Conselho Superior do MP desfaz acordo das casas da Luciana de Abreu

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Jornal Metro – Porto Alegre – 14/11/2013



Categorias:Arquitetura | Urbanismo, Patrimônio Histórico

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31 respostas

  1. DELETADO

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  2. Grenalização “DERRUBA TOTAL OU PRESERVA TOTAL”. Poucos percebem que há muitas soluções construtivas capazes de edificar utilizando os casarões do Wiederspahn. Se a Cyrela fosse mais inteligente, faria um projeto conciliador que teria um valor arquitetônico muito maior que qualquer outro prédio ordinário que ela já fez. Obviamente, construtoras entendem a mente da clientela, esta caixa de comentário é um pequeno espaço amostral da burrice porto-alegrense que compra qualquer bloco medíocre. No orçamento da burrice, é melhor bancar advogados para destruir o patrimônio histórico que investir num projeto bom.

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    • Perfeito Glauber.
      Cada povo tem o governo, a construtora e os comentaristas de blog que merece.

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  3. DELETADO

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  4. Se eu fosse a empresa, doava as casas para alguma familia bem pobre.
    Ou facilitaria uma invasão, se é que vocês me entendem.

    Daria um jeito de me livrar, as casas ficariam com quem não tem condições de manter, e ai sim eu iria adorar ver se os moradores iriam ficar felizes com os puxadinhos que iriam criar ali.

    Alias, quera ver se iriam peitar eles, ja que nessa cidade o mal vem apenas das grandes empresas.
    hahaah

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    • Daí muito provalmente eles iam querer que a prefeitura “adotasse” a área. Claro, sem sair do bolso deles é muito bom mesmo….

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    • Acho que vocês não entenderam ou são muito ingênuos. Essa briga é antiga, a Goldzstein sabia que era um vespeiro mas resolveu arriscar e comprou as casas. Isso tudo faz parte do jogo, não sejam ingênuos.

      Mas meio palhaçada esse “desacordo”, até parece que vai mudar algo. A negociação já foi feita.

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  5. Nessa briga quem perdeu foi a cidade. O STJ não vai mudar o entendimento do TJRS. E quando o processo retornar, a Cyrella não vai ter motivos pra preservar nem sequer uma folha de chuchu do terreno. Parabéns, viu.

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  6. O certo agora e a construtora derrubar tudo e mandar a pqp. Será que o processo pelo descumprimento da ação vai ficar 10 anos na justiça também?

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    • Eu já teria feito isso, até porque não tem nada que a impeça.

      O MP foi sujo nessa jogadinha, fingiu querer acordar, depois descordou apenas para ganhar tempo, pois ele sabe muito bem que o STJ não analisa mérito e é bem capaz de nem conhecer o recurso especial deles.

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      • o STJ não analisa prova (o que também é uma verdade apenas parcial); mérito, evidentemente, ele analisa.

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    • A construtora não faria isso porque seria crime contra o patrimônio histórico, como estabelecem os artigos 163 e 165 do Código Penal Brasileiro, cuja detenção é prisão de seis meses a dois anos, além de multa.

      E aos que defende a destruição das casas aqui sem autorização, só um aviso, isso é apologia ao crime.

      Incitação ao crime
      Art. 286 – Incitar, publicamente, a prática de crime:
      Pena – detenção, de 3 (três) a 6 (seis) meses, ou multa.

      Apologia de crime ou criminoso
      Art. 287 – Fazer, publicamente, apologia de fato criminoso ou de autor de crime:
      Pena – detenção, de 3 (três) a 6 (seis) meses, ou multa.

      Cuidado

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      • DELETADO

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      • Manda meu nome pra policia.

        Sou um marginal apoiando esse crime.
        hahahaha

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      • Como, meu caro amigo, vai ser tipificado como crime contra o patrimonio histórico se as casas não foram reconhecidas como tal? Pode me explicar a tua teoria?

        E sim, eles podem destruir a hora que quiser, basta tu ler o acórdão do TJRS e perceber que RESP não tem efeito suspensivo.

        E quanto ao incitar o crime, prefiro nem comentar.

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      • Ainda bem que negativar o teu post *ainda* não é apologia ao crime!

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      • Vai te acostumando, o pessoal aqui só quer cumprir lei que concorda.

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        • para que uma lei tenha de ser cumprida, caro colega, é preciso que o fato se amolde à norma – é a famosa subsunção fato-norma. considerando que as casas não são patrimônio histórico até o momento – e nem serão, dado o andamento do processo -, não há problema algum em incentivar a destruição. ademais, o crime de apologia pressupõe uma noção de ingerência do sujeito ativo (incentivador do crime) em relação ao passivo (construtora), o que não me parece ser o caso dos comentaristas do Porto Imagem em relação à Goldztein. Não se trata de não querer cumprir a lei (ainda que determinadas leis não devam mesmo ser cumpridas, por inconstitucionalidade, ilegalidade por razões de hierarquia e forma), mas de considerar que o fato em questão, e qualquer um consegue ver (até tu, confio em ti), não se enquadra no modelo legal.

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        • Para derrubada ser legal a prefeitura não autorizar essa demolição como tu mencionou abaixo?

          Fora isso, sugiro ir lá e protestar pela derrubada, já que isso não é crime. Só não esquece de furar o sinal vermelho se for de madrugada. Eu posso estar caminhando nas redondezas e isso me faz “não de bem”.

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        • Deveria ser “a prefeitura não deve autorizar”.

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      • huahauahau só para que fique claro: até o momento as casas não são consideradas patrimônio histório. e só não foram derrubadas porque a prefeitura nao concedeu a autorização de demolição.

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      • DELETADO

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        • Não podemos exigir ética e respeito da classe política e no nosso dia a dia não respeitar as leis.

          Para uma casa ser demolida, ela necessita de um alvará de demolição, simples assim. Demolir ela sem o alvará seria crime, e defender este ato é fazer apologia.

          E as pessoas que realmente acompanharam o desenrolar deste processo sabe que as casas foram retiradas da lista sem justificativa. Como algo pode ser patrimônio um dia, e não ser patrimônio no outro?

          Como bem cultural edificado é um bem não-renovável, cada casa é única, não é a manutenção bem que tem que ser justificado, mas a sua derrubada.

          Caminhem pelo Moinhos, pelos arredores de Padres Chagas, Maurício Cardoso, e reflitam sobre o que faz daquele bairro um espaço tão querido pela população. Perder essas casas é perder a possibilidade de ampliar a zona boemia e requintada que acontece no local. É um ato contra a cidade.

          Mas enfim, é necessário sensibilidade para entender isso…

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  7. porque esse país é uma vergonha. só o tempo decorrido para definir se as casas devem ser preservadas já justificaria que a construtora botasse tudo a baixo. piada.

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  8. Não entendi. Por que o acordo foi desfeito?

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    • Deve ser pq não se contentaram em manter só 3 casas, queriam preservar até o poste no meio fio já que o cachorro do irmão do alemão dono do escritório que supostamente projetou uma das casas certa vez parou para fazer xixi nele.

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  9. IN-SE-GU-RAN-ÇA JU-RÍ-DI-CA

    Que fique o recado: O Brasil não é um país sério!

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