Edital dos ônibus: usuários podem enviar sugestões por e-mail

Contribuições enviadas pela população serão avaliadas pelos técnicos do edital  Foto: Ivo Gonçalves/PMPA

Contribuições enviadas pela população serão avaliadas pelos técnicos do edital Foto: Ivo Gonçalves/PMPA

Além das reuniões do Orçamento Participativo, onde cerca de 1,7 mil pessoas deram suas contribuições, e também nos espaços proporcionados em audiência pública, a prefeitura possibilita, até a próxima segunda-feira, 17, um novo canal de comunicação para participação popular no edital de licitação do transporte coletivo por ônibus. As sugestões podem ser encaminhadas pela Internet, no seguinte endereço de e-mail: licitacaodeonibus@portoalegre.rs.gov.br.

Todas as contribuições enviadas pela população serão avaliadas pelos técnicos da comissão do edital de licitação do transporte coletivo por ônibus. O edital será publicado em 31 de março, segunda-feira. “É mais um canal aberto à participação da comunidade porto-alegrense na qualificação do processo de licitação dos ônibus, com o objetivo de melhorar este serviço essencial na cidade”, afirma o diretor-presidente da EPTC, Vanderlei Cappellari.

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23 respostas

    • Em Canoas a prefeitura instalou paradas fixas ao chão pelas “costas” da parada, e a cobertura se projeta para a frente, sobre os usuários. Só que é uma abertura muito grande, e não é difícil pegar sol e chuva, e também não raro, se projetavam sobre a rua e já aconteceu de ônibus que simplesmente arrancavam elas do chão (não sei dizer se na presença de usuários). Aqui vai uma amostra delas:

      Essa é uma feliz versão dos bairros, as do centro são mais altas. Enfim, falei tudo isso, porque lembrei deste causo, onde as paradas sofriam com as pancadas dos ônibus, imagina o que não aconteceria com uma pessoa nessas “felizes” paradas canadenses… rsrsrsrs

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      • Quando os ônibus saem da Mauápara entrar em direção ao terminal do Mercado tem um prédio com uma marquise. Se olhar vera e a marquise está toda destruída pelos ônibus. Até não sei se já não abalou algo na estrutura da marquise.

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      • Que tal só posicionar a parada num local inteligível e não bloqueando a rua? Em poa tem muitas paradas iguais (corredores de ônibus) e nunca vejo uma destruida por um ônibus.

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  1. Querem passe livre? Eis a solução, sigam Paris, destruam mais Porto Alegre, e resolvido o problema, passe livre, que maravilha! http://noticias.terra.com.br/mundo/europa/poluicao-atinge-nivel-critico-e-paris-tera-transporte-gratuito,291c282a950c4410VgnVCM10000098cceb0aRCRD.html

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    • Talvez o centro de Porto Alegre seja mais poluído, mas o equipamento que mede os níveis de poluição do ar, ali na Salgado Filho com a Borges, está quebrado há anos.

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  2. Acabei de mandar um email com as seguintes sugestões:

    * Fim da burocracia do TEU: colocar crédito no cartão deveria ser tão fácil quanto comprar minutos para um pré-pago. Em vez de ser necessário se dirigir a um posto específico, deveria ser possível a compra de crédito em qualquer farmácia, banca de jornal ou lotérica, bem como recarga pela web.

    * Passe mensal integrado: permitir ao usuário pagar uma tarifa fixa mensal que ofereça acesso ilimitado ao tranporte coletivo em Porto Alegre.

    * Melhorar integração do TEU: facilitar o uso dos créditos do cartão no Trensurb, lotações, catamarãs, transporte metropolitano (TRI) e no futuro metrô.

    * Ausência de cobradores: permitir que os passageiros comprem a passagem antecipada ou, para os que não tiverem comprado antes, permitir pagar ao motorista um preço um pouco maior (e redondo, de preferência).

    * Mapa esquemático: criação de um mapa das linhas de ônibus que torne possível a um turista compreender a malha viária de Porto Alegre. O mapa deve ser na forma de um diagrama esquemático semelhante aos mapas de metrô de grandes cidades, sem se prender a detalhes geográficos irrelevantes (https://en.wikipedia.org/wiki/Transit_map).

    * Informação ao passageiro no ponto: para cada linha que passe numa parada deveria existir um cartaz com o mapa da linha e a tabela de horários previstos.

    * Informação ao passageiro no ônibus: O motorista de cada ônibus deveria carregar consigo prospectos (folhetos) que contenham o mapa da linha, a tabela de horários da linha e o mapa esquemático da malha viária. Este mapa deveria ser oferecido gratuitamente ao passageiro que solicitasse informação durante o trajeto.

    * Climatização: Todos os ônibus deveriam ter ar-condicionado e calefação.

    * Malha viária descentralizada: redistribuir as linhas de ônibus, criando centros regionais de transbordo. Passageiros viajando entre dois bairros não deveriam ter que passar pelo Centro Histórico para fazer o trajeto.

    * Nomeação das linhas: evitar linhas com nomes que soem semelhante, ou talvez adotar apenas códigos para identificação das linhas. Evitar nomes longos ou compostos, do tipo que tenta dar um “resumo” dos lugares onde a linha passa.

    * Identificação dos ônibus: o nome da linha deve ser facilmente legível até mesmo por passageiros que tenham alguma dificuldade. O painel eletrônico frontal deve ter um texto estático, nunca alternando entre o nome da linha e alguma outra informação.

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    • Excelente! Mandei as minhas também…

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    • * Ausência de cobradores: permitir que os passageiros comprem a passagem antecipada ou, para os que não tiverem comprado antes, permitir pagar ao motorista um preço um pouco maior (e redondo, de preferência).

      Por mais que a idéia seja nobre, duvido que aceitem. Sindicatos botarão fogo daí.
      E será assim pra sempre.

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    • Boas ideias.

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    • – SEM sobreposição de linhas: otimizar o uso de ônibus usando terminais de transbordo e linhas locais de abastecimento, futuramente convertidas pra bondes locais circulares, aumentando assim a frequência.
      – INFORMAÇÃO: com a simplificação das linhas será possível um design mais simples de um mapa do sistema inteiro, que poderia ser distribuido dentro dos ônibus e nos terminais. Obviamente também online. GPS em cada ônibus para previsão de chegada por app de celular ou envio de SMS.
      – PAGAMENTO: fim do cobrador de ônibus, criação de um cartão DESCARTÁVEL de tarifa (sem cadastro pra ter) que pode ser comprado em lotéricas, farmácias, supermercados e máquinas específicas nos terminais, que pode ser reabastecido nesses mesmos locais. O cartão TRI nominal também deve ter reabastecimento online e nas máquinas. Criação de uma máquina de pagamento a dinheiro para ser colocada dentro dos ônibus SEM opção de TROCO, para incentivar o uso de um cartão e agilizar o embarque.
      – Conforto e acesso: 100% da frota daqui 5 anos: ar condicionado. Rack frontal para bicicletas (exceto BRT). Acessibilidade por piso baixo. REPAROS.
      – Mais Carris, menos empresas privadas. Transporte bom dá prejuizo.

      Obs: a linha que vai pro aeroporto, quando rodando no sentido que VEM do aeroporto não exibir “aeroporto” ou o símbolo no letreiro para evitar enganos.

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    • Só discordo em eliminar o cobrador, a população não está madura o suficiente para isso.

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    • A ideia dos panfletos é ótima e poderia sair de graça vendendo espaços publicitários… sem contar que poderia ter a versão em inglês e espanhol para turistas.

      wi-fi também seria algo muito bom.

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    • Ótimas sugestões, acabo de enviar as minhas também. Acho que o crucial para o sistema como um todo, além do ar-condicionado, é acabar com a burocracia (cadastro) para aquisição e recarga do TRI, não tem necessidade de ser nominal mesmo (exceto VT e escolar), e disponibilizar informações, em cada parada de ônibus, de quais linhas ali passam, seus horários e mapas de linha. Mas o sonho absoluto para o passageiro esperando na parada seria painel eletrônico nas paradas mostrando qual linha se aproxima e o tempo previsto de chegada (uma vez implantado GPS na frota), como acontece na Alemanha. Na nossa realidade, melhorando as paradas e cumprindo os horarios, já seria um enorme ganho.

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      • Um app que fizesse isso seria bastante útil. Quase todos tem smartphone e um app dispensaria o custo com a implantação e manutenção de equipamentos como letreiros eletrônicos em paradas de bairros. Porém, em terminais, como o Parobé, Uruguai, Triângulo, e nos futuros “terminais intermodais” do metrô, seriam muito bem vindos.

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  3. eu pediria por limpeza dos onibus.

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  4. Pra que? Ir pra pasta SPAM?

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    • Às vezes parece que falta gente de TI na prefeitura, só que não. Eles têm a Procempa e devem ter servidores estatutários da área nos quadros da PMPA. A solução de oferecer um canal de e-mail para sugestões é porca, para dizer o mínimo. Não tem número de protocolo, não diz quem foi o responsável pela análise da sugestão e nem a torna pública para que a comunidade em geral possa ler e complementar as sugestões.

      O Gabinete Digital do governo do estado deu uma solução um pouco melhor na época das manifestações de junho. Ainda é pobre, pois não divulgava os autores das sugestões e nem quem ia analisar, mas ao menos eu podia ler todas as sugestões e votar nelas.

      O Gabinete Digital tem consultoria da FGV (tenho medo dessas consultorias, são engravatados querendo faturar massageando o ego de gestores, mas tudo bem) e da Procergs — sim, o governo do Estado tem e usa os serviços da sua empresa de TI. O Gabinente Digital ainda é site para inglês ver, cheio de frescuras que enchem os olhos, mas oferecem pouca funcionalidade. Ainda é muito melhor do que a disponibilização de um endereço de e-mail. Eu esperaria isso de uma prefeitura de uma cidadezinha de 2 mil habitantes, não de Porto Alegre.

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  5. Talvez se várias pessoas sugerirem o suporte para bikes na frente do ônibus, eles considerem a ideia. Alguém sabe porque esse projeto não deu certo em PoA?

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    • Acho que atrapalhava muito, os ônibus já vivem com atraso, imagina tendo que esperar pra tirar a bike?

      E também pela segurança pro pedestre, assim como foi proibido quebra mato nos carros, acho que fica ruim pros ônibus, e por na traseira tem o risco de furto.

      Uma coisa que dei falta ontem, foram os telefones públicos no ônibus, meu celular parou de funcionar e eu precisava ligar.
      haah

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    • Do lado de fora é ruim porque atrasa o embarque e desembarque, e do lado de dentro é ruim pela disposição dos assentos (quem sabe no BRT, que terá mais portas e mais amplas, e os veículos serão maiores?). Pessoalmente, é melhor ter bicicletários nas paradas, e começar a expandir o BikePoa além do centro.

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