Que tal deixar o carro em casa e caminhar ?

caminhada

Jornal Metro – Porto Alegre – 16/04/2014



Categorias:Arquitetura | Urbanismo, Pedestres

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20 respostas

  1. Pra mim estas placas justamente o efeito contrário, se eu souber que faltam 32 minutos para chegar em um lugar eu simplesmente não vou a pé. A menos que queira passear no final de semana.

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    • Em geral é muito mais demorado de ônibus e muitas vezes é mais demorado ir de carro, devido as retornos, sinaleiras, desvios, engarrafamentos, procurar vaga… Além de ser mais caro.

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  2. Sobre a insegurança nas ruas: estudo urbanismo e um professor meu falou que grande parte desse problema é causado pelo fato das cidades modernas concentrarem todas as atividades em poucos lugares, o que gera grandes “vazios urbanos”. A solução basicamente seria: menos shoppings, mais comércio de rua, atividades ao ar livre, praças e espaços públicos de qualidade, etc; ocupar a rua mesmo. Mas é claro que a segurança pública é falha e muita gente não vai querer arriscar.

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  3. Mais uma excelente iniciativa. O problema, realmente, é se andar na rua num “país” em que o desgoverno PT incentiva a criminalidade abertamente e proíbe o cidadão honesto de se defender. Mesmo assim temos de resistir e seguir usando as ruas, elas são nossas, não dos bandidos (os da rua e os dos palácios).

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  4. Aos que dizem que fazem tudo de carro porque se sentem inseguros indo a pé, não radicalizem!

    Pode-se muito bem ir na padaria da esquina, no parque ou qualquer outro lugar a pé tranquilamente em vários horários do dia. Em outros que se sinta inseguro, vai de carro ou busão!

    É tudo 8 ou 80, nunca vi….

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    • Na verdade o raciocínio é inverso: querem fazer tudo de carro daí começam a criar argumentos, por exemplo essa mentira de que vivemos na faixa de gaza.

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  5. Excelente ideia! Podia ter um app associado ao projeto, e que tu ganhasse pontos lendo os códigos das plaquinhas, ou percorrendo os trajetos sugeridos à pé (gamification)!

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  6. Agora é esperar a EPTC remover as placas (que nem ela fez com o ShootTheShit) e anunciar uma proposta parecida que nunca vai sair do papel.

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  7. Que baita exemplo! Parabéns! Que venham mais e mais projetos assim!

    Eu não conheço Porto Alegre muito bem, mas todas as vezes que visitei a cidade não me senti inseguro. Gosto da cidade. É muito agradável. Deve ser muito bom de morar.

    Agora, se compararmos Porto Alegre com Pelotas, vocês aí da capital estão no paraíso. Em Pelotas sim, o sentimento de insegurança é inevitável. Na rua, a preferência é sempre do carro. Não há faixas nem sinaleiras para pedestres.E se um carro quiser entrar numa garagem e você estiver andando na calçada, de lugar para ele passar primeiro para não ser xingado ou atropelado.

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  8. Só sei que uso celular dentro do ônibus quando pego ônibus, e pedalo inclusive de madrugada quando saio e nunca fui assaltado. Também caminho muito pelas ruas para ir distâncias menores, tipo cidade baixa até o bom fim, etc.

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    • Conheço pessoas que nunca foram assaltadas, assim como eu que nunca fui assaltado. Mas conheço também várias pessoas que já foram assaltadas nas ruas em volta da PUC onde eu trabalho e também em outros locais.

      Não é de nenhuma maneira válido em Porto Alegre o discurso de “eu nunca fui assaltado”, pois pelos relatos que todos temos é plenamente compreensível e do arbítrio de cada um se sentir inseguro ou não.

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      • Ja fui assaltado também, com notebook e tudo.
        Por sorte, consegui fazer com que só levasse o celular.

        O cara queria me levar pra outro lugar pra ver minha mochila, mas eu disse que ele ja tinha pego meu celular, que o prejuízo era grande e que eu não tinha mais nada, ai me safei.

        Por isso que comprei uma moto, não é tão seguro quanto o carro, mas é muito melhor que andar por ai na pernada correndo riscos.

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      • Aí é que está, registro anedótico por registro anedótico tanto faz.

        Quer mais um? Eu fui assaltado uma única vez em poa: dentro de um carro e a mão armada!

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      • Com a vantagem de dar uma passeadinha de carro com os assaltantes, nunca senti tanto medo na vida.

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    • Independente de se mais seguro pedalando ou dentro de carro, o carro passa uma sensação de segurança e a causa da sensação de insegurança não é a bicicleta ou o caminhar, é a violência urbana.

      Isso é um problema sério que deve ser sanado. Pode ser ilusão a sensação de segurança do carro, mas não consigo acreditar que ao reduzir a violência urbana a quantidade de pedestres e ciclistas não aumentaria.

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  9. Eu gostaria de fazer alguns trajetos a pé, mas carregando celular e notebook não tem condições, muito inseguro. Conheço várias pessoas que foram assaltadas a pé no caminho que eu faria.

    Em vários momentos para diversas coisas vou de carro por causa da insegurança. Evito andar a pé perto de parques e vilas. Andar de carro em Porto Alegre também não é 100% seguro, mas depois que a onda de assalto em sinaleira passou é muito mais seguro que andar a pé. As estatísticas podem não corroborar 100% o que eu estou dizendo, mas apenas 10% das pessoas assaltadas a pé fazem registro de ocorrência, enquanto roubo de carro é 100%.

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  10. Ué, segundo alguns, são estudantes de um colégio caro que fazem parte da elite e que não servem pra nada, como dizem os esquerdinhas la da PUC, tudo play boy.
    hahaha

    Tenho um colega que trabalha em escola, e sonha em ir pro Farroupilha, ele diz que esse colégio manda muito bem com a comunicação entre escola aluno e família do aluno.
    Comentou que eles tem um tipo de projeto onde eles fazem os alunos criarem as coisas para Porto Alegre.
    Pelo jeito esse é mais um dos projetos.

    Ainda não vi nada, até por que meu trajeto é casa, curso e faculdade, as paradas são meio perto, ou eu vou de carro/moto, mas pelo que o pessoal comenta, eles mandam bem.

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