Johns Hopkins entra no Brasil através de Porto Alegre

Instituição norte-americana assinou acordo de cooperação com o Hospital Moinhos de Vento

Hospital Moinhos de Vento

Hospital Moinhos de Vento

A organização Johns Hopkins Medicine International, de Baltimore, EUA, e o Hospital Moinhos de Vento de Porto Alegre, assinaram nesta terça-feira (27) um acordo de cooperação. O contrato prevê melhorias na assistência clínica e na segurança do paciente assim como o desenvolvimento de pesquisa médica e projetos de enfermagem. O primeiro acordo da Johns Hopkins Medicine no Brasil foi assinado por Steven J. Thompson, CEO da Johns Hopkins Medicine International, e Fernando Andreatta Torelly, Superintendente Executivo do Hospital Moinhos de Vento. A partir de agora, o Hospital Moinhos de Vento torna-se afiliado da Johns Hopkins Medicine International.

A afiliação contribuirá para a troca de conhecimentos e pesquisa entre os dois países. Incluirá a implementação de programas inovadores de segurança do paciente e enfermagem, como o renomado CUSP (Comprehensive Unit-based Safety Program), criado pela Hopkins, que prevê o desenvolvimento universal de práticas de segurança a partir de unidades específicas. Também serão contemplados programas de qualidade e liderança em enfermagem. As duas instituições irão ainda explorar oportunidades para estabelecer um Centro de Pesquisa que apoiará especialistas brasileiros no desenvolvimento de estudos e pesquisas e facilitará o intercâmbio de informações entre os dois países.

Revista Amanhã



Categorias:Saúde

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17 respostas

  1. Se isso aqui não se refere a melhoras no serviço de saúde do Hospital…
    “O contrato prevê melhorias na assistência clínica e na segurança do paciente assim como o desenvolvimento de pesquisa médica e projetos de enfermagem.
    Incluirá a implementação de programas inovadores de segurança do paciente e enfermagem, como o renomado CUSP (Comprehensive Unit-based Safety Program), criado pela Hopkins, que prevê o desenvolvimento universal de práticas de segurança a partir de unidades específicas. Também serão contemplados programas de qualidade e liderança em enfermagem. As duas instituições irão ainda explorar oportunidades para estabelecer um Centro de Pesquisa que apoiará especialistas brasileiros no desenvolvimento de estudos e pesquisas e facilitará o intercâmbio de informações entre os dois países.”

    Concluindo, quero dizer que no corrente ano, uma parente minha foi submetida a uma cirurgia de 6 horas de duração, devido a uma doença muito séria (não preciso dizer qual é não é ?) no Moinhos de Vento, ficou 6 dias na UTI e mais 40 dias internada no quarto. Teve um ótimo atendimento das enfermeiras, auxiliares de enfermagem, médicos, fisioterapeutas, nutricionistas, pastoral da saúde e demais funcionários do hospital. Graças a Deus está se recuperando muito bem.
    É óvio que o Moinhos de Vento não é hospital do SUS, mas pra quem nunca botou os pés lá dentro e acha que é só elite, sugiro que visitem a maternidade do Hospital e verão que não é bem assim.
    E afinal o que é um hospital das elites ? Elites econômicas ? sociais? ou políticas ? Será que o Sírio-Libanês é um Hospital das elites ? Se é, porque será que o Lula, a Dilma, o Mercadante, o Sarney e o Genoíno correm pra lá quando precisam de assistência médica ?

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  2. Chega a ser um absurdo criticar os médicos estrangeiros e o governo por tê-los contratado.

    Preferem que as pessoas continuem sem nenhum tipo de atendimento. É politicagem da pior espécie criticar essa atitude do governo. Criticar os “médicos” que não querem trabalhar, pois, não querem morar em cidades do interior e ganhar uma bolsinha de 10 mil reais ninguém critica.

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  3. Respeitar o assunto do tópico pra que, né?

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  4. Aí neguinho vai na emergência dos hospital das “zelite” de Bovinópolis e é atendido em 6 horas. Parem de soltar press-release, parem de estuprar a inteligência alheia …

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    • Pior que é assim mesmo… E qdo marca hora com especialista via plano de saúde e é atendido duas horas depois.

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      • Pablo, não é bem assim, tenho um plano de saúde relativamente forte, pago um monte (idade >60), e nas poucas vezes que procurei um médico especialista havia consulta PARTICULAR para o outro dia e no plano só depois de duas semanas.

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  5. Enquanto isso a Dilma importa medicos cubanos, que tem apenas tres anos de gotmaçao sem nehum acesso a tecnologia nem informaçao, muito menos internet. A distancia entre os dois mundos da medicina no Brasil é imensa, por enquanto pobre so fica com os cubanos que nao passam de agentes de saude melhorados.
    A cara do Brasil! Alias a medicaçao usada pela Dilma no tratamento de seu cancer foi vetada por ela de fazer parte do RENAME, lista de medicamento do sus, justamente por ser “cara demais”. O povo nao merece a saude que tem.
    Dia desses fui comprar um medicamento e o vendedor me chamou a atençao de que 40 por cento do valor eram impostos, ou seja, vc paga por saude, nao tem e ainda tem que pagar mais impostos pra comprar o seu remedio!

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    • Desculpem alguns erros de escrita, é que estou digitando no celular, dedos de shrek, teclas minusculas, sabe como é….

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    • Os cubanos não vem para tratar câncer e sim para medicar contra diarreia e verminose. Uma triste realidade que resiste no Brasil com a falta de saneamento.
      #classemediasofre

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    • É, se eu morasse em POA e tivesse plano de saúde que me permitisse ser atendido no hospital Moinhos talvez eu pensaria dessa maneira simplista.

      Cara, os médicos estão vindo para atender até pé quebrado, faltam médicos naqueles lugares. E não vieram apenas cubamos, vieram uruguaios, por exemplo, também.

      Que saco esse raciocínio da guerra fria que não morrre..

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      • Raciocíno ( eu acho que raciocínio é o que menos tem) de guerra fria que não morre 1.1:
        “Com uma braçadeira com a bandeira da Venezuela e um broche com símbolos cubanos, o médico brasileiro Wesley Caçador Soares, de 29 anos, defendeu a capacidade técnica dos profissionais importados da ilha socialista e disse que as críticas em relação à importação dos cubanos é resultado de um debate “dogmático” e “ideológico”. Formado em Cuba e com um tênis da Nike, coube a Soares o papel principal na organização de gritos de guerra contra os Estados Unidos e o Conselho Federal de Medicina: “Cuba, sim, yankees não. Viva (sic) Fidel e a revolução. Brasil, Cuba, América Central, a luta socialista é internacional”, dizia o grupo de estudantes e médicos que recepcionou os cubanos em Brasília.”

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        • Caro Marcelo.
          .
          Apesar de não estar de acordo com o texto escrito, acho que seria mais educado e dentro da lei citar a fonte:
          .
          Rogério Mendelski, Correio do Povo, 29 de agosto de 2013, página 8.
          .

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        • A fonte não é o Mendelsky, é a revista Veja. Concordem~ou não com ela, mas os fatos são verídicos.
          O que eu quero dizer é que estão “ideologizando” essa questão dos dois lados e não apenas do lado dos médicos com quer fazer crer o governo federal. Que aliás, usa e abusa de ideologia.

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    • Mas agora me dei conta, eu tenho plano de saúde! Xi, e agora!? hehehe

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    • Caro Renan, queres uma medicina “a la House” (série de TV que foi criada para ridicularizar a medicina norte-americana e os adoradores do norte não entenderam o objetivo e acham o máximo em termos de tecnologia), onde a máquina sobrepõe ao homem e é apresentada uma medicina que nem o próprio Estados Unidos consegue comportar (vide http://www.jn.pt/PaginaInicial/Mundo/MundoInsolito/Interior.aspx?content_id=3391758).
      .
      Hoje quando entras num consultório médico, depois de dizeres porque estás ali, ele prescreve um monte de exames. Talvez depois de fazeres a segunda série de exames e não der resultado nenhum, talvez o médico resolva te examinar.
      .

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    • Parece que até o pessoal do próprio Johns Hopkins admira o modelo cubano de medicina.

      Que mania de grenalizar tudo, nossa.

      “Venezuela and Cuba clearly show that the basic human right of access to medical and health care in time of need is not dependent on the level of economic development. Venezuela and Cuba are not rich countries yet, and in spite of this, health care reaches the majority of their populations. They should be considered points of reference for poor countries that want to break with the underdevelopment of health. This book is a rigorous and balanced account of how they did it.”

      —Vicente Navarro, MD, PhD; professor of health policy, The Bloomberg School of Public Health, Johns Hopkins University; editor-in-chief, International Journal of Health Services

      http://monthlyreview.org/press/books/pb2396/

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