Prefeito confirma liberação de recursos para obras de mobilidade

Entre as 14 obras, viaduto da Bento receberá parte dos R$ 424 milhões  Foto: Divulgação/PMPA

Entre as 14 obras, viaduto da Bento receberá parte dos R$ 424 milhões Foto: Divulgação/PMPA

O prefeito José Fortunati recebeu na tarde desta quarta-feira, 19, a informação do governo federal de que os contratos dos recursos para as 14 obras de mobilidade urbana estavam sendo assinados pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega. Fortunati destacou que agora a Caixa Econômica Federal poderá liberar o financiamento e as obras poderão serem retomadas num ritmo adequado.

O secretário municipal de Gestão, Urbano Schmitt, esteve ontem, em Brasília, reunido com o subsecretário do Tesouro Nacional (STN), Eduardo Coutinho Guerra, que autorizou o aval necessário para avaliação e assinatura da Procuradoria Geral da Fazenda Nacional (PGFN), com objetivo da liberação de R$ 424 milhões para as 14 obras de mobilidade urbana de Porto Alegre.

O secretário Urbano, também esteve reunido com a procuradora e coordenadora de Assuntos Financeiros da PGFN, Ana Paula Lima Vieira para solicitar urgência na análise e assinatura dos contratos de garantia e contra garantias.

O Ministério da Fazenda já havia autorizado o aval da União para os contratos das obras de mobilidade no valor de R$ 424 milhões. Esse aval significa uma redução da taxa de juros anual de 3,4% para 2,1% dos contratos já firmados com a Caixa Econômica Federal em 14 de janeiro passado, porém não foi possível realizar os desembolsos e os reembolsos dos valores contratados, pois o aval ainda não foi concedido.

No dia 14 de janeiro, o prefeito José Fortunati, o secretário municipal de Gestão, Urbano Schmitt, o secretário nacional de Transportes e da Mobilidade Urbana do Ministério das Cidades, Julio Eduardo dos Santos, e o vice-presidente de assuntos de governo da CEF, Gilberto Óckio, assinaram os oito contratos de financiamento com a Caixa Econômica Federal (CEF), referentes aos valores necessários as 14 obras de mobilidade urbana.

Prefeitura de Porto Alegre



Categorias:Arquitetura | Urbanismo, COPA 2014

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17 respostas

  1. essa é a cueca samba-canção do Fortunati pendurada por 4 prendedores-de-roupa, pra todos, sempre, se lembrarem da sujeira que ele fez na cidade

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  2. Não aprenderam nada, não esqueceram nada.
    Talleyrand.

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  3. Não aprenderam nada, não esqueceram nada.
    Tayllerand.

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  4. Top 10 das construções mais feias do mundo…terrível. Espero que seja implodido logo.

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    • Isso é um viaduto, feito para passar veículos. A questão estética não é o mais importante.
      Novamente, sempre tem que ter algo para reclamar…

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      • Da uma pesquisada nos viadutos e pontes do Santiago Calatrava

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      • Mas até nisso eles erram, Eduardo: Se a questão estética não é importante, se é a funcionalidade o único objetivo de um viaduto, porque escolheram fazer um viaduto pseudo-estaiado caríssimo, sem a real necessidade estrutural disso, e ainda por cima de tamanha feiura.
        Poderiam então ter feito um projeto com linhas bem mais limpas e bem mais barato e funcional do que esse monstrengo.
        E além de tudo, não aprenderam com os erros de outros viadutos com paradas de ônibus em cima, que encarecem a obra e as passagens de ônibus e que nunca deram certo em Porto Alegre, por absoluta falta de manutenção e limpeza. Vide as escadas rolantes paralizadas e elevadores quebrados e imundos pela 3° perimetral.
        As reclamações não são infundadas, caro Eduardo

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      • Eduardo, isso é numa cidade, não numa estrada. A estéteica e a integração com o entorno deve ser prioritária.

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    • Mas tá pra nascer obra mais feia do que o camelódromo, que terminou de matar com a esperança de que um dia a “Praça Rui Barbosa” voltasse à ser uma praça propriamente dita. Sem paradões de ônibus, quando, um dia, finalmente a cidade tivesse o sistema de transporte reorganizado com a retirada das rodoviárias à céu aberto do centro, contribuindo para a revitalização do centro.
      Qualquer cidade evoluída faria isso, mas em Porto Alegre se constroi um monstro arquitetônico sobre um paradão de ônibus.
      Esse camelódromo foi um dos maiores crimes contra o centro da cidade. Não estou questionando a utilidade dele para a remoção do comércio irregular das ruas do centro (se bem que até isso foi temporário, pois aos poucos os camelôs ressurgem pelas ruas). Mas poderia ter sido construído em outro local, e não sobre uma área que originalmente era uma praça. Mesmo que a praça estivesse morta à muitas décadas, consumida pelo paradão.

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  5. O que é este monstro arquitetônico da foto? Que coisa horrível, uma poluição visual sem tamanho.
    E não dou um ano após a conclusão para estar todo pichado, quebrado encardido e impregnado de cartazes urina e fezes. Sim, pois não existe manutenção nessa província.

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