Padre Chagas será 100% acessível

 

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Jornal Metro – Porto Alegre – 26/08/2013



Categorias:Acessibilidade

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26 respostas

  1. Acho que o cadeirante do Morro da Cruz ou do chão batido na Cruzeiro está precisando mais dessas intervenções do que o cadeirante do Moinhos, que provavelmente chega de carro na garagem do condomínio.

    Mas de qualquer forma, parabéns pela ideia.

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    • Não tem verba publica no projeto, então basta os moradores do morro da Cruz juntarem o dinheiro necessário para começar a obra.

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      • Os moradores do Morro da Cruz, não sabem disso, e não estão preocupados com acessibilidade, estão preocupados em sobreviver.
        A ideia partiu de um Órgão Público, a secretaria Municipal de Acessibilidade e Inclusão Social, justamente de quem, ao contrário, deveria estar mais voltado para as classes menos favorecidas. Talvez uma rua no centro da cidade, onde todas as classes circulam, devesse ser o correto, e não numa rua onde circulam Ferraris e outros carros de luxo.
        Aqui no Brasil, se anuncia investimento 100 % privado em ideias governamentais, depois a balança inverte, vide o trem bala.

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  2. Acessível como? Se mal passa uma pessoa entre as mesas na rua, como uma cadeira de rodas passaria? Como um cego faria pra desviar? Vão gastar R$500 mil (da Coca-Cola, provavelmente) pra gringo ver. Não é possível.

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  3. Além de tudo o que já disseram, o detalhe é que não tem dinheiro previsto.
    Só rindo mesmo.

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  4. Melhor se fizessem um projeto piloto para mostrar como seriam algumas quadras com fiação subterrânea. Como é uma região de pessoas abastadas, talvez fosse mais fácil conseguir cobrar a taxa de contribuição de melhoria das matrículas de imóveis da região bem como patrocínio de empresários e alguma grana da PMPA. Sobraria mais espaço nas calçadas para todos, se embelezaria a cidade e se aproveitaria a parte que se colocaria os canos dos cabos para o piso tátil.

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  5. Ótimo, teremos uma rua 100% acessível, e o resto todo 0%.

    Uma dúvida: Quantas secretárias existem em POA? Secretária da acessibilidade é meio bizarro, isso não deveria ser de competência da SMOV?

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    • Não da pra colocar tanto CC numa secretaria só.

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    • http://lucianobioblog.blogspot.com.br/2013/08/shopping-sem-autorizacao-como-assim.html

      CMDUA pra que??
      As novidades não param a surgir do empreendimento do Inter, agora é a vez do Shopping a Céu aberto, tipo open mal (hein??)
      Segundo reportagem da Zero Hora (http://zerohora.clicrbs.com.br/rs/esportes/inter/noticia/2013/08/com-foco-em-servico-e-alimentacao-street-mall-do-beira-rio-deve-ser-aberto-em-outubro-de-2014-4247207.html):

      O projeto comercial foi apresentado à imprensa gaúcha na manhã desta segunda-feira, em Porto Alegre. Para criar a identidade e administrar o novo shopping, a Brio firmou parceria com outros dois grupos com experiência no mercado local: Phorbis e Tornak. As 44 lojas serão divididas em módulos entre 65m² e 650m² (que poderão ter mezanino). O plano é trazer à cidade um novo conceito, atingindo principalmente o público do bairro Menino Deus, com um mix que poderá ter lotéricas, agências bancárias, bares, restaurantes ou cafeterias. A aposta é na facilidade de estacionamento (no novo edifício-garagem e em ruas internas do complexo), e na proximidade com a Avenida Padre Cacique. O espaço entre as vitrinas e a base da cobertura é de oito metros, e a Brio não descarta a possibilidade de que, em dias de jogos, espaços de alimentação possam colocar mesas nessa área.
      Não sei de onde saem estas coisas… pra que aprovar projeto de Shopping se o Inter vai lá e faz sem ninguém saber, nem CMDUA, nem RP’s, nem mesmo a prefeitura (afinal segundo a EPTC, tem que ver se não vai aumentar o número de atropelamentos…). E a considerar que tem que inserir aí nesta ainda um Centro de Eventos (3x maior que a FIERGS), um hotel, centro médico, realmente pergunto aqui “Quantos metros quadrados a mais o Sport Club Internacional ainda vai precisar??”
      Por fim, pergunto, alguém aprovou o mall do internacional? por que eu, como delegada, nunca vi este projeto de Shopping…
      E ainda terão mesinhas na calçada para deixar mais fácil a circulação dos pedestres que não mais calçada terão! que bonito, em dia do jogo do Inter, ninguém circula…

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  6. Só choram, ta louco… sempre com bla bla bla ricos que se explodam.

    ———-

    O interessante dessa matéria, é que existe todo um projeto pra isso, essa divulgação, mas não tem verba para fazer isso.
    E 500 mil para poucos metros de rua, é muita grana.

    Sobre a parte estética, o Santander colocou um material na calçada aqui no centro, ele é meio cromado, mas não é nada chamativo como aquele amarelo, acho bem bonito, só deve ser mais caro que aquela borracha amarela que colocam em tudo e que solta poucos dias depois.

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  7. Legal tecnicamente mas pra variar vão fazer um projeto piloto para aparecer em matéria de jornal e só beneficia, a princípio, uma região de gente com mais dinheiro. Quero ver expandir depois para outros lugares.

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  8. Pra burguesia tudo…para a periferia casas alagadas!

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    • Pois é, num bequinho aqui perto da minha casa tem um cadeirante que vive trepidando na rua de paralelepípedo pra chegar em casa, pq não escolheram a rua dele pra ser 100% acessível?
      Ah, sim, ela não é tão “charmosa”.

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  9. Ah, pensei que os preços da Padre Chagas ficariam mais acessíveis, por exemplo, padronizando o preço das cafeterias com base nos valores da Listo 😛

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  10. Calçada será totalmente padronizada (com material de qualidade)? A fiação será subterrânea? Terá um novo e bonito mobiliário urbano escolhido por concurso? Senão nem vale a pena. Admito que acho que essas guias para cegos bem feias e bagaceiras.

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    • Desculpe, mas é feio porque há poucas calçadas assim e não há continuidade e manutenção. Algo bem planejado por um longo espaço fica harmonioso. Feio é quando acaba na calçada do prédio do lado. E na minha opinião acho as guias devem ser muito mais úteis do que esteticamente bonitas (desculpe novamente – padrão conformista de porto-alegrense: difícil de acreditar nas duas coisas ao mesmo tempo).

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    • Dá uma olhada em Floripa que tem bons trechos com calçadas padronizadas com piso tátil. Fica bem melhor que apenas esses basaltos “regulares” que são colocados da forma mais irregular possível.

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    • Esse piso tátil é furada. Os cegos já estão acostumados sem ele. Já vi cegos andarem fora dele, sem se preocupar. Além de tudo, é sempre naquela cor chamativa. Querem a cidade igual a um circo colorido… pq? Só quem precisa (?) disso é o cego, e ele não se importa com a cor.

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      • Duas coisas Renan:

        1) O deficiente visual, em geral, está acostumado com os obstáculos e dimensões dos lugares onde ele costuma caminhar. Quando ele está num lugar “desconhecido”, fica bem mais difícil pra ele navegar. O piso podotátil ajuda um bocado nisso, pois permite caminhar com mais confiança e independência.

        2) Nem todo deficiente visual é 100% cego. Alguns deficientes visuais tem alguma percentagem da visão ainda em funcionamento, e o uso de uma cor chamativa como padrão ajuda eles a localizarem a guia.

        Enfim, piso podotátil é uma coisa muito válida, mas para se atingir um atendimento adequado aos deficientes visuais precisamos ter muito mais semáforos com aviso sonoro e calçadas decentemente mantidas.

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    • Por que não conheço nenhuma cidade bem urbanizada de países ricos que usa essas guias como no Brasil? No exterior é comum usá-las exclusivamente em rampas de travessia e, em alguns casos mais raros, ao redor do mobiliário urbano. E é um modelo bem mais discreto, não é amarelão. Não tem necessidade de ser na calçada inteira, fica muito feio, chamativo, vira uma poluição visual sem sentido. Se a calçada for bem cuidada, lisa e desobstruída, não tem pra quê ter isso.

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  11. 1.2 km? Acho que essa Letícia Barbieri precisa urgentemente aprender a usar o Google Maps.

    Distância total:
    427.825 m

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