Implosão de estádio em Salvador é exemplo para Porto Alegre

Ricardo Gothe visitou a sede da Defesa Civil da capital baiana   Foto: Divulgação/PMPA

Ricardo Gothe visitou a sede da Defesa Civil da capital baiana Foto: Divulgação/PMPA

O Secretário-adjunto de Urbanismo, Ricardo Gothe, esteve reunido na tarde de terça-feira, 3, com a engenheira Rita Jane, chefe do Setor de Análise de Risco da Defesa Civil de Salvador. Gothe, que é coordenador executivo do grupo criado, em nível municipal, para supervisionar o processo de demolição e implosão do estádio Olímpico, foi à Bahia para verificar como funcionou, na prática, a implosão da Fonte Nova, naquela capital, e os eventuais transtornos causados à rotina da população local.

“O que ela me passou é que eles tiveram um tempo muito menor para o planejamento, uma área de exclusão que, por problemas geográficos, foi bem mais restrita e, ainda assim, tudo correu dentro do planejado”, explicou Gothe. Segundo Rita, “o fundamental, nesse processo, é a integração entre o poder público e as empresas encarregadas do evento”.

Em Salvador, o novo estádio foi construído por um consórcio formado pela OAS e Odebrecht e a implosão ficou a cargo do engenheiro Manoel Dias, também responsável pela implosão do Olímpico. A engenheira forneceu cópias de todos os documentos e iniciativas tomadas pelos órgãos públicos da capital baiana envolvidos no processo (inclusive um plano de Gestão de Crise, feito em parceria com as empresas) e revelou que, para evacuar os cerca de 1.200 imóveis do entorno e garantir a segurança da área, foram necessários cerca de dois mil profissionais entre bombeiros, policiais militares, agentes de trânsito, profissionais de saúde, varredores de rua e funcionários das empresas envolvidas, além de membros do Ministério Público, que fiscalizaram o processo.

Prefeitura de Porto Alegre

________________

Vale a pena rever algumas fotos da implosão do Estádio da Fonte Nova, em Salvador.

Fotos da Secretaria de Comunicação Social do Governo da Bahia



Categorias:Implosão Olímpico

Tags:, ,

5 respostas

  1. Peguei um ônibus que ia pro centro pela Cascatinha agora de manhã e vi uma retroescavadeira demolindo as paredes da arquibancada inferior já…

    Curtir

  2. Salvador não é exemplo de nada para Porto Alegre….

    Curtir

  3. Eu gosto de ver que eles fazem uma operação de guerra para uma implosão fuleira dessas, de um estádio de apenas 20 metros de altura, cheio de área liver ao redor. Imagina se esses ogros tivessem que implodir prédios de 150m… nós estaríamos perdidos.

    Curtir

  4. Coisa mais chimfrim essa implosao(ou seria um peido?) na Bahia….

    Curtir

%d blogueiros gostam disto: