse:
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        – Filho já me passaram pelas minhas mãos mais de uma centena de engenheiros, e já estou de s… ch… de ver e ouvir bobagens e burrices, estuda bem na faculdade que depois é mais difícil apreender.
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        Respeitei a sabedoria de muitos anos de experiência e só fui estagiar após o quarto ano.
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        Quanto a última resposta posso responder com certeza, tive nestes últimos anos diversos estagiários de empresas com ISO 9001 que me contam como estas empresas são. Inclusive sobre a responsabilidade profissional da supervisão de um engenheiro é uma graça, deixam alunos mais experientes na responsabilidade das obras e passam dois ou três dias por semana nas mesmas. Tenho mais conhecimento das empresas como elas funcionam internamente do que qualquer outro, pois recebia informações diretas das bobagens que não são contadas nas reuniões do Sinduscom.
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        O problema principal que leva a tua última observação é que a maioria das empresas gaúchas não inovam, e o que está acontecendo, as empresas do Rio e São Paulo estão começando a tomar conta do mercado, vão sobrar só as obrinhas. E esta situação vai se tornar pior a medida que engenheiros estrangeiros começarem a entrar no mercado, primeiro virão eles depois as empresas.
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        Quanto a consultoria, simplesmente R$25.000,00 é simplesmente impossível fazer um estudo de viabilidade econômico correto, só será possível se quem o fizer trabalhar com prejuízo, isto é evidente, já fiz muitos orçamentos na minha vida. Até complementando, o meu primeiro estágio foi em orçamento.

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    • E quanto a essa política de estágios, se é benéfica ou não, se são explorados ou não, não entra nesse debate.

      O mote do debate foi o seu errôneo desmerecimento quanto ao trabalho dos estagiários. Somente isso.

      Abraço.

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  6. Olha R$25.000,00 para pagar um estudo de viabilidade de uma linha qualquer, acho muito pouco, se colocarmos leis sociais e salário, dá para um engenheiro, uma secretária-telefonista-faxineira e mais dois estagiários durante um mês!
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    Vou fazer uma reclamação inédita!
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    ESTE ESTUDO ESTÁ SUB-FATURADO.

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    • E quem disse que Engenheiros formados farão o trabalho? hehehehe

      Dá-lhe estagiários!

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      • Em resumo, o trabalho vai ficar uma m…@!

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        • São todos estudantes da UFRGS. Apesar de que o senhor é/era professor. Deve estar se referindo aos seus próprios alunos, que pelo visto não saem capacitados para um trabalho desse porte, quando concluem a sua disciplina.

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        • Caro Senhor José.
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          Pelo que eu saiba há diferenças entre a função de estagiário e de engenheiro, imagine o senhor entrar num hospital para ser operado e lhe darem a notícia que o senhor será operado somente por estudantes de medicina, ótimos estudantes, só com pouca prática.
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          Usar a mão de obra de estagiários para fazer trabalho de profissional, é uma forma completamente anti-ética de exercer qualquer profissão, simplesmente porque estagiários estão para aprender e não para ser mão de obra barata.
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          Concepções como a sua que um estagiário deva fazer trabalho de profissional sem supervisão é que levam a má engenharia, a má medicina, o mau jornalismo e assim por diante. Além disto atrasam a formação dos alunos pois oferecem bolsas surpreendentes de R$800,00 ou mesmo R$1.200,00 para que este trabalhe em tempo integral como estagiário. Ou seja estes alunos caem na lorota do estágio bem remunerado (sem leis sociais, sem tempo para aposentadoria) e atrasam o seu curso em dois ou três anos.
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          Além de tudo isto eles tiram empregos de profissionais, que receberiam no mínimo R$5.600,00 por mês e mais leis sociais.
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          Se formos contar a perda que tem um aluno atrasando o seu curso em 2 anos, dava para em torno de R$150.000,00 de prejuízo.

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        • Touché!

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        • Senhor José, leia mais abaixo.

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    • Ótimo preço! Porque a prefeitura não aproveita e encomenda um estudo na cidade inteira?

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    • Também achei muito baixo. Levando em conta que normalmente se gasta na base de 6 ou 7 dígitos e para estudos bem menores.

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    • Na mosca! Trata-se de um estudo de viabilidade para atender plenamente os interesses da Trensurb. O custo está compatível com um estudo do tipo Ctrl C + Ctrl V.

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