Aeromóvel amplia horário de funcionamento a partir de hoje

Definição do início da operação comercial depende do andamento de testes estáticos

Foto: Divulgação/Trensurb

Foto: Divulgação/Trensurb

A partir desta segunda-feira, a Trensurb amplia o horário de funcionamento da linha aeromóvel das 6h30min às 16h, ainda em dias úteis somente. A operação assistida seguirá acontecendo com o veículo A100, sem cobrança de passagem.

O A200, com capacidade para 300 passageiros, continua na fase de testes estáticos e, na próxima semana, deve começar a circular na via para os testes dinâmicos, ainda sem passageiros e fora do horário de operação aberta ao público. A definição da data de início da operação comercial depende do andamento desses testes.

No último dia, o Aeromóvel registrou a maior demanda ao transportar 2.726 pessoas num total de 108 viagens, um recorde até aqui – o maior número de usuários havia sido no dia 14 de outubro: 1.719. A média de passageiros transportados normalmente durante o período de operação assistida do sistema é de cerca de 1.400 pessoas por dia em 72 viagens.

Correio do Povo



Categorias:Aeromóvel, Aeroporto Internacional Salgado Filho

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9 respostas

  1. Nota 10 para esse tipo de transporte. Deveria ser implantado em toda a Cidade. Nós não precisamos de metrô que é muito oneroso para os cofres públicos.
    Eu só não consigo entender que horário idiota é esse, até às 16 horas e somente de segundas a sextas. Esse horário é típico de quem não gosta muito de trabalhar: é horário de repartição pública.

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    • É horário de um sistema que está em testes e não tem o objetivo de falhar durante um teste no horário do pico. Se já é feito assim com linhas de metrô convencional, porque não seria feito com uma tecnologia nova também?

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      • A EPTC não teve o cuidado de informar a população, que é quem paga por tudo isso, que esse horário seria apenas em período de testes.

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        • Quem te que divulgar esse tipo de informação (e o faz), é a Trensurb, responsável pelo funcionamento do sistema.

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  2. PqP….quanta dificuldade pra fazer rodar um trenzinho desses. Credo.

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    • É uma tecnologia nova bem dizer (passou 30 anos adormecida no gasômetro e sub-utilizada em Jacarta) fora que pra fazer um APM tudo precisa estar funcionando corretamente, afinal, não da pra colocar um trem que, bem ou mal, vai funcionar sozinho, levando pessoas correndo o risco de dar pane. Já disse antes, essa linha é o laboratório para as próximas linhas, todos os problemas tem que ser detectados nela.

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  3. Minha maior curiosidade é sobre como funciona a mudança de via, pra ver como é feito para a barra que sustenta a “vela” desviar do trilho. Nessa última semana o usei e já da pra ver que a outra via/estacionamento já tem os trilhos e inclusive a conexão, mas como o pessoal tava la trabalhando não fui encher o saco deles.

    Mas como o Diego Abs costuma visitar o blog, seria interessante se ele trouxesse um vídeo ou algo assim.

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    • O aparelho do desvio é um pouco mais complexo do que os desvios tradicionais de linhas férreas, justamente pela necessidade de passar a haste da vela sem interferência.

      Se você olhar pra um aparelho de desvio, existem dois pontos onde a fenda (por onde haste da vela corre) intercepta o trilho (por onde a roda corre), tens o seguinte:

      No primeiro ponto, o trilho é reto e estático, e a diferença é um simples “gap” na intersecção. Este gap é relativamente curto, e a estabilidade do sistema se dá pelo resto do veículo estar preso (vela no duto e outra roda no trilho).

      No segundo ponto, o trilho é curvo e móvel, e a diferença é menos trivial. Continua a ideia do gap na intersecção, mas muda o sistema de atuação que move o trilho. Como efetivamente temos dois pedaços de trilho, você precisa de um sistema que atue ambos os pedaços de maneira síncrona.

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      • Ou tu tem muitos desafetos por aqui, ou os trols invadiram o blog…
        Pra que negativar uma explicação sem ao menos apontar um erro ou equívoco?

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