Urbanistas de todo o mundo ficam incrédulos com o descaso de Porto Alegre com sua orla

Importante: este post é repetição de matéria publicada no dia 11 de outubro de 2008, aqui no Blog. Vejam que nada mudou. 

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Orla de Porto Alegre. Sem nenhum investimento.

Veja o que disseram alguns dos palestrantes do fórum Porto Alegre, Uma Visão de Futuro, promovido pela Câmara Municipal em meados do ano [2008].

O urbanista espanhol Jordi Borja foi responsável pelas transformações na orla de Barcelona no período que antecedeu as Olimpíadas de 1992.

Jordi destacou que a orla tem um potencial extraordinário a ser explorado:

– Porto Alegre, pelo que vi, não oferece uma imagem muito atrativa. Então, uma grande oportunidade é melhorar o urbanismo da cidade, dos espaços públicos. O porto é uma grande oportunidade. Se fala muito no turismo, mas o mais importante é o atrativo para os próprios moradores. É uma questão de justiça social – disse o espanhol.

O arquiteto americano Charles Duff  afirma que  para que uma cidade seja mais atrativa no futuro, os administradores públicos de Porto Alegre precisam tornar o ambiente urbano em um loca l atrativo para seus moradores. “Caso contrário, os habitantes abandonarão os grandes centros rumo à qualidade de vida em outro lugar”,

Ao elogiar o potencial da orla do lago Guaíba, Duff reiterou a necessidade de se construir no local, estabelecimentos comerciais, ciclovias e parques públicos. “Desta forma, a orla além de virar um atrativo turístico,  gerará crescimento sustentável a Porto Alegre”

Conforme o palestrante, uma orla revitalizada pode ajudar e seria capaz de competir com a área do bairro Moinhos de Vento em termos de restaurantes e cafés. “As áreas das cercanias de uma orla desenvolvida se tornariam gradualmente mais atrativas”, frisou.

 José Paulo Mateus, Arquiteto português e Professor da Universidade Internacional da Catalunha, de Barcelona (Espanha), e fundador da Trienal de Arquitetura de Lisboa, visitou Porto Alegre e ficou impressionado com a cidade.

Ele acredita que a Capital tem beleza “espantosa” e pode atrair visitantes de fora – se souber aproveitar o potencial do Guaíba.

Para ele, o recém-inaugurado edifício da Fundação Iberê Camargo vai gerar uma peregrinação de arquitetos à cidade. Leia a entrevista:

– Qual foi a sua impressão sobre os potenciais de Porto Alegre?

José Mateus – Há cidades onde nós, passado um dia, não conseguimos identificar aspectos fortes que possam ser utilizados para reforçar a identidade e a capacidade de atrair pessoas. Mas aqui achei aspectos muito interessantes e fortes, como a topografia e a arborização. Um dele é a presença do Guaíba, que tem uma beleza, uma configuração e um potencial incríveis.

O Guaíba deveria ser o enfoque de qualquer plano para a cidade. Ele é espantoso.

Não sei se a gente de Porto Alegre consegue ter consciência disso, mas para quem vem de fora é algo notável.

– Esse potencial está sendo mal aproveitado?

Mateus – Há cidades onde chegamos e percebemos que a vida é atraída para um lugar.    Estive em Pisa, na Itália, há pouco tempo, e a vida flui em direção ao rio, que é um rio bastante modesto, mas que atravessa o Centro. À noite, as pessoas todas se aglomeram ali.

Aqui, a sensação que eu tive ao circular de automóvel ao longo da orla ribeirinha era de que não havia uma presença de atividade humana, de funções e de dinamismo que tirasse partido do rio.

Deveria haver uma ligação entre esse espelho extraordinário de água e a cidade, produzindopontos de atração, fluxos de ciclovias, equipamentos culturais, equipamentos lúdicos, etc.

Eu circulei e vi imensa vida pela rua afora. Mas vi que era uma área decadente.

– Porto Alegre tem potencial turístico?

Mateus – Quanto mais a cidade tiver pontos de atração como o rio, mais atraente se torna para quem vem do Exterior.  Porto Alegre tem uma beleza extraordinária da zona ribeirinha que pode aproveitar. E agora tem o Iberê. Acho que vai haver uma peregrinação de arquitetos e depois de muita gente a Porto Alegre. Será um efeito Bilbao (cidade espanhola que passou a atrair visitantes depois de inaugurar um museu de arquitetura arrojada). Com a diferença de que Bilbao é feia. Cheguei aqui e fiquei surpreendido: esta cidade tem imenso potencial !



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44 respostas

  1. Algo bem simples em Fortaleza: não bastasse seu bonito calçadão, algo bem simples: um belo píer, e muita vida dia e noite nele:

    http://t3.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcTjq9w4zpVh3U2QxDQ2_MTk18j9PzVci7x0EdA4VRHUj0LoCbpMcA

    Com muito verde: orla de Santos…

    http://t3.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcTmyH8I116NJRZDyNBswJnPQm3rkG2W1_IgXhm_2dprpwCHc6fneA

    E Vitoria:

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  2. “Duff reiterou a necessidade de se construir no local, estabelecimentos comerciais…”

    kkkk estabelecimentos comerciais na orla de POA… isto é uma afronta aos xiiitas desta cidade! Propor isto é quase como largar um ateu no meio de fanáticos religiosos.

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  3. Nossos gestores públicos não conhecem e não sabem nada sobre investimentos para a orla do Guaíba. Suas ilhas localizadas no delta poderia ser totalmente muito bem exploradas para o turismo. O que falta é visão e administração de gestão por parte de todos os nossos representantes políticos.

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    • Isso é verdade também. Poderiam fazer resorts, spas, retiros em algumas ilhas do Guaíba. Falta visão. Imaginem um mirante em uma das ilhas do Guaíba com vista para Porto Alegre, Região Metropolitana e Litoral? Seria fantástico.

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  4. Mesmo que o Guaiba não seja mar, pode e deve haver infraestrutura para haver condições de frequentarmos e, principalmente, para haver VIDA na orla.
    Lembro de uma vez que, a noite, caminhei durante uma hora, do Copacabana Palace até metade de Ipanema. Durante toda minha caminhada noturna passei por vários quiosques lindos cheios de gente, passei por pessoas sentadas nos bancos do calçadão, pessoas caminhando… e na hora pensei como seria se eu fizesse uma caminhada semelhante do Barra até o Centro. Pensei que, mesmo que a orla fosse toda arrumada, toda bonita… se não houvesse opções de lazer pela orla (bares, quiosques, píers…) não adiantaria nada a orla ser arrumada, pois seria sem vida, seria morta.
    (nem preciso dizer que seria também sem segurança)

    Lembro de outro episódio, agora em Porto Alegre. Era uma noite quente de um fim de semana de janeiro. Eu fui a Ipanema a noite (na nossa Ipanema!).
    Lá estava uma delícia, e CHEIO DE GENTE na rua as onze horas da noite. Vários bares, todos cheios. E no calçadão, pessoas caminhando e muita, muita, muita gente sentada nos bancos do calçadão, Gente tomando sorvete, batendo papo… todos sentados no calçadão nos vários bares e restaurantes que existem lá.

    É disso que precisamos desde lá do Gasômetro. Infraestrutura, opções de lazer, vida. E nada disso vai destruir e muito menos privatizar a orla.

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    • O bairro Ipanema é bem longe do Floresta, onde moro. Algo do tipo começando na orla do Gasômetro seria excelente, pois iria atrair todo o público residencial do Centro, Floresta, São Geraldo, Bonfim, toda essa região do Centro e da Zona Norte da Capital e também o pessoal da Zona Sul, pessoal da Tristeza, Cristal…

      Espero estar vivo para ver isso.

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  5. A porcaria que está a orla é culpa EXCLUSIVA do Poder Público. Só tem ubandistas lá porque a área é abandonada, motivo pleo qual eles – os ubandistas – não sentem constrangimento algum em deixar a sujeira por lá.

    A revitalização bem feita da orla poderia catapultar POA para a elite das cidades brasileiras. A criação de espaços públicos interessantes não precisa ser uma obra faraônica; basta que seja bem organizado, bonito e funcional. Fazendo isso, e estimulando a instalação de empreendimentos que propiciem a reunião de pessoas, como hotéis, restaurantes e bares, além de prédios comerciais de grandes empresas, a fim de criar um skyline realmente interessante, POA ganhará outra cara.

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    • Concordo.
      E infelizmente acho que NUNCA termos uma orla assim como tu descreveste… uma orla com infraestrutura à altura – ou superior – a de Copacabana, Ipanema, Beira Mar Norte (Floripa), orla-jardim de Santos, orla de Vitória,
      orla de Iracema (Fortaleza) , que tem um lindíssimo píer ….

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      • A coisa mais “nonsense” é comparar a orla de Porto Alegre com orlas de cidades com praia de MAR. Temos que comparar a nossa orla com cidades que possuem também uma orla lacustre ou fluvial. Afinal pode-se ter uma orla decente mesmo sem existir balneabilidade e com clima frio. Temos bons exemplos de orlas muito bem estruturadas de cidades margeadas por lagos ou rios. Chicago nos EUA é uma delas.

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        • A gente não tem orla nem comparável a Guaíba, do outro lado do rio.

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        • Na Beira-Mar Norte, em Floripa, ainda que seja mar, não existe praia e, mesmo nas pequenas partes onde existe praia, ela não é balneável. Acho que é um bom benchmark para Porto Alegre. Lá, como aqui, já tem uma via expressa separando a cidade da água, mas pelo menos na orla, eles tem ciclovia, calçadão, iluminação, equipamentos públicos de ginástica, pier, alguns quiosques, etc.

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      • Olha, do ponto de vista da infraestrutura, a orla de Copacabana ou Ipanema não é nada, nada interessante (embora evidentemente atividade humana ali seja vibrante). É simplesmente uma faixa de areia, seguida de uma mega via expressa, seguida de uma paredão de edifícios. [Isso para não mencionar o caso da praia do Vidigal, aka praia do Hotel Sheraton.]. A Beira Mar Norte em Floripa, pelo que eu vejo na internet, é bem similar.

        O parque do Flamengo no Rio está muito mais próximo de um modelo a ser seguido, embora também tenha uma mega via expressa que deteriora substancialmente a qualidade da área.

        Várias praias em Floripa (uma que eu conheço bem é a Praia dos Ingleses) são ainda piores: tem construções privadas direto na orla. Em vários locais só se acessa o mar através de vielas que os proprietários tiveram a bondade ou foram obrigados a construir.

        Sublinho essas palavras do Jordi Borja: “Se fala muito no turismo [e como se fala em turismo ness blog!], mas o mais importante é o atrativo para os próprios moradores. É uma questão de *justiça social*”.

        E eu acho muito melhor a orla continuar como está até que algum projeto de bom-senso ganhe momento do que ver a orla do Guaíba virar uma Beira Mar Norte.

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        • “[e como se fala em turismo ness blog!]” …. não sei se tu te deu conta, mas é um dos principais focos do Blog, o turismo, enquanto atividade econômica, de geração de renda. Não somos um blog “social”. Tem vários outros com esse intuito.

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        • Gilberto: É claro que podemos pensar no turismo, mas eu acho que se um turista quer ir para um lugar inventado, ele vai escolher a Disneilândia, ou um resort no Nordeste, e não uma cidade; uma cidade atrai turistas pelas coisas que acontecem organicamente, anteriormente ao turismo. Por exemplo, eu consigo imaginar meus primos do interior visitanto Porto Alegre para ver um jogo de futebol, ir na Lima e Silva, assistir a um show, ir a um museu, ou pelo comérico.

          Portanto, se a orla do Guahyba não for um lugar interessante para o porto-alegrense mediano, nunca vai ser um atrativo turístico. É uma situação totalmente diferente da de Imbé, que vai sim atrair veranistas se construir infraestrutura para veranistas, mesmo que essas não façam sentido algum para a população local.

          Assim, eu acho que não faz muito sentido pensar Porto Alegre, e a orla em particular, sob o ângulo do turismo (o que evidentemente não é dizer que devemos ignorar totalemente esse aspecto).

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  6. Porto Alegre possui imenso potencial turistico o que falta é potencial intelectual , criativo e planejamento deste administradores pùblicos municipais imbecis que somente pensam em fazer mídia na impressa e votos nas eleições.

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  7. E a unica coisa que a prefeitura faz é construir uma via expressa para veículos.

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    • A via sempre existiu, apenas colocarma mais uma faixa, ja que são poucas as vias que ligam a zona sul para o resto da cidade.

      Não vai mudar em nada, apenas facilitar a vida de quem faz esse caminho.

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  8. Enquanto a prefeitura achar que o que é legal de pôr na orla é uma subestação de energia elétrica e um viaduto com estaios, vai continuar assim. Nem sequer um calçadão temos, depois de sextuplicar a beira-rio o que vamos ganhar é uma faixa de asfalto para pedestres e ciclistas. Não que não seja um ganho em relação ao que tinha, mas é muito pouco.

    Mas claro, dá para empurrar a culpa para minorias. Como se só houvessem macumbeiros, naturebas, etc em poa.

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    • Falou tudo, Felipe !
      O comentário sobre a macumba foi extremamente infeliz. Não que a sujeira que fica não seja condenável. É condenável, sim ! Entretanto o comentário foi de extremo preconceito, só para usar uma palavra suave, ao chamá-los de “aqueles macumbeiros FDP”. Primeiro, porque poderia ter escrito “ubandistas”. Todos somos inteligentes em saber que as palavras podem consolidar outros sentidos, e portanto sabemos que falar “macumbeiro” tem o significado, sim, de depreciar, fato inegável se for antecedido por pela palavra “aqueles”. Sem falar no FDP.
      Bom, eu não sou ubantista. E nem aprovo aquela sujeira que fica após os rituais. Mas eu acho odioso que as pessoas tratem a sujeira do ritual religioso com xingamentos implícitos que passam a idéia de os ubandistas serem responsáveis por todo o mal de tudo, de serem o diabo, de serem seres atrasados, quase bichos nojentos, e não usam esta conotação quase nazista para quem joga lixo no arroio dilúvio, por exemplo.
      Essas pessoas devem odiar o fato de Porto Alegre ser um dos lugares mais ubandistas do país. E mais: essas pessoas já expressaram aqui mesmo no blog seu nojo por Porto Alegre ter desfiles de escolas de samba!!!

      Então, convenhamos: o GRAVE em Porto Alegre é ter o cartão postal do Gasômetro constituido por barrancos – sim, bar-ran-cos – e barro, um lugar completamente selvagem no mau sentido;
      somado ao fato de aquela orla e a do Marinha ter um paredão que maricás, que nos prejudicam duplamente, abrigando mendigos e barracos no mato, e formando um paredão que impede não só o acesso ao Guaiba, como tapa a vista !
      Na Diário a situação é mais feia ainda, são matagais densos, crateras, barro e favelinhas escondidas no mato; o paredão que tapa a vista do Guaiba é mais alto ainda, e essa vegetação não tem função ecológica nenhuma naquilo que é um aterro.
      O GRAVE na nossa orla é a proibição de ter atividades na orla – ausência total de bares, restaurantes, lazer qualificado – e nada disso tiraria o acesso livre a orla – possibilitanto VIDA, movimento, atividades e convívio com a orla, dia a noite.
      O GRAVE são as mansões e as favelas que privatizaram toda a linda e recortada orla da Assunção, Tristeza, Conceição, Pedra Redonda, Guarujá.

      Portanto, nem mesmo a falta de cuidado, coisas quebradas e lixo na orla são nosso grande problema: o problema é a concepção básica da orla, que é totalmente impeditiva ao acesso a ela, e impede qualquer tipo atividade humana nela.

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      • que entulho de ideias desse RicardoH. é devido a esse tipo de pessoa que Poa tá nessa m… toda!

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      • Eu li sobre os Ubandistas ali em cima mas em nenhum momento me passou pela cabeça que eles fossem os responsáveis por todos os problemas, mas sim, por parte deles.

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    • Muda o disco, meu deus do céu. A obra já aconteceu, não adianta ficar chorando todo santo post que tu publica. Vamos incentivar a revitalização da ORLA, sabe? Aquela que ta jogada, cheio de mato e mendigo.

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      • Ué, o dia que mudar a visão de cidade não precisa mais reclamar sobre as decisões tomadas aqui pela prefeitura. Caso tu não tenha percebido, o viaduto e a subestação estão na ORLA, sabe? E se começassem hoje, os projetos seriam os mesmo.

        Mas se tu quiser mudar o disco e debater ideias em vez de ficar só falando mal dos outros acho que daí sim podemos nos entender melhor.

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        • Concordo plenamente, mas ao mesmo tempo devemos usar essa energia pra pensar em como resolver, senão vamos continuar com esse ciclo destrutivo comum em todo gaúcho de ficar se “remoendo”.
          Já que esta é a realidade, o que podemos fazer, e ajudar a partir de AGORA?

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    • Bem isso aí! Como houvesse uma horda de xiitas zumbis impedindo o DMLU de recolher o lixo ou a SMAM de plantar alguma árvore ou recolher galhos caídos ou ainda outra secretaria qualquer delinear os caminhos com pedras ou arbustos…

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  9. Post excelente!

    Gilberto, acompanho o blog há anos. Ora mais, ora menos, mas sempre estou presente.

    Adoraria que você pudesse comparar quais eram as expectativas do blog quando POA foi escolhida como sede da Copa com o que realmente virou realidade neste longos 6 anos desde a escolha.

    Claro que, para a maioria, a resultado é óbvio e decepcionante. Porém, seria interessante comparar nossa euforia anos atrás com a frustração atual.

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  10. Gilberto, sobre o Guaíba, esses dias estive na Zona Sul e pude constatar que aqueles macumbeiros FDPs continuam sujando a orla com todo tipo de alimento e restos de animais. A prefeitura, claro, não faz nada porque, supostamente, estão no livre exercício religioso, um verdadeiro absurdo em pleno século XXI. O sujeito pode criar um culto religioso onde os fiéis devem defecar nas ruas como oferenda e ninguém fará nada, pois todos têm direito à expressão religiosa. Só no Brasil mesmo.

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    • Concordo plenamente. É quase impossível aguentar o cheiro de animais em decomposição na orla. Mas os patrulhadores de plantão, ao menor sinal de crítica, já saem dizendo que é preconceito, racismo, blá, blá,blá… Mas façamos o seguinte, os que apoiam a prática de colocar animais mortos nas vias públicas ofereçam suas propriedades para tais práticas !

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    • Eu tenho uma vizinha que namora um macumbeiro.

      As vezes ele faz umas macumpas na esquina de casa.

      PQP, que nojo.

      Pior é quando se espalha os restos, ou quando algum carro passa por cima, um nojo total.

      É um absurdo isso.

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      • Exatamente Fernando! Dentro de sua própria propriedade, cada um pode expressar livremente o que bem entender!

        Mas em locais públicos é errado. Porque? Pois todos os cidadãos tem direito e liberdade de se expressarem desde que não interfiram na liberdade e direito do próximo. Ou seja, se alguém se sente incomodado com “macumbas” em locais públicos, a pessoa perde instantaneamente o direito de fazer isso naquele lugar.

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