Nova licitação do transporte público sairá em seis meses

Prefeito confirmou que nenhum interessado apresentou proposta para a EPTC

Prefeito confirmou que nenhum interessado apresentou proposta para a EPTC  Crédito: André Ávila

Prefeito confirmou que nenhum interessado apresentou proposta para a EPTC
Crédito: André Ávila

O prefeito José Fortunati afirmou em coletiva na manhã desta terça-feira que uma nova licitação do transporte público demorará no mínimo seis meses. Apesar de uma medida cautelar suspender o processo, a sessão da comissão de Licitação do Transporte Público foi aberta para o recebimento dos envelopes para a apresentação das tarifas técnicas. De acordo com o prefeito, nenhum interessado apresentou proposta junto a Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC) e todo o processo será refeito para que tenha legalidade.

A EPTC deverá agora aperfeiçoar a nova licitação, juntamente com o Tribunal de Contas do Rio Grande do Sul (TCE), para que a licitação seja feita de acordo com o interesse público, afirmou Fortunati.

Correio do Povo



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33 respostas

  1. O que mais me deixa louco é que nenhum jornalista ou policial vai atrás da história. É óbvio que tem coisa por trás. No mínimo uma investigação com esse pessoal se faz justificada. Ninguém consegue sair do jornalismo de trânsito, futebolístico, criminal ou noveleiro nesta cidade. Ninguém investiga nada! Um conhecido meu da polícia ainda me fala que quando eles estão investigando algum esquema político, logo vem um telefonema e pára tudo. Feudo Alegre!

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  2. O erro foi deixar a coias rolar tanto tempo e as empresas do cartel ganharem tamanho poder a ponto de fazer a prefeitura de gato e sapato.

    As alternativas para o transporte de POA sair da mão dessa máfia hoje são apenas duas:

    1 – Estatizar todas as linhas e passar o comando para a Carris. Os efeitos todos já sabem, ineficiência e desvio de verba como rotina.

    2 – Desregulamentar o transporte público para que qualquer um oferte o serviço como bem entender. Parece que teve uma capital de um país aqui da América do Sul que fez isso por um tempo (acho que Lima).

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    • Não precisaria desregulamentar. Bastaria que qualquer um pudesse operar se o veículo atendesse a uma especificação básica (letreiros de led, pintura, vistorias anuais com a EPTC). Não é difícil mudar o modelo, e esse formato agradaria tanto aos liberais (pois privilegia o livre-mercado) quanto os socialistas (já que qualquer zé ninguém poderia, em tese, tirar um financiamento e ter sua empresa individual de transporte público).

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      • Desregulamentação completa realmente não seria uma boa, pois ocorreriam outros problemas como veículos sucateados, excesso de oferta para alguns locais e falta para outros e etc.. Os libertários extremistas apresentam soluções para isso, é interessante mas não condiz com minha visão mais conservadora.
        Acho que, como vocês disse, um sistema que fomente a concorrência mas com algumas normas para seu bom funcionamento seria ideal.

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    • Que eu saiba foi Santiago, e deu problema.

      Mas eu já acho que é por aí, como diz o Semiógrafo, tem que abrir para concorrência ampla. Esse modelo atual simplesmente não funciona.

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      • É, foi Santiago mesmo. Dei uma pesquisada rápida aqui e li coisas boas e ruins a respeito.

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    • Falaram de desregulamentar os ônibus, pra ter concorrência. Isso já acontece na prática no Rio: “Outro fator apontado pelo motorista como um agravante à pressão que dirigir em uma cidade do porte do Rio de Janeiro causa por si só é a política de metas da empresa, que transforma os colegas de linha em concorrentes. No caso dele, é preciso conseguir 200 passageiros “pagantes” ao dia – quem não fecha a meta é obrigado a ficar em casa e tem a diária descontada do salário.”

      http://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias/2013/04/27/empresas-de-onibus-no-rio-oferecem-curso-de-40-horas-para-motoristas-e-pouco.htm

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