‘Rolezinho’ no RS tem funk em praça de alimentação apesar de liminar

FELIPE BÄCHTOLD, DE PORTO ALEGRE

Foto: Moinhos Shopping

Foto: Moinhos Shopping

Um dos shoppings mais luxuosos do Rio Grande do Sul foi à Justiça para barrar o primeiro “rolezinho” de Porto Alegre, marcado para este domingo (19). O evento foi mantido, mas reuniu poucos participantes.

A direção do Moinhos Shopping, que fica em uma das áreas mais nobres da capital gaúcha, solicitou uma liminar determinando que os participantes deixassem de se manifestar nos limites do shopping e que fosse permitida a revista de pessoas no local. Também pedia autorização para impedir a entrada de menores de idade desacompanhados.

Na decisão, a juíza responsável proibiu somente atividades que pudessem “interferir no funcionamento” do local. No horário marcado para o encontro, agendado via Facebook, um oficial de Justiça entregou uma notificação judicial a um dos organizadores.

O analista de sistemas Fábio Fleck, 27, que recebeu a ordem judicial, diz que a intenção do evento era prestar solidariedade aos participantes de “rolezinhos” de São Paulo que foram barrados nos shoppings nas últimas semanas. “É uma crítica à desigualdade social. O movimento está sendo criminalizado, o que não pode acontecer”, afirmou.

A segurança privada do shopping foi reforçada. Policiais militares também acompanharam a movimentação do lado de fora.

Em um primeiro momento, porém, o encontro reuniu mais jornalistas do que ativistas. O grupo, de cerca de dez pessoas, caminhou pelos corredores do shopping, deu entrevistas sobre o tema e se dispersou.

Pouco depois, um outro grupo, mais agitado, chegou ao centro de compras para participar do “rolê”. Integrado por militantes da União da Juventude Socialista, organização estudantil ligada ao PC do B, 12 jovens cantaram músicas de funk pelas dependências do estabelecimento comercial e chegaram a entrar em lojas.

Em uma loja de vestidos, tiraram peças do mostruário e deixaram os responsáveis apreensivos. “Não vou levar porque é muito caro”, disse, em tom de brincadeira, um participante do movimento.

Em um estande da Ferrari, os manifestantes provaram óculos de sol. Mais tarde, foram à praça de alimentação tomar sorvete e deixaram o shopping em seguida.

O conselheiro tutelar da região, Cristiano Pinto, acompanhou o evento e diz que houve manifestações de racismo de moradores do bairro que pediram “providências” contra o ato e contra a presença de “maloqueiros”.

A direção do shopping afirma que foi à Justiça para garantir o funcionamento normal do estabelecimento. Com várias lojas de grifes, o shopping funciona anexado ao hotel Sheraton, um dos principais do Estado.

FOLHA DE SÃO PAULO



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108 respostas

  1. Manda estes maloqueiros da Juventude Socialista fazer rolé em Cuba pra ver o que acontece!!!!!!!!!!!

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  2. Maloqueiro virou raça agora!?

    Hahahaha, os caras não tem nem vergonha de proferir tanta asneira.

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  3. Falou TUDO, Julião.

    1 – A militância acabou com “diversão” da gurizada, porque, ao contrário do que dizem os “doutores” e os políticos esquerdóides, eles não queriam fazer revolução alguma, só se divertir em grupo

    2- A festa saiu do controle porque acabou juntando gente demais, com o uso da internet.

    3 – Agora, com essa mídia toda, só vai comparecer os militantes em busca de sua revolução anticapapitalista mesmo.

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  4. A militância acabou com “diversão” da gurizada, porque, ao contrário do que dizem os “doutores” e os políticos esquerdóides, eles não queriam fazer revolução alguma, só se divertir em grupo (a festa saiu do controle porque acabou juntando gente demais, com o uso da internet). Agora, com essa mídia toda, só vai comparecer os militantes em busca de sua revolução anticapapitalista mesmo.

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  5. O bom do Praia de Belas é que eles nem precisam se preocupar com rolezinhos, afinal todo fim de semana a tigrada faz rolezinho lá ao natural, sem precisar convocação.rsrs

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    • Sim, onde já se viu essa gente sem condições financeiras usar a infra da cidade onde moram né? Para isso que criamos bairros “populares” afastados, para jogar eles bem longe. E que só venham aqui quando for para trabalhar pelo salário miserável que pago para eles e que voltem para lá logo.

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      • Na verdade sempre puderam ir a qualquer shopping pessoas de qualquer classe social, agora sim que vão ser barrados de entrar, pois chegam fazendo baderna e gritando.

        E pra piorar vem os “super intelectuais” que pensam que a elite não quer que essas pessoas frequentem o mesmo ambiente, só que nem rico e nem pobre pode fazer baderna, e se fizer deve ser repreendido.

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        • Acho que tu não leu o que o Ricardo escreveu acima né? Ele nem está falando de rolé.

          Inclusive eu já fui no Praia de Belas em dia de passe livre e não tinha ninguém gritando ou fazendo “baderna”. Mas tinha muita gente de classes mais pobres sim, e muita gente tem medo/preconceito disso como o Ricardo.

          Mas enfim, só por usar o termo “baderna” já dá pra concluir muita coisa.

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        • Felipe X, então exatamente como você mesmo concorda, antes dessa onda de rolezinho sempre foi permitido a entrada de qualquer pessoa, só que agora eles vão para criar um evento de desordem e gritaria, isso que está errado e não o fato de eles entrarem, até porque como você mesmo concordou sempre teve pessoas de classes mais pobres e esse direito nunca foi negado para essas pessoas.

          E não falei que estes que frequentam o Praia de Belas fazem baderna até poderia ter os que faziam mas era controlado tranquilamente, assim como pode ter um rico de terno bêbado fazendo baderna e deve ser controlado, o problema que agora se trata de um evento com muitas pessoas que fogem do controle.

          Espero que tu esteja me entendendo, o problema são os extremismos de pessoas que querem defender de qualquer maneira dizendo que eles estão certos, sem analisar todos os pontos assim como não podemos ser rigorosos ao ponto de dizer que ninguém mais com aparência de pobre possa entrar em um shopping.

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        • Já fui no Praia de Belas em dia de passe livre que estava cheio de gente nitidamente das classes populares (mães e pais de famílias tomando sorvete, olhando as vitrines) tudo na santa paz e tb já fui em dia que tinha baderna, em que os banheiros foram fechados pelo estado calamitoso que ALGUNS MUITOS arruaceiros os deixaram. Importante frisar que QUANDO ocorre baderna, algumas das pessoas que mais sofrem são os atendentes das praça de alimentação, que, sua grande maioria, são pessoas muito pobres. Imagine só: o cara trabalha que nem um condenado na praça de alimentação em pleno domingo, com gente fazendo bagunça e enchendo o saco. Ele tem que aguentar tudo isso e no fim do dia, morto de cansaço, tem que pegar um ônibus caindo aos pedaços, lotado (com mais gente arruaceira) e ficar meia hora ou mais para chegar em casa. Isso ninguém fala, né?

          Para mim, a arruação que ALGUMAS VEZES é promovida em dias de passe livre nos shoppings não difere em NADA da arruaça que filhinhos de papai fazem, com o carrão importado, nas madrugadas de quinta e sábado no Moinhos de Vento, atirando garrafas nos prédios e casas e intimidando pessoas que andam na rua, normalmente trabalhadores que se obrigam a caminhar pela madrugada até um ponto de ônibus, quase sempre escuro e perigoso. Não vejo diferença nisso. são atitudes condenáveis. E que não tem nada de crítica social. É só arruaça. Agora, se o pessoal acha que isto tudo, esta arruaça toda, seja cometida pelo pessoal da periferia, seja pelos filhinhos de papai, está Ok, bom, então, me calo…

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        • Bryan, continuas não me entendendo. O meu ponto é que o preconceito com as classes mais pobres ocuparem os shoppings já é antigo. Vide o que se fala sobre o praia de belas em dia de passe livre.

          Rolezinhos acontecem a muito tempo, houve um evento que um grupo fez coisas erradas e essas pessoas deviam ser punidas? Com certeza sim. Mas daí dizer que simplesmente todos agora são proibidos de fazê-lo é outra coisa.

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        • Felipe X, eu entendo quanto ao quesito preconceito de alguns, mas isso nunca barrou ninguém de entrar no shopping, uma coisa é vc ir em algum lugar e reparar algo, “bah fui no praia de belas e estava uma gurizada fazendo baderna” ou “bah fui no shopping moinhos e lá só tem rico engomadinho tomando cafezinho com tablet”.

          Pessoas extremistas diriam que é preconceito, eu já diria que é observação, todos observam o que acontece a nossa volta e comentar algo nem sempre é preconceito, não é porque comentei da gurizada fazendo baderna que eu odeio negros ou porque comentei dos engomadinhos tomando café com seu tablet no moinhos que eu odeio brancos e sou assaltante, o grande problema é que pessoas querem defender o direito a cultura e o acesso de todos ao shopping, o que eu acho correto, e esquecem de ver os pontos que estão errados simplesmente atacando quem pensa o contrário chamando de preconceituosos.

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        • Blz, só me aponta a lei da baderna, onde diz que que entrar num shopping é baderna e por isso essas pessoas devem ser revistadas pela PM. A não ser que estejam num carro lustroso, daí pode entrar livre pela garagem.

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        • Felipe X, a “lei da baderna” ou de perturbação da ordem pública, existe desde o Decreto de lei Nº 667, de 2 de julho de 1969, mas acho que essa parte jurídica não viria ao caso já que o que estamos debatendo aqui é o fato de ninguém nunca ter sido barrado antes em shopping e como vc mesmo confirmou o shopping praia de belas sempre teve o acesso permitido para este público, porque agora vem com demagogia de que é preconceito se antes de começar com o tal rolezinho nunca tinham sido barrados de entrar em um shopping?

          Vc já viu os vídeos dos rolezinhos no RJ e SP, eles ficam entre muitas pessoas e ficam gritando musicas e batendo palma, isso não é comportamento para uma área interna de um shopping é só esse o problema, não é classe social, não é roupas, não é cor de pele nem nada.

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      • A infra não é da cidade, é do shopping.

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  6. “Critérios de seleção: ( )cor da pele, ( )classe social. (X)desordem.// Negro e pobre sempre frequentaram shopping. O problema é a arruaça.”

    Li isso e concordo!

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    • Imagino que na porta de entrada do shopping já identificam quem vai fazer desordem né? Óbvio.

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      • Caro Felipe X, todos nós sabemos que estes grupos na sua grande maioria composto por pessoas adeptas ao funk, e todos tambem sabemos que apenas uma destas pessoas é capaz de causar um desconforto enorme pelo simples fato de ouvir suas musicas altas em locais inapropriados.
        Levando em consideração que uma pessoa apenas é o suficiente para causar um desconforto deste, o que diria um grupo de ADOLESCENTES querendo se aparecer mais que o outro?
        Eu ja fui adolescente e também já fui um babaca, não gostava de funk mas tambem queria me aparecer, mas nunca perturbando a paz de qualquer pessoa.

        Eu sou pobre, nasci em um dos locais mais perigosos e mal falados de Porto Alegre e por conta disto acho que tenho o direito de ir contra este tipo de “protesto”, se é que isso pode ser chamado de protesto.

        Uma das coisas que eu mais detesto, são evangelicos que batem de porta em porta querendo falar sobre deus, eu acho um absurdo e um desrespeito tremendo alguem vir até minha casa e ficar gastando meu tempo e insistindo em algo que não tenho interesse. A mesma coisa acontece com estes grupos que querem me inserir em algo que eu simplesmente não me interesso, que é o funk.

        Eu sou uma pessoa chata, respeito para ser respeitado, nao invado o espaço dos outros para que o meu tambem nao seja invadido, shoppings são locais privados e que foram criados para um proposito, dar ao visitante o conforto e segurança que tu não encontra na rua, devido a insegurança ou por dias quentes como este.
        Para o bem estar dos clientes destes locais, regras foram criadas e QUALQUER pessoa que descumpri-las estará sujeita a ser convidada a se retirar do local.

        Por volta do ano de 2006/2007 estourou no Brasil inteiro a moda EMO, os locais preferidos de encontro eram os shoppings, que por sua vez se sentia na obrigação de barrar certas pessoas que faziam badernas.
        Não sei se vocês se lembram, mas os EMOS na sua grande maioria eram pessoas de roupas caras, de pele clara e limpinhas, mas que por não respeitarem as regras dos locais, eram colocadas para fora, e isso aconteceu por todo o país. Sugiro que dê uma olhada no link abaixo:

        http://adrenaline.uol.com.br/forum/geral/103570-emos-sao-barrados-na-galeria-do-rock-sp.html

        Apenas gostaria de acrescentar uma história que aconteceu com meu pai em um shopping. Meu pai é um senhor de 73 anos com diversos problemas de saúde, dentre eles, problema do coração.
        Como ele havia feito esforço para subir a escada do local, acabou sentando em um canteiro alto para por alguns minutos para que pudesse recuperar o folego e seguir. Então um segurança veio até ele informando que ele não poderia sentar naquele local, ele tentou explicar o motivo, mas o segurança falou que eram as regras do shopping, caso contrario ele seria penalizado por permitir isto, Ora, se meu pai idoso e com diversos problemas de saude é proibido de sentar para descansar, porque essa gurizada arruaceira tem o direito de fazer o que quiser pelo simples fato de serem da periferia? Eu não entendo esta lógica.

        Infelizmente vivemos em uma epoca terrivel, se tu discorda de algo é rotulado como fascista, nazista, racista e muitos outros “ISTAS” que tentam nos empurrar garganta abaixo.

        Não vejo isto como uma guerra de classes, mas sim um povo querendo quebrar regras, assim como sempre fizeram, e que com a ajuda da midia, grupos defensores de debilóides e de militantes de faculdade particular leite com pera estão tendo exito, ganhando força usando a discriminação como pretexto.

        PS: sou pobre e sou contra os rolezinhos 🙂

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        • Li teu artigo sobre os emos, e não vi em nenhum lugar menção a balas de borracha ou a polícia militar sendo usada para fazer revistas e seleção de quem entra no shopping.

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      • Sim, bastava estar em mais de 3 pessoas que identificavam.

        E pelo que eu sei, eles deixavam entrar,mas pediam para não ficarem juntos.

        Dentro do shopping se estivessem juntos, ai sim pediam para sair.

        Mas não eram apenas negros, funkeiros e bla bla bla.
        Sei de rockeiros que tambem passaram por isso, e muitos brancos, até por que na época a modinha dos “bondes”, a maioria era feita por brancos da classe média/média alta.

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    • Eu nunca vi morador de rua dentro de shopping. E não deve ser porque eles têm aversão ao ar condicionado. Critérios como mal-cheiro, má aparência são um bocado subjetivos e a constituição federal não cria nenhum tipo de restrição de acesso com base nesses critérios. Ou seja, gostemos ou não, um mendigo cheirando mal e com roupas sujas não poderia ser barrado de entrar num shopping — mais uma vez, só para reforçar, gostemos ou não. A não ser que criemos a PEC do perfume francês, mas aí é outro papo…

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  7. Que engraçado, um desses revolucionários é meu colega de faculdade, na Puc.
    Não faz muito tempo, ele tava fazendo campanha para doar um fone de ouvido para um funkeiro, agora ele ta cantando funk no shopping.
    Bizarro.

    Estranho, é sempre assim quando aparece a bandeirinha do partido que ele faz parte.

    O bom disso é que da para ensinar para as pessoas que basta entrar no shopping, não importa a condição financeira, apenas com um minimo de educação, que acaba não tendo problemas.

    E esse rolezinho bombou apenas por que saiu na TV, olha o que era o praia de belas a alguns meses?

    Não proibiam ninguém entrar, até que começou a ter arrastões dentro do shopping.
    Acho que foi no mesmo praia de belas que apenas proibiram que grupos de mais de 3 pessoas se juntassem.
    Não sei se durou muito, mas melhorou um pouco a segurança.

    Se fosse esse drama todo que esses abos*ados andam falando, dia de passe livre não teria shopping aberto.

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  8. Shopping nao é lugar de botar musica funk nem erudita.
    Shopping é pra comprar. Tem q barrar mesmo essa vagabundagem.

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    • Isso é culpa dos pais dessa gurizada, porque não dão uma grama pra cortar ou uma louça pra lavar. vão varrer uma calçada, bando de vagabundos.

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    • Vou lembrar dessa bobagem a próxima vez que ver um pianista tocando no Broubon.

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      • Cara, tu é chato hein.

        Não entendeu o que quis dizer.

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      • Agora vão reclamar porque em consultório de dentista na espera não fica tocando um funk hahahaha. Cada coisa tem o seu devido lugar, agora vão querer fazer rolezinho gritando musicas de funk em peças de teatro. Caramba cadê o bom senso.

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        • O problema de vocês é com funk então? Interessante. Pois pela imprensa o problema dos empresários não é a música.

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        • Quem falou que o problema é o funk? só que desses que participam do rolezinho maior parte é de funkeiros, tanto que eles gritam musicas de funk, se eles gritassem musica de rock internacional também estariam sendo desordeiros e teriam que ser barrados pelo motivo desordem e não pela musica.

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        • Quem falou? Lê teu próprio comentário.

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        • Felie X, você não consegue entender mesmo ou somente se faz de desentendido ?

          Desde o inicio sempre falei que o problema é a desordem causada e não o estilo musical e justifiquei o porque de citar o funk, porque na maior parte dos participantes do rolezinho são de funkeiros, mas que poderiam ser rockeiros, violinistas, o que for que estiver causando a desordem.

          Espero que tenha entendido.

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        • Foi o que eu disse: shopping não é lugar pra botar musica. seja funk ou erudita. Isso gera desordem.
          Mas esse Felipe X é burro, ou se faz.
          Difícil entender.

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        • Bryan, tu escreveu isso “Agora vão reclamar porque em consultório de dentista na espera não fica tocando um funk hahahaha. ”

          Não existe nenhuma menção a desordem no teu post. Depois eu sou o burro.

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        • Mas é claro eu fiz o comentário em menção o teu comentário “Vou lembrar dessa bobagem a próxima vez que ver um pianista tocando no Broubon.”
          Como se devesse tocar funk no shopping e não um pianista, mas se vc não entendeu tudo bem, não vou colocar adjetivos em vc por causa disso, ate porque acho que ficar atacando a pessoa e não o que esta sendo debatido aqui não leva a rumo nenhum.
          Não entendo qual o teu ponto de vista porque vc simplesmente pega uma parte do comentários de alguém e ataca coisas distorcendo o sentido, sem explicar o seu ponto de vista.

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      • Quando tem música no Café com Pecado, caio fora. Café e música alta não combinam. Mas concordo contigo, Felipe X. O problema é o funk e a cultura da perifa. Eu odeio funk, assim como odeio música estilo Jovem Pan, mas enfim, não chamo a polícia quando entro numa loja que toca as 7+ do verão de Punta.

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      • Uma coisa é a direção do shopping contratar um pianista para tocar no shopping como eles bem entendem.

        Outra coisa é um pessoal chegar com o celular tocando rap, funk, pagode, rock, musica classica e o que for.

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    • O problema não é a música! O problema é um grupo ir a uma propriedade privada e incomodar (ou para incomodar?) os outros frequentadores e locatários sem permissão. Só isto já seria suficiente para a segurança e a polícia intervir. Não vou nem comentar os casos de roubo, vandalismo e agressão.

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  9. Agora qualquer coisa virou racismo. Brasil é brabo… as pessoas acham que têm milhões de direitos e, se não podem fazer algo dentro de um lugar que tem regras de comportamento, levantam o dedinho e batem o pezinho. Deveres que é bom, nada.

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    • Exato.

      Fui taxado de nazista por ser contra as cotas raciais.

      Faz tempo que eu falo, uma hora alguém vai perder a cabeça, vai acabar dando uma besteira, e como sempre tem a volta desses grupinhos pseudos revolucionários, vai acabar piorando a situação.

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      • Então somos dois racistas pois eu sou completamente contra as cotas raciais. Isso é a maior piada !!! Justamente é o contrário: quem é a favor das cotas que é racista !!!

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        • Pois é.
          Por eu não concordar com as idéias de alguns, me taxam de tudo que é tipo de coisa.

          To pouco me lixando também, quem me conhece sabe.

          Estudo na Famecos, um curso que é uma mistureba de gente, tem hetero, tem gay, tem negro, tem branco, tem emo, tem asiaticos… se eu fosse um nazista acho que não iria sobreviver por la.
          hahaha

          E pior, me do com todo mundo por la…
          Mas sou nazista.

          hahahaha

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        • Pois é Gilberto. Para mim isto representa a degradação moral e intelectual da nossa sociedade. Está tão bitolada que inverte valores e nem percebe mais. Para mim cotas é a coisa mais racialista que existe, por definição, mas alguns chamam que é contra isto de racista…

          Estes rolezinhos são outro exemplo. Ontem foi nos bancos (e como era pela melhora do transporte público, ninguém fez nada), depois foi nos shoppings (e como era pela luta contra o “preconceito”, muitos também aplaudiram), hoje (notícia do estadão) foi num posto de gasolina após um baile funk em SP, amanhã possivelmente será na tua casa.

          Estão botando fogo demais nesta fogueira!

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      • O lance é que é muito fácil ser liberal tendo nascido com dinheiro para pagar o Rosário, cursinho e PUCRS, mas muitas vezes acabar caindo na UFRGS mesmo porque é muito fácil competir com a plebe…

        Eu concordo que a cultura do coitadismo é tão nociva quando a do “pobre porque é vagabundo”, mas precisamos encontrar um meio termo, e o das cotas, na minha opinião, é até bem favorável aos mais liberais, pois ainda deixa um bocado de vagas para quem nasceu bem. “Bem” eu digo classe C para cima.

        100% de cotas seria entrar com tudo na política do coitadismo, aí também seria contra. O que não dá é para raciocinar sempre nos extremos acreditando numa perfeição que não existe, tipo “devemos é melhorar a educação básica, isso sim”. Isso não vai acontecer, e mesmo que acontecesse, não é o único fator que garantirá progressos sociais e redução nas desigualdades.

        Sim, nós da classe média tendemos a perder conquistas com o passar do tempo. Perderemos mais do que os ricos e bem mais do que os pobres. Mas é o preço de nos livrarmos da segurança privada e de ter de usar automóveis para qualquer coisa. Eu acho uma boa troca. Não digo que o PT esteja fazendo bem essa transição porque gasta demais com bobagem na Administração Pública. A corrupção come solta, mas independente de partido, não acredito que possamos chegar num nível Europa/Anos 80 sem corrigir distorções sociais de forma não-linear.

        A linearidade nas políticas sociais é o sonho do liberal porque é esteticamente mais elegante falar em x% em vez de log x, mas na verdade uma sociedade tão desigual como a nossa só pode ir para a frente com políticas que corrijam desigualdades de forma logarítmica, ou seja, acelere o crescimento dos pobres e pise um pouco no freio dos ricos.

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        • Joaquim Barbosa era filho de um pedreiro, estudou pra caramba, e hoje está em um dos cargos mais importantes do país. Na época dele não tinha a política de cotas… vence na vida quem quer e tem juízo.

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        • Falou e disse, semiógrafo.

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        • O problema é que ninguém quer meio termo.

          Sou contra cotas raciais, mas a favor das cotas pela condição financeira.
          A pessoa que mais me criticou sobre isso estudou num colégio particular a vida inteira, os pais ganham uma fortuna, vive num bairro de classe alta e fez cursinho para entrar na Ufrgs.

          E são varias pessoas assim, não é chute, eu realmente conheço.

          Se eu falo que deveriam aperfeiçoar o bolsa família, me criticam, disse que deveriam dar algum curso preparatório para os pais receberem o dinheiro, apenas para evitar do povo ficar acostumado, mas as pessoas acham um absurdo.
          Da onde que qualquer curso preparatório é um absurdo?
          Pra mim, qualquer forma de aprendizado é lucro.

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        • Ítalo, o Joaquim Barbosa já assumiu publicamente ser favorável às cotas… ou seja, o seu argumento já falhou. Existem pobres que ficam ricos, negros que alçam altos escalões do serviço público, porém em número ínfimo comparado à proporção da população.

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        • Bem defendido. Só que ninguém falou nas cotas em geral, as críticas estavam direcionadas às cotas raciais.
          Com certeza apoiar as cotas sociais/econômicas faz sentido, afinal a princípio aluno de escola privada possui melhor escolaridade e preparação que aluno de escola pública.
          Porém, por que o aluno de escola pública que se declare negro deverá ter vantagem sobre o aluno de escola pública que se declare branco?

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      • Eu sou completamente a FAVOR de cotas.
        As cotas são um método TEMPORÁRIO de restabelecer a dignidade tirada dos afrodescendentes ao longo dos séculos no país que foi um dos últimos a acabar com a escravidão. Meu tio é professor da UFRGS e ele disse que demorou DEZ ANOS para ele ter um aluno negro em sala de aula.

        Na verdade, vou muito além disso. Para mim, não deveria existir vestibular, ENEM, e nenhuma dessas provas segregacionistas. Sim, segregacionistas. A UFRGS é uma universidade PÚBLICA. “Pública” significa que é de direito de toda a sociedade, e não apenas da classe dominante que estuda em colégios particulares (sou estudante do ensino médio de colégio particular). Na minha opinião, a maior idiotice de todas é utilizar como método de seleção para uma instituição pública uma prova que separa totalmente quem estudou em colégios particulares ou escolas públicas. Claro que sempre há exceções, se você nascer em uma família pobre, estudar na rede pública e se esforçar absurdamente, TALVEZ consiga ingressar na UFRGS (fora das cotas), TALVEZ.

        Esse sistema é como um Bolsa Família invertido, onde quem tem dinheiro ganha mais, e quem não tem não ganha. Vestibular é como o governo dar comida para quem tem dinheiro e deixar quem não tem passando fome. ENEM, nem me fale. Por que os filhos de ricos que têm dinheiro e pagam escolas particulares podem ingressar em universidades gratuitas e quem tem pouco dinheiro deve se contentar em PAGAR por uma universidade de qualidade muito pior? Só lembrando que sou contra provas para universidades PÚBLICAS, as privadas são outra história.

        Resumindo:
        Instituição pública: direito IGUAL para o povo.
        Se há direito igual significa que a renda não deve ser levada em conta.
        Se todos tem direito, mas não há vagas para todos, nada mais justo que um SORTEIO. Sim, um SORTEIO. Pode parecer estranho mas não há nada mais justo que isso.

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        • Vamos fazer um sorteio para Presidente, Senadores, Deputados, Vereadores e etc?

          Vamos fazer sorteio para concurso público?

          Acho que devemos fazer sorteio até para os pilotos dos novíssimos caças que serão comprados.

          Meritocracia é muito segregacionista!

          Quero um sorteio para o lugar do Neymar, não jogo nada, mas abaixo a desigualdade!

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        • Desculpe se me entendeu mal, Diogo, mas não sou contra concursos públicos, eleições ou coisas do tipo. Sou contra meritocracia para quem RECEBE benefícios públicos, e não para os próprios servidores. Universidade é um lugar onde você aprende, não trabalha (estou falando de alunos), e para mim não deveriam haver quesitos que levam em conta, mesmo que escondidos, a renda da pessoa. O serviço público deve ser realizado por quem sabe, e os benefícios aproveitados por TODOS.

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        • Sou professor público federal e acho linda a sua proposta, no papel!

          Na prática 90% da população continuará pagando a faculdade de 10% da população, só que agora com o diferencial de que ao invés da faculdade ficar com os melhores alunos e esta ter 30% de conclusão do curso, esta vai ficar com uma amostra aleatória da população e somente 5% terminará o curso, ou então (mais provável) a qualidade diminuirá para poder passar um mínimo de alunos.

          Universidade é algo que normalmente ja é caro. As públicas tem um custo mensal aproximado de R$2.000 por aluno. Se considerarmos somente os formados então, deve chegar a quase R$6.000. Daí, com a sua proposta, o custo mensal saltaria para quase 6x este valor…

          Perfeito… SQN!!!

          Não adianta dar faculdade de graça para quem não tem condições intelectuais, isto é desperdiçar o dinheiro alheio! Coisa mais comum que tem, principalmente nos primeiros semestres são alunos turistas e/ou que não conseguem ser aprovados nas matérias mais simples de todo o curso.

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        • Adriel, o que são condições intelectuais? Sabemos que nos processos seletivos da magistratura, ministério público, docência de universidades federais, etc, existem cartas marcadas. Houve um caso recentemente que ganhou repercussão na faculdade de direito. Um professor de esquerda recebeu nota mínima por um dos membros da banca, embora tenha recebido nota máxima pelos outros dois. Resultado: reprovado. O mesmo deve ocorrer em cursos de sociais, história, filosofia, onde deve haver uma maioria de esquerda.

          Por mais que um professor de federal tenha comido o pão que o diabo amassou para estar lá, virando noites em claro, tendo de aguentar desaforo de orientador e bolsas miseráveis, sempre pairará sobre a sua carreira a dúvida se ele era uma dessas cartas marcadas que de vez em quando acontecem. Comenta-se que existe um pacto de mediocridade na universidade no sentido de privilegiar a manutenção da cultura atual de pesquisa, de privilegiar pesquisadores com publicações em áreas da moda. Justiça seja feita, o conservadorismo ocorre até na iniciativa privada, pois as grandes empresas tendem a promover novos gestores que pensem como os velhos gestores, então ninguém sai perdendo.

          Em todas as organizações grandes, sejam públicas ou privadas, há uma deturpação do mérito, e aí começamos a pensar: o que é mérito? O que é fazer por merecer? Eu sei que fui treinado para passar no vestibular da UFRGS. Desde criancinha, estudante de escola estadual, mas filho de egressos da UFRGS, já vivia com o fantasma de passar na Federal. Acho que fui bem treinado, mas será que realmente mereço? Talvez a universidade tivesse ganhado mais com alguém com um perfil diferente do meu — e acho que o meu perfil já é distinto do geral dos estudantes de exatas. Sou um mestrando baderneiro com orgulho, pois acho que precisamos de espaço para uma ciência marginal que não seja refém de órgãos de fomento ou pressões de departamentos.

          Para o Brasil inovar, precisamos de todos os perfis coexistindo. Vejo que muitas das características que me faltam sobram em outros colegas, e acho ótimo que possamos trabalhar juntos contribuindo com aquilo que somos melhores. Por isso, acho que um percentual de sorteio não seria algo totalmente absurdo, dado que, se temos espaço para a arbitrariedade nos processos seletivos (como cartas marcadas e linhas de pesquisa engessadas), também deveríamos dar espaço ao aleatório.

          Ah, como bonus track, no mestrado tive experiências enriquecedoras fazendo trabalhos com egressos de particulares mais nanicas. Não vou citar o nome, mas é uma universidade pela qual os preconceituosos torceriam o nariz. Foi surpreendente, pois as melhores notas saíram do meu grupo e essa mistura de culturas institucionais foi o ingrediente que trouxe resultados melhores, na minha opinião.

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        • Nos EUA implementaram cotas raciais no MIT, para que negros passassem no vestibular com notas inferiores aos brancos.

          Resultado: segundo o próprio Thomas Sowell (que é negro), não passavam de figurantes na universidade pois, apesar de entrarem, pouquíssimos se formavam. Estavam lá só para alívio de consciência de alguns brancos que se sentem culpados até hoje pelo que seus (?) antepassados fizeram com os antepassados (?) dos negros de hoje. E vai mais fundo, alega que as ações afirmativas tornaram muitos negros irresponsáveis, o que tornou a vida deles pior do que poderia ser. Exemplo foi que antes era vergonhoso uma adolescente engravidar. Depois que o governo começou a dar subsídio, passou a se tornar aceitável e cada vez mais comum de acontecer, piorando a vida de todos.

          Mesmo com cotas para que alguns entrem por sorteio, o mesmo irá acontecer. A grande maioria não passará de figurantes, caros! Se tem que investir em algo é na educação básica, e na cultura do aprendizado; e não da vadiagem (a lá Paulo Freire) como tem ocorrido onde todo mundo passa, mesmo sem aprender nada.

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        • Thomas Sowell também comparou Obama a Hitler, é um cara bem razoável mesmo.

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        • Parabéns Felipe X, ad Hominem e ad Hitlerum num mesmo comentário de uma frase!

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  10. Pelas fotos não foi quase ninguém e tinha mais classe média cool (talvez gente do próprio Moinhos que defendia pelo facebook) infiltrada do que funkeiros de verdade.

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  11. Aonde a esquerda quer chegar com tudo isso???

    As forças armadas já estão atentas a essa tentativa de instaurar a luta de classes e que é sabido ter o dedo do PT por trás disso!!

    Nao vou me surpreender se a história se repetir e os militares tomarem o poder novamente..

    Talvez isso explique melhor:

    sociedademilitar.com.br/index.php/forcas-armadas/632-golpe-militar-em-2014-nas-redes-sociais.html

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    • a propaganda antigoverno é chega ao ponto da paranoia, numa volta para a década de 60.

      A insatisfação com os políticos desencadeou movimentos militares tanto na época de Getúlio, como em 64. Nos EUA, a insatisfação com os políticos não é muito diferente do Brasil, mas lá não se acredita em salvadores da pátria como aqui no Brasil muito se acredita. Não há Sassá Mutema nem no PT, nem no Exército. O que há é trabalho duro para o amadurecimento das instituições.

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  12. Os que participam dos chamados rolézinhos, não fazem parte da raça humana, principalmente. da categoria chamada civilizada. São desordeiros, marginais, pura rafuagem e chinelagem que estão aqui neste mundo querendo dar asas a sua idiotice.

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  13. Baderneiros, massa de manobra, idiotas úteis, invasores, inúteis… esqueci de algo?

    Qualquer pobre sempre pode entrar em shopping, basta não ir de pés descalço e regata. Já fui barrado num nacional por estar de vestimenta inadequada e não fiquei de mimimi, bastou me olhar no espelho. Também já fui barrado de entrar num restaurante mais arrumado de bermuda (fui encontrar uma amiga depois da faculdade e não sabia que era chique).

    Shopping é uma propriedade privada e como tal deve obedecer as regras do dono. Da mesma forma como uma pessoa não seria bem vinda entrando numa igreja com camiseta do anti-cristo ou indo a um baile de gala de havaianas.

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    • A solução é não deixar se criarem…

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    • Acho que tu não entendeu, absolutamente ninguém foi bloqueado em um shopping por estar mal vestido. Aliás, esse pessoal gasta muito mais em roupa do que eu.

      Até concordo que as regras do dono devem ser seguidas. Só discordo do uso da polícia pública para fazer serviço de portaria e monitoramento se nenhum crime aconteceu.

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      • O problema é que poderia acontecer algo.
        Por sorte, o “protesto” foi um fracasso.

        A policia não existe apenas para ir até o local do crime, e sim, para tentar prevenir.

        Caso fossem mais gente como mostrava no evento, poderia sim acabar em confusão, assim como começou a dar problemas em São Paulo.

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        • Blz, a próxima vez que passar um grupinho na frente do meu prédio e eu achar que estou ameaçado vou chamar a PM para fazer portaria do meu condomínio.

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        • Felipe X, pode chamar a PM sim, uma vez estava eu e um amigo dentro do carro esperando duas amigas nossas saírem e fomos abordados porque alguém se sentiu ameaçado e chamou a PM, eles viram nossos documentos, olharam o carro todo em busca de armas ou drogas viram que não tinha nada e foram embora, eu não vejo problema nenhum nisso.

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    • perfeito adriel…

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  14. QUE PREVISÍVEL… “união na juventude socialista” indo ao shopping mais caro da cidade para fazer uso político dessa palhaçada.

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  15. Só querem saber de encher a cidade de Shopping, dá nisso….

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    • Com a “segurança” que temos nas ruas, eu sou muito a favor de termos cada vez mais shoppings na cidade.

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      • Concordo que os shoppings são mais seguros, mas no resto, os shoppings são muito chatos. Tu prefere ficar andando pelo Shopping Moinhos ou pelas calçadas da Padre Chagas, parando no Z Café para se proteger do calor? O que precisamos é de ruas seguras e qualificadas, não de mais shoppings que só dão segurança, mas te tiram o ar livre, o acesso às praças e parques…

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    • Isso são ecos de junho, agora se alastrando para a periferia. Na época, houve críticas do tipo “a periferia, a mais interessada em diminuir as desigualdades, não comparece às grandes manifestações”.

      Pois bem, agora eles estão descobrindo uma linguagem própria, mas no fim das contas é a mesma coisa. Se levarmos em conta que passaram-se 6 meses dos protestos de junho, acho que a próxima onda cai bem em cima da copa…

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    • verdade seja dita, é só você entrar na internet ou no facebook e analisar a linguagem ou o português escrito do perfil de pessoas que participa de rolezinho e imediatamente se pode perceber que ninguém ali está protestando.
      na minha opinião a gente vive numa sociedade permissiva, nada pode ser punido simplesmente porque punir é politicamente incorreto. não falta pessoas prá condenar a atitude discriminatória dos shoppings de são paulo, mas ninguém se preocupa com o lojista ou com os proprietários dos estabelecimentos que, se ficarem a mercê de uma multidão de adolescentes enlouquecidos, pouco importará. adolescentes enlouquecidos? é isso mesmo. não há mais limites. em casa os pais não podem mais bater nos seus filhos com intenção de educar. quando vai a escola, se for rico diz ao professor que está pagando então pode tudo e se for pobre manda o professor calar a boca porque senão pega na saída. seja como for, em ambos os casos a escola não consegue mais educar ou disciplinar ninguém. trabalhar? no brasil trabalhar é errado. os politicamente corretos acham que criança tem que brincar. brincar? seria o ideal, mas todos nós sabemos que as periferias não dão condições prá esse mundo lúdico e utópico que alguns apregoam.ainda prefiro o trabalho que passa bons valores do que a ociosidade.
      o que a gente precisa é educação, é impor limites as nossas crianças, é cada um saber que se ultrapassar o seu limite vai ter punição sim. não se pode permitir que um grupo de pessoas, jovens ou adultas, entre num local público ou privado fazendo baderna.
      isso não tem nada a ver com ser pobre ou rico, branco ou negro. tem a ver com educação. se um grupo de adolescentes do moinhos de vento, ou da elite, como queiram, for fazer rolezinho no iguatemi ou no centro de compras da voluntários da pátria, terá que ser coibido e punido também.
      não entendo porque essas pessoas que se dizem socialistas se solidarizam com esse tipo de coisa. porque são contra os shoppings? eu também prefiro o comércio de rua. mas os shoppings são empreendimentos que empregam pessoas em todas as suas fases desde a construção até a atividade fim. são locais resguardados onde ainda se pode encontrar um pouco de segurança. se você é contra o consumo não consuma! se é contra os shoppings vá ao comércio de rua. se é contra o carro, use o transporte coletivo.
      só não podemos esquecer que prá viver em sociedade tem que haver regras de convivencia prá que tudo não se transforme num campo de guerra…

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