Tarso projeta crescimento do PIB gaúcho superior ao do nacional em 2013

Na abertura da Expodireto Cotrijal, governador estimou índice entre 6,6% e 6,8%

Tarso projeta PIB gaúcho três vezes superior ao nacional em 2013 Crédito: Caco Argemi / Palácio Piratini / Divulgação / CP

Tarso projeta PIB gaúcho três vezes superior ao nacional em 2013
Crédito: Caco Argemi / Palácio Piratini / Divulgação / CP

Durante a abertura oficial da 15ª Expodireto Cotrijal na manhã desta segunda-feira em Não-Me-Toque, o governador Tarso Genro adiantou que o Produto Interno Bruto (PIB) gaúcho de 2013 – que será anunciado nesta semana – deve crescer entre 6,6% e 6,8%, índice superior ao PIB nacional, que foi de 2,3% no ano passado.

“Com as políticas de indução do crescimento, estamos obtendo resultados excelentes. O crescimento do nosso PIB em 2013 será três vezes maior do que o do Brasil. A contribuição desse segmento foi fundamental para alcançarmos um patamar econômico tão positivo”, afirmou o governador. “O Estado é parceiro da Expodireto e continuará sendo. Vivemos um momento de alta complexidade no mundo inteiro, vivemos uma época de globalização financeira galopante, que dá força para o crescimento do Rio Grande do Sul e do país”, completou Tarso.

O presidente da Cotrijal, cooperativa que atua em 14 municípios da região e organiza a feira, Nei César Mânica, destacou o comprometimento dos gestores públicos para o desenvolvimento do agronegócio. “A expectativa para 2014 é a possibilidade de bons negócios, como também uma maior integração social, econômica e cultural entre nações. Faremos uma grande feira, consolidando a ampliação internacional do evento”, afirmou.

A cerimônia contou com a presença de autoridades federais, estaduais e municipais, como o ministro do Desenvolvimento Agrário, Pepe Vargas, além de delegações internacionais e de representantes do setor. No período da tarde ocorrerá uma nova cerimônia oficial com a presença do vice-presidente, Michel Temer, representando a Presidência da República.

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Correio do Povo



Categorias:Economia Estadual

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10 respostas

  1. Quem é da capital não tem noção da importância do agrenegócio para as cidades do interior do rio grande do sul. Não à toa o cultivo de soja e milho vem gradativamente se estendendo para o pampa. E de toda forma, não há problema algum em haver crescimento na produção agrícola, já que essa produção fomenta principalmente o setor terciário tanto que em épocas de quebra de safra as cidades que dependem da agricultura passam por grandes dificuldades.) O problema é quando o crescimento depende exclusivamente da agricultura, já que é uma atividade ainda sujeita às intempéries do clima, que tá cada vez mais louco. Mas dos fomentos industriais anunciados pelo governo do estado, muito pouco vem saindo do papel. Temos é a sorte de algum setor produtivo ainda apresentar saldo positivo e carregar o estado.

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  2. Garanto que esse aumento no PIB será apenas fruto daquela maracutaia com as plataformas de petróleo. Enquanto não investir em ferrovia, as estradas serão o sumidouro de dinheiro. O investimento em ferrovia além de estancar a sangria de dinheiro em recapagem, acidentes envolvendo caminhões, custos do diesel (que não produzimos, ainda ajuda a economia local.

    http://www.transportabrasil.com.br/2010/06/randon-assina-contrato-de-venda-de-vagoes-com-a-mrc/

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  3. Vai ter só o pedágio como plataforma de reeleição – para quem compra essa história de almoço gratuito.

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    • As estradas assumidas pela EGR? Baixaram os pedágios em 3 reais e a estrada não tem mais serviço de guincho, além de ter piorado e muito a manutenção das mesmas. Que estão cheias de buraco. Quem circula no trecho Santa-Maria/Porto Alegre sabe da desgraça que a estrada se encontra. Remendo atrás de remendo.

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      • Esta estrada é uma porcaria, vá pela BR-290, da pra manter a média de velocidade por não ter tanta população nas margens e aumenta em menos de 20Km a viagem, a fluência do transito compensa a pequena distância a mais.

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  4. Fez o pior governo estadual dos últimos 15 anos. E olha que eu imaginava que seria difícil alguém superar o Brito ou a Yeda. Mesmo sendo do mesmo partido que a presidente da república, não conseguiu atrair absolutamente nada de melhoria significativa para o Rio Grande do Sul. Levou um balão do Mantega e não conseguiu a renegociação da dívida do Estado. Qual o legado deste seu governo? Eu não consigo ver nada.

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    • Também acho que é o pior governo. A única área que eu “gostei” do governo Tarso foi na Fundação Cultural Piratini, que reestruturou a TVE e a Rádio FM Cultura, e hoje estão com uma programação bem interessante, após quase serem fechadas pela Yeda.

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  5. RS, um estado agrícola (porque esse crescimento praticamente vem todo da agricultura ou do odiado – por alguns – agronegócio).

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    • Não sei porque tem gente que não gosta do agronegócio. É lógico que será bom pro estado atrair industrias, principalmente as de tecnologia, mas daí a renegar este ramo da economia que sempre esteve ligado ao estado é tolice.

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