Conheça os principais corredores da riqueza no Brasil

Eixo Porto Alegre - Caxias do Sul já é um corredor consolidado

Eixo Porto Alegre – Caxias do Sul já é um corredor consolidado

Cidades com economias complementares formam eixos de desenvolvimento — os dez principais já geram 37% do PIB. Eis um fenômeno que o Brasil precisa aproveitar melhor.

Nas últimas décadas, diversos corredores de desenvolvimento se formaram no país — como o do Rio de Janeiro a Campos dos Goytacazes, estimulado pelo avanço da exploração do petróleo, e os que cortam áreas industriais tradicionais, como o trecho catarinense de Joinville a Florianópolis e o território gaúcho de Porto Alegre a Caxias do Sul.

Corredores consolidados:

  • São Paulo – Campinas
  • Rio de Janeiro – Campos
  • Joinville – Florianópolis
  • Porto Alegre – Caxias do Sul

A seguir são destacados quatro dos mais promissores eixos do Brasil:

1. Eixo Goiânia-Anápolis-Brasília

Outras cidades do eixo: Abadiânia, Alexânia, Anápolis, Brasília, Goianápolis, Goiânia, Santo Antônio do Descoberto e Teresópolis de Goiás

 2. Eixo Ribeirão Preto-Uberlândia

Outras cidades do eixo: Aramina, Buritizal, Delta, Guará, Igarapava, Ituverava, Jardinópolis, Nuporanga, Orlândia, Ribeirão Preto, Sales Oliveira, São Joaquim da Barra, Uberaba e Uberlândia

O eixo entre Uberlândia e Ribeirão Preto, formado apenas por cidades do interior, é um caso raro no Brasil — quase sempre, há uma capital numa das pontas. As duas cidades mostram como a competição resulta num ambiente de negócios mais favorável para as empresas.

3. Eixo Fortaleza-Mossoró

Outras cidades do eixo: Aquiraz, Aracati, Beberibe, Cascavel, Eusébio, Fortaleza, Fortim, Icapuí, Mossoró, Pindoretama e Tibau

4. Maceió-Recife-Campina Grande

Outras cidades do eixo: Abreu e Lima, Água Preta, Caaporã, Cabo de Santo Agostinho, Camaragibe, Campina Grande, Escada, Flexeiras, Gameleira, Goiana, Gurinhém, Igarassu, Ingá, Ipojuca, Itabaiana, Itapissuma Paulista, Jaboatão dos Guararapes, Joaquim Gomes, Joaquim Nabuco, Juripiranga, Maceió, Massaranduba, Matriz de Messias, Mogeiro, Novo Lino, Palmares, Pedras de Fogo, Pilar, Recife, Riachão do Bacamarte, Ribeirão, Rio Largo, São José dos Ramos e Xexéu.

Leia a matéria integral na Revista Exame, clicando aqui.

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Categorias:Economia Estadual, Economia Nacional

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10 respostas

  1. Legal a Noticia. Mais o PIB de Porto Alegre cresce a passos de tartaruga (como tudo na cidade né?). E esse crescimento em marcha lenta já fez Porto Alegre ser ultrapassa por Curitiba no chamado PIB per Capita que a renda de tudo que a cidade produz divido pela população.

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  2. A região de Bento Caxias tem PIB e idh de primeiro mundo. Acredito que em meio século será a região mais importante do RS

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    • Com certeza tu não conhece o primeiro mundo para falar isso. Caxias do Sul tem um IDH de 0,782 e Bento Gonçalves 0,778 se fosse um país seria uma “Cuba” que tem IDH 0,780.

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  3. Nem ligacao rodoviaria duplicada temos entre as duas cidades…..patetico!

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  4. Ainda esta em tempo de agilizarem os trens, não adianta só ficar pensando em….

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  5. Que falta que faz um trem de verdade ligando esse corredor de riqueza Porto Alegre – Caxias do Sul.

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    • Verdade Pablo. Teriamos que ter um transporte de massa de qualidade para ligar este corredor todo.

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      • Esse trem seria “o” diferencial para atrair cada vez mais investimentos!

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      • E turistas, pois nesse eito etão 2 dos mais significativos pólos turísticos do Brasil – Gramado/Canela e Vale dos Vinhedos.

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    • Uma linha de tren para essa região poderia ser feita nos mesmos moldes que se pretende fazer o metrô de Poa, numa espécie de consórcio entre as Prefeituras da região (responsavel pelas Estações), o governo do Estado (responsável pelo projeto e desapropriações), o governo da União (responsável pelas obras) e a iniciativa privada (responsável pela compra dos trens e gestão do Serviço), com parte do financiamento vindo do tesouro desses 3 entes federativos e outra parte do BNDES.

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