Novo viaduto da Júlio de Castilhos é liberado ao trânsito

Prefeito destacou a importância da obra para a cidade   Foto: Ricardo Giusti/PMPA

Prefeito destacou a importância da obra para a cidade   Foto: Ricardo Giusti/PMPA

Um antigo problema no trânsito da área central de Porto Alegre, o “X” da Rodoviária, foi resolvido na manhã desta quinta-feira, 12, com a liberação do viaduto da Avenida Júlio de Castilhos, pelo prefeito José Fortunati. “Estamos encerrando um dos capítulos mais difíceis de mobilidade urbana de nossa cidade”, reconheceu, ao destacar que por ali circulam cerca de 60 mil veículos por dia. “Portanto, é um investimento que ficará como um dos grandes legados para a Capital, e é importante que as pessoas percebam que não são obras específicas para a Copa do Mundo, mas sim para a melhoria da qualidade de vida daqueles que aqui vivem, trabalham e também nos visitam”, garantiu.

O secretário municipal de Gestão, Urbano Schmitt, destacou que o novo viaduto interliga as avenidas Júlio de Castilhos e Castelo Branco, escoando um grande fluxo do Centro Histórico, em direção à saída da cidade. Com isso, se elimina a necessidade de semáforo, o que reduz a possibilidade de engarrafamentos. Imediatamente após a passagem do veiculo oficial do prefeito Fortunati, a pista foi liberada pela EPTC para os primeiros veículos, muitos deles saudando o viaduto com toques de buzina.

A velocidade máxima permitida no viaduto é de 40km/h. “Os semáforos sob a elevada, na rua da Conceição, serão desativados ainda nesta semana”, garantiu o secretário Urbano. Outra novidade é que, para garantir mais segurança, a EPTC instalou 37 novas placas – sete de orientação e 30 de regulamentação do trânsito.

Obra – o viaduto tem extensão de 265 metros, com oito metros de largura. São duas faixas de tráfego. O valor total investido na obra é de R$ 19,3 milhões. A construção teve extenso estudo de impacto ambiental aprovado pela Secretaria Municipal do Meio ambiente. A compensação ambiental resultará no plantio de 119 árvores.

Também participaram do ato o secretário municipal de Obras e Viação, Rafael Leandro Fleck, o secretário municipal de Direitos Humanos, Luciano Marcantônio, o diretor presidente da EPTC, Vanderlei Cappellari, e representantes do legislativo municipal.

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Fotos: Ricardo Giusti / PMPA

Prefeitura de Porto Alegre

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Bônus:  foto de um leitor do Blog (Müller):

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Categorias:Meios de Transporte / Trânsito

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21 respostas

  1. MEDO de subir aí.

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  2. Queria voltar a trabalhar no centro só pra passar pelo viaduto..
    hahaaha

    Mas só por um dia.

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  3. Infelizmente não vai demorar muito para um carro sair voando e cair lá dentro da rodoviária.

    Mas um detalhe que quero chamar a atenção e até seria interessante se alguém colocasse uma foto aqui no blog para que pudéssemos discutir se se trata de uma falha de engenharia ou se estava previsto no projeto: Fizeram uma verdadeira gambiarra, uma espécie de escora, na lateral desse viaduto. Essa escora está bem ao lado do acesso à Estação do Trensurb, junto à rodoviária. Uma coluna de concreto foi construída, e dessa coluna partem algumas estruturas metálicas que se conectam na lateral do viaduto. Nunca vi nada igual. No mínimo curioso.

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  4. Passei por ele ontem a tarde e aprovei. Lindo! Uma grande obra!!

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  5. Quando temos apenas viadutos sendo inaugurados como “grandes obras” algumas coisa está muito errada….

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  6. Melhorou mas ainda não acabou com o X… Quem vem do túnel e vai para a Castelo ainda vai encontrar os ônibus cortando sua frente para irem no sentido Mercado.
    Falta a estação de ônibus ser deslocada pro meio da rua, espero que não abandonem a ideia.

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  7. Pela foto neste momento hiper mal acabado, bem na linha das coisas feitas de modo porcalhão sem capricho nem esmero nesta cidade.

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    • Isso porque tu não viu o viaduto da Pinheiro Borda. Esse aí pelo menos tem a mureta reta. O da Pinheiro Borda parece aqueles muros de taipa de tão torto.

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  8. O que acho estranho é aquele desenho todo curvo num viaduto estreito. Tomara que não aconteça nada, mas com o hábito que temos de correr onde não devemos mais os acidentes que já aconteceram na ponte estaiada da rodovia do parque… me parece perigoso.

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    • Também não entendi esse traçado sinuoso. Não teria por que. A não ser que tenha sido feito assim justamente para impedir os veículos de correrem muito.

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      • Tem razão, poderia ser traffic calming. Mas acho que para funcionar aqui seria mais seguro além da sinuosidade botar tachões ou em último caso até um quebra-mola ou algo assim.

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    • Tão simples de entender o traçado em S e o povo quebrando a cabeça… Se fizesse reto deixaria um vão pequeno para o viaduto que está embaixo, que recebe os carros que chegam da Castelo Branco em direção ao túnel, o que impediria a passagem de veículos altos.

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      • Entendi, ficaria mais perto daquele viaduto, portanto mais perto da parte mais alta dele. Faz sentido!

        Mas enfim, ainda assim acho que cabia alguma medida para contrar a velocidade de trânsito ali.

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      • Eu passei lá e achei a curva difícil de fazer na velocidade máxima.

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  9. Que legal…….
    Pessimismo não pode faltar, puxa, já no primeiro comentário….a famosa Síndrome Regina Duarte….

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  10. Morro de medo, parece tão fragil e mal acabado…

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    • Com essas obras todas na correria, não duvido de nada. Tem uma obra de monotrilho em São Paulo onde, nem acabou a obra, e já caiu viga.

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      • A queda da viga do monotrilho se deu no momento que encaixavam a peça pré-moldada nas colunas. Tem bem cara de falha humana, seja do operador do guindaste ou de quem for. Embora nada descarte que possa ter sido alguma falha do concreto, como porosidade excessiva na viga ou na coluna, trinca ocorrida durante o transporte, desrespeitar o tempo de cura do concreto ou o que quer que seja. Mas convenhamos, acidentes nas obras do Metrô de SP já são quase tradição, vide o desmoronamento nas escavações da L4 em 2007 ou a mais recente colisão entre dois trens reformados no pátio.

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    • Duvido terem utilizado cimento ARI (alta resistencia inicial), e, contando os dias da cura do concreto?
      Prefiro não passar perto.

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