Prefeito aponta dificuldades nas obras

Foto: Gilberto Simon. Arquivo Porto Imagem

Foto: Gilberto Simon. Arquivo Porto Imagem

Ao fazer um balanço de 2013, o prefeito José Fortunati lembrou algumas dificuldades imprevistas que acabaram alterando os cronogramas das obras. Como exemplo, ele citou a descoberta de um sítio arqueológico no canteiro da avenida Voluntários da Pátria, que paralisou os trabalhos por cerca de oito meses. Fortunati também criticou a ação do Judiciário no caso que envolvia o corte de árvores no leito da avenida Beira-Rio.

“A cidade possui 1,3 milhão de árvores, 603 praças e nove parques. Somos referência para América Latina e por causa de meia dúzia de árvores se criou uma celeuma. O próprio juiz admitiu ter concedido a liminar pelas manifestações populares. Infelizmente tivemos de aprender a conviver com esse tipo de posicionamento do Poder Judiciário”, reclamou.

Entre as melhorias, o prefeito voltou a considerar a duplicação da avenida Tronco como a mais importante e complexa. De acordo com Fortunati, a obra está prevista pelo Plano Diretor desde 1979. Entretanto, a necessidade de realojamento de 1450 famílias tem dificultado os andamentos. “Cerca de 50% dos municípios gaúchos não possuem essa quantidade de famílias em seus núcleos urbanos. Não houve despejos como alguns afirmam e todo o processo foi conduzido com muito respeito às pessoas”.

Affonso Ritter



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24 respostas

  1. É muita cara de pau afirmar que os procedimentos adotados contra os moradores da Av. Tronco tenha sido conduzido da melhor forma. Não parece que isso seja verdade, em que faltou tudo, transparência, vontade política para implementar a construção de novas moradias, enfim, faltou de tudo ou seja, respeito aos cidadãos que moravam nesta área há vários anos.

    E mais uma vez este cidadão volta a atacar os moradores para justificar sua incompetência frente ao Paço Municipal.

    Tudo é uma questão de tempo, senão vejamos, é só esperar o próximo pleito na cidade de Porto Alegre para varrer para sempre esse grupo que praticou as mais variadas atividades comerciais a fim de beneficiar o ente privado.

    Enfim, um caos total, e Agora José????

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  2. “A cidade possui 1,3 milhão de árvores, 603 praças e nove parques.”
    E nem 10% desses bens recebem conservação e cuidados pela nossa maravilhosa prefeitura.

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  3. As crianças não brincam mais nos seus jardins porque estão sentadas em frente ao computar e etc….
    Concordo que adotamos o estilo americano de viver ( infelizmente).
    A Av. Tronco esta no plano diretor desde 1979 mas na década de 50 parte dela estava iniciada atrás do Postão da Vila dos Comerciários ( ou Cruzeiro) tinha até meio fio só faltava pavimentar a rede de esgoto já estava pronta e ela seguia com duas pistas por um bom pedaço.
    Este bairro ainda não havia sido invadido era só campo….deixaram tudo acontecer agora é isso aí que esta…..

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    • Essa guria só escreve M…

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      • A insegurança urbana é real e limitante, sim senhora. Quem já não sentiu na pele, tem conhecidos que sofreram ou ouviu falar de inúmeros casos de violência verdadeira e opressiva.

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        • Eu tenho muitos amigos e conhecidos que já sofreram na pele essa insegurança urbana. E não é coincidência que em todos os casos, as vítimas estavam de carro.

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        • A violência existe e ela não nega. O ponto é que isso não justifica o que se faz em nome dela (pois não traz segurança)

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    • Se eu entendi o ela quer dizer, ela afirma que as pessoas andam de carro não pela insegurança, mas por “mudança dos tempo”. É isso?

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    • A violência urbana existe sim e as pessoas estão cada vez mais com medo. Não é por um estilo americano de vida, e sim por medo, que as pessoas se trancam em carros e espaços privados. Já é a segunda bobagem que essa guria escreve… acho que nasceu na escola ZH de bobagens.

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      • Não entendi isso, entendi que andar de carro não traz segurança mas é usado como “desculpa” a insegurança para fazer tudo de carro.

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    • Levanto mais uma questão: a insegurança aumentou por que estamos menos nas ruas? ou estamos menos nas ruas porque aumentou a insegurança?

      Gilberto, seria bom um post só disso…..

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  4. Milagre ele não citar o caso da areia do Jacuí. Deve ser porque as obra do BRT estão tão mal que o melhor é ficar me silêncio sobre o caso.

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  5. Tá loco, o cara só se afunda!

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    • dificil é encontrar alguém da imprensa tradicional que reverbere essas reclamações. Incrivelmente, a ZH tem mostrado algum lado crítico nisso tudo, embora não tenha demonstrado ensejo em se aprofundar na discussão (como já era esperado). Por outro lado, no Jornal do Comércio, só o que vejo são colunistas amigos do prefeito. De certo, acreditam que Porto Alegre é Pasárgada.

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      • Isso é verdade, o Jornal do Comércio tem se mostrado um porco parcial para o lado da Prefeitura. Até não entendo, pois é um jornal que sempre pregou ideias conservadoras, e o prefeito, já foi do PT.

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    • O mais triste é que muita gente cai na conversa.

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  6. “A cidade possui 1,3 milhão de árvores, 603 praças e nove parques. Somos referência para América Latina e por causa de meia dúzia de árvores se criou uma celeuma.”

    Traduzindo: “Tem muita árvore, vamos cortar algumas, não dá nada!”

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  7. FelipeX ,a Prefeitura inspira-se claramente na máxima de Goebbels : repita mil vezes uma mentira q ela transforma-se em verdade .

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  8. Continua insistindo que a questão são meia dúzia de árvores. A desinformação é uma ferramenta poderosa nessas horas mesmo. vadebici.wordpress.com/2013/02/15/o-parque-do-gasometro/

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    • FelipeX,esse prefeito é mestre em usar da falácia Straw man(Espantalho) para tornar mais fácil criticar um argumento.

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