Novo prédio do Foro Central é inaugurado em Porto Alegre

Estrutura de 23 andares teve investimento de R$ 100 milhões

Estrutura de 23 andares teve investimento de R$ 100 milhões Crédito: Tarsila Pereira

Estrutura de 23 andares teve investimento de R$ 100 milhões Crédito: Tarsila Pereira

Com um investimento de R$ 100 milhões, o novo prédio do Foro Central de Porto Alegre, na rua Manoelito de Ornellas, 50, no bairro Praia de Belas, foi inaugurado nesta segunda-feira com a presença de diversas autoridades do Poder Judiciário, do jurista Paulo Brossard de Souza Pinto, do presidente do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Su (TJ/RS) Marcelo Bandeira Pereira, e do prefeito José Fortunati.

A estrutura nos seus 23 andares terá Varas Cíveis, de Família e Sucessões, Fazenda Pública, Falência e Concordata, Precatórios, Registros Públicos e Acidentes de Trabalho. No local, haverá também serviços de protocolo, informações, certidões e alvarás.

No prédio antigo do Foro Central, na rua Márcio Vidor, que será reformado, irão funcionar as varas criminais e o Juizado da Infância e da Juventude. O diretor do Foro, Cláudio Luís Martinewski, informou que serão transferidos para a nova estrutura mais de 870 mil processos, além de 1.629 equipamentos , dos Foros Central e regionais para tramitação imediata nas novas instalações.

“A mudança será concluída até o dia 27 deste mês e todas as varas estarão em funcionamento a partir do dia 30 de setembro”, explica. Segundo o diretor do Foro, o novo prédio foi planejado para atender ao aumento do número de processos cíveis nos próximos 30 anos.

Conforme Martinewski, os recursos utilizados na construção do prédio são provenientes do gerenciamento dos rendimentos dos depósitos judiciais feitos pelo TJ/RS. A estrutura de 75 mil metros quadrados conta com espaço para 43 varas que incluem gabinetes para os juízes de Direito, cartórios e salas de audiência. O prédio possui uma área de estacionamento para 814 veículos. O local terá um auditório, restaurante e posto bancário.

Correio do Povo

Foto de julho de 2013 / Site da Mobilidade na Copa

Foto de julho de 2013 / Site da Mobilidade na Copa



Categorias:Arquitetura | Urbanismo, Prédios

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6 respostas

  1. Só eu que acho estranho esse prédio ter custado R$ 100 milhões?

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  2. O prédio é realmente muito feio, e, o pior, ocupa uma zona nobre da cidade, com vista para o guaíba. Com o preço da venda deste terreno à iniciativa privada, poderiam construir um foro e quem sabe um hospital em outros lugares e utilizar este local para algo mais marcante.

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  3. Prédio feio, de uma mesmice que dói.

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  4. O prédio é enorme, corredores infindáveis, tudo magnânimo… Até entrar numa Vara Cível. Eu não acreditei:

    O espaço mais importante, onde acontece o atendimento, nos balcões das varas, é minúsculo, muito menor do que o do Foro anterior… Em algumas, o espaço de balcão atual é a metade do anterior.

    Na vara cível do novo Foro simplesmente não cabiam, dentro da micro saletinha, as pessoas com os processos a examinar!

    Quem “planejou” isso? Sofre das ideias? Ou será articulado mal intencionado?

    Afinal, fazem tudo enorme exceto o lugar mais importante, onde os jurisdicionados, os destinatários da prestação jurisdicional, vão buscá-la!

    Isso não faz o menor sentido. As partes e, pior, os advogados, todo dia no foro, ACOTOVELAR-se-ão como em latas de sardinha em espaços minguados de atendimento.

    Como ninguém nasceu ontem, isso não aconteceu por acaso:

    Querem apequenar as partes e os advogados, minguar as forças.

    Observe a semelhança com a técnica dos famigerados call centers onde o consumidor padece numa sucessão de menus e sons infames, um empurra-empurra, para cansar; Querem que desista sem conseguir levar adiante sua reclamação…

    O acotovelamento – em local onde sobra área em tudo mais – só faz sentido como proposital para acirrar os ânimos, jogar os advogados uns contra os outros – levando-os a disputar um espacinho no balcão…

    Enquanto os advogados se acotovelam, os sociopatolobistas das corporações de telefonia que criaram essa encenação jurisdicional acabando com o Direito do Consumidor desfrutam de espaço amplo e privilegiado dentro do Foro.

    Não são os jurisdicionados são os destinatários da prestação jurisdicional?
    Não são os advogados peças essenciais a Justiça?
    Então, não podemos aceitar essa indignidade de seremos submetidos a um ACOTOVELAMENTO em espaços minguados.

    Não somos sardinhas para sermos apertados uns contra os outros!

    Ou fazemos algo, ou ficará cada vez pior

    Quem planejou isso visa desencadear, nos advogados, a Síndrome de Burnout, incapacitando-os para exercerem a defesa de direitos: http://padilla-luiz.blogspot.com.br/2013/07/acultura-superficialidade-encenacao.html

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