Setor hoteleiro de Porto Alegre comemora vitória da Holanda

Holandeses jogam contra Austrália quarta-feira no Beira-Rio

O setor hoteleiro da Capital comemorou o resultado do jogo entre Espanha e Holanda nessa sexta-feira, em Salvador. De acordo com o presidente do Sindicato da Hotelaria e Gastronomia de Porto Alegre (Sindpoa), Henry Chmelnitsky, a vitória de 5 a 1 dos holandeses irá movimentar a cidade na próxima quarta, quando a Laranja Mecânica enfrenta a Austrália no Beira Rio.

Os empresários afirmam que a expectativa de leitos ocupados está se confirmando: eles esperam que todos os 10 mil leitos da Captial estejam ocupados também em 25 de junho, quando a Argentina enfrenta a Nigéria em Porto Alegre. A Capital também recebe a partida entre Coreia do Sul e Algéria, no dia 22 de junho, e uma partida das oitavas de final.

Correio do Povo



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14 respostas

  1. Vamos receber os turistas holandeses com muita cordialidade e educação é momento único para todos os tipos de serviços terem como meta um atendimento profissional praticando um preço justo nos restaurantes e diversos outros serviços prestados aos turistas que nos visitam.

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  2. Bom, acho que ninguem iria reclamar das holandesas invadindo uma cidade.
    haha

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  3. Pela reciprocidade, a julgar como nós brasileiros somos tratados na França, principalmente os que não sabem falar francês, não temos a obrigação moral de facilitar a vida deles. Agora, o que eles apontaram não é mentira. Até porque o concentra deles é no centro, de cara com aquele esqueletão lindo. E o transporte público é confuso até pros gaúchos. Imagina então quem não entende a nossa língua rs

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    • Ontem estive na festa da França, na parte interna inclusive (como morei muitos anos na França em portanto falo francês, me deixaram entrar. Falei com muitos. O problema é a total desinformação sobre a cidade. Péssimo trabalho do governo, do Convention Beureu e dos hotéis. Nao tinham nenhuma informação e bastante curiosidade. Somente sabiam sobre o merclado público. Ninguém sabia sobre o Margs, o Santander, a Casa de Cultura, o Iberê Camargo (franceses gostam de museus e prédios históricos), ninguém sabia acerca do nosso clima!!!! ou sobre os 2 estádios ou que os 2 clubes já foram campeões mundiais, muito menos da importância do estado no cenário científico brasileiro (somos o estado que mais gera patentes), ou que fora a sede do Fórum Social Mundial (francês gosta disto). Ou a nossa colonização (a a influência alemão nos prédios históricos danosas cidade assim como no fato de preservarmos árvores) ou cultura, ficaram muito perplexos ao saber que éramos o estado das missões e dos gaúchos. Ou do churrasco, simplesmente não sabiam. Nao sabiam nem que a cidade focava as margens de um rio!!!! Assim fica difícil, o estado e sociedade que se esconde e que só fala mal de si. Estamos ficando famosos por isto.

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      • Sem eximir a falta de publicização da cidade, mas aí tem falha de todos os lados. Que tipo de turista visita uma cidade sem ao menos jogar ela na wikipedia ou tentar descobrir uma ou outra informação a respeito?:X

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      • Comentário perfeito Henrique.

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      • Eu me surpreendi com o comentário dos franceses divulgado pela Zero Hora. Está certo que a parte histórica de Porto Alegre está jogada às traças, a começar pela maravilhosa obra de mobilidade da Voluntários, que destrói o pouco que restou da Porto Alegre antiga. Ninguém parece se dar conta do tesouro que temos entre a Marechal. Floriano e a Ramiro. Daria para transformar essa região na nossa Lapa, numa nova Cidade Baixa. Sem dúvida, é onde tem a maior concentração de prédios “tombáveis” em Porto Alegre. Só resistiu ao tempo porque é uma região relativamente desvalorizada.

        Voltando aos franceses, essa visão reflete o despreparo dos nossos guias turísticos. Na boa, Porto Alegre pode estar meio jogada, mas tem MUITA coisa para mostrar aos gringos que nós não damos bola, mas eles gostam — principalmente no que se refere à Porto Alegre natural/rural:

        • Santuário Mãe de Deus/Morro do Osso/vários mirantes;
        • Ipanema/Assunção;
        • Travessia do Guaíba por Catamarã;
        • Belém Novo/Lami/Ponta Grossa/Itapuã (este último tecnicamente pertence a Viamão, mas poderia ser incluído no roteiro);
        • Agroturismo na Vila Nova/Belém Velho/Campo Novo/etc.

        Turismo urbano/cultural:
        – Padre Chagas e imediações do Moinhos, começando numa caminhada partindo da Ramiro com a 24 de Outubro, praça do DMAE, Pe. Chagas. Noitada na Nova York.
        – Cafezinho expresso na Tristeza, no Paseo, no Bassani ou naquele atrás da praça depois de uma caminhada na orla de Assunção.
        – Centro (durante a semana, que é mais animado): chope no viaduto Otávio Rocha, jantar no Atelier das Massas, showzinho de jazz no Odeon, café expresso na Renner/Livraria do Globo, passeio pela CCMQ, memorial da Elis Regina, Vik Muniz no Santander.
        – Cidade Baixa: Noitada. Sopa no Van Gogh para dormir bem. Passeio na Travessa dos Venezianos. Jantar no Monte Pollino. Bares da João Alfredo.

        Cansei… Esses gringos foram muito mal assessorados, tem muita coisa para fazer em PoA em 2-3 dias, até mais tempo.

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    • Estive na França duas vezes sem falar francês e não tive problema algum. Eles foram muito cordiais e mesmo os caixas nas estações de trem, falando um péssimo inglês se esforçavam para tentar explicar.

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  4. Tomara, pq da França não tem quase ninguém!

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