EPTC realiza ações educativas envolvendo ciclistas

Atividades acontecerão hoje, 21, na esquina da Ipiranga com a Borges  Foto: Thalles Campos/Divulgação PMPA

Atividades acontecerão hoje, 21, na esquina da Ipiranga com a Borges  Foto: Thalles Campos/Divulgação PMPA

Abordagens com ciclistas e distribuição de material educativo, com orientações para uma circulação mais segura, fazem parte da programação de ações desta semana da Coordenação de Educação para o Trânsito da Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC). As atividades acontecerão das 15h às 16h de hoje, 21, na Ipiranga com Borges de Medeiros, e nesta terça-feira, 22, na av. Presidente João Goulart, imediações da Usina do Gasômetro, Centro Histórico.

Os folderes orientam o uso adequado das bicicletas nas vias; mostram os equipamentos obrigatórios a serem utilizados nas bicicletas; a importância do uso de capacete, óculos, roupas, luvas e tênis, para uma maior segurança e comodidade dos condutores, entre outras dicas. Os folhetos sinalizam, também, as ciclovias existentes na Capital, com mais de 20km para uso dos ciclistas.

Mesmo com redução da acidentalidade envolvendo ciclistas em Porto Alegre, neste primeiro semestre foram registradas três vítimas fatais, em 121 acidentes. “Procuramos orientar os ciclistas para uma circulação mais segura e adequada nas vias. É importante utilizar bicicletas com equipamentos de proteção, considerados de uso obrigatório como os retrorrefletores nos pedais e nas rodas, necessidade do espelho refletor no lado esquerdo, além de vestimentas adequadas”, afirma Juranês Castro, Coordenador de Educação para o Trânsito da EPTC.

Prefeitura de POA



Categorias:Bicicleta, Ciclofaixas, ciclovias

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23 respostas

  1. Felipe X, meu comentário não é vira-latista porque eu não, deverias dirigir teu foco para outros comentários, se o capacete salvaria ou não jamais saberemos só que ele tinha que estar na cabeça e não no guidom.
    Leio muitos comentários teus aqui neste Blog e de todos que aqui postam. Abro o Porto Imagem e leio tudo e muitas mas muitas vezes não comento nada porque me dá nojo dos comentários patéticos e pessimistas. Não adjetivo ninguém diretamente nem quero ser adjetivada……outra coisa que é a pura verdade é que quem não respeita não é respeitado e observação mulher de saia curta só sai da cabeça de machista mesmo que seja só para comparar com o meu quem não respeita……………………………………..

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    • “Brasileiro acha que seguir normas é caretice. ” – isso é vira-latista. É normal pessoas correrem risco quando a infra estrutura é precária no mundo todo. Existem estudos sobre isso. Eu direcionei os comentários para ti pois acho que tu aceita argumentação e nesse ponto discordamos, mas concordo que tem gente que não vale a pena 🙂

      Meu ponto é exatamente este: falar de saia curta é coisa de machista. Achar que um ciclista não merece respeito por não respeitar os outros é coisa de carrólatra, anti-ciclismo, sei lá… Como se os motoristas ou motociclistas respeitassem os outros. Não respeitam pois são todos parte da mesma cultura.

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      • Felipe X. Até aceito que são velhos chavões mas fazer o que o mundo agora esta assim, juro que me espanto a cada dia e eu já vivi numa cidade muito melhor, muito melhor mesmo….

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      • É, eu também 😦

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  2. Equipamento de Proteção, seja qual for as pessoas não querem usar mesmo que seja algo que possa salvar sua vida. Brasileiro acha que seguir normas é caretice. Em todos os setores é assim.
    Uma das vítimas de acidente de trânsito fatal estava com o capacete preso no guidom da bicicleta, possivelmente ele a teria salvo….
    Ciclistas não seguem norma nenhuma vão pelas calçadas à toda velocidade. Eu os acho insuportáveis….
    Quem não respeita não é respeitado….

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      • Eu uso o meu, mas capacete não é obrigatório e tu não sabe se salvaria. É muito conveniente escolher um ponto e desconsiderar totalmente como o motorista estava dirigindo. Mas bem, só sobrou o ponto de vista dele né? E se furou o sinal vermelho, trafegava em alta velocidade, etc?
      • Não é só brasileiro não, esse discurso vila-latista não ajuda em nada. Falei um pouco disso acima respondendo o Fabio.
      • Sem comentários sobre esse “quem não respeita não é respeitado”. Dividir a população de POA em grupinhos imaginários não resolve nada. O mesmo ciclista que pedala na contramão pode entrar num carro e furar sinal vermelho. Mas se ele mestá bicicleta é de um “grupelho que não se faz respeitar”. Tipo mulher que usa saia curta?

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  3. Nem sei direito onde essa ciclovia da imagem, mas é possível perceber o erro primário de quem a fez: as ciclovias devem ficar à direita do fluxo de carros e não à esquerda, junto ao canteiro central.

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    • Acho que a da Adda Mascarenhas. Nunca pedalei lá, mas se não me engano termina no nada também.

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  4. Até que um dia uma ação para melhorar o comportamento dos ciclistas, tem muitos que se colocam em risco nas vias de carro apesar de ter uma ciclovia ao lado. Sei que alguns reclamam da qualidade delas, mas quando andava de bicicleta (antes de uma lesão nas costas) preferia andar na ciclovia trepidante da diário de notícias do que me arriscar no asfalto com os carros.

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    • vias de carro??? desde quando são exclusivas?

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      • foi apenas pra expressar o local onde os carros andam… para diferenciar das ciclovias… elas não são exclusivas, mas havendo uma ciclovia, logo existe um lugar mais seguro para andar… eu pelo menos me sentia MUITO mais seguro quando chegava numa ciclovia com minha bicicleta…

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    • A questão é quem usa a bicicleta como opção de mobilidade possivelmente vai pedalar uns 20km por dia e não vai usar uma via que obriga a andar a 10km/h se tem outra que o permite andar a 25km/h (no teu exemplo talvez 35km/h).

      Quem anda de carro faz o mesmo tipo de decisão, e também o risco de acidentes é maior – não que a letalidade seja a mesma.

      Quando tu lê pesquisas de comportamento no trânsito isso aparece por tudo. Pedestres também se arriscam a atravessar uma avenida com sinal fechado se demora demais para abrir, não só no Brasil mas no mundo todo. Ali na Diário sempre vejo pedestres atravessando na rótula do Barra, onde simplesmente não há sinaleiras. É arriscado? É sim, mas é esperado e a EPTC deveria saber disso que falei e botar uma sinaleira ali.

      Não adianta ficar tentando julgar quem fez errado se a alternativa adequada não existe. O que tem que ser exigido até o fim é que a infra seja construída.

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      • certamente não estou falando de ciclistas que andam no asfalto com equipamentos de segurança e numa velocidade alta… estou falando de “bicicleteiros” que andam sem EPI… já vi gente até de chinelo de dedo na rua… eu quando andava não usava nenhuma EPI, por isso dava preferencia para utilização das ciclovias…

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      • Ah, bem, reconheço que acho surreal um cara de bikepoa andando em ziguezague na beira rio… já vi várias vezes.

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  5. 2 horas panfletiando para somente para o publico que anda de bicicleta não vai adiantar nada.

    Tem que haver campanhas de massa abrangendo quem realmente mata, ou seja, os motoristas de veículos automotores.

    Dinheiro é que não falta a EPTC (já que agora nem precisa usar mais os 20% das multas, tem mais de 50 milhões de dinheiro do novo fundo). Falta é vergonha na cara nessa cambada que está gerenciando as ações da EPTC.

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    • Pois é, infelizmente para motoristas só sabem por pardal. Não que eu seja contra, mas isso não é educação.

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  6. Muito bom.
    Agora só falta para os pedestres e motoristas, e toca-lhe multa em quem não obedecer.

    Alias, o que acontece se pegam um ciclista sem algum equipamento obrigatório?

    Morte nunca é bom, mas achei 3 mortes um numero bem baixo para meio ano, espero que fique nesse numero ate o final do ano.

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    • Ainda vai demorar muito para começar a se cobrar esses equipamentos obrigatorios. Nem as bicicletas da prefeitura cumpre a lei (por exemplo, o espelho que colocaram serve para nada – a não ser ficar olhando para sua roupa).

      Os refletivos da frente e de tras, que a legislação exige, as proprias lojas de bici retiram (obviamente para o cara ter que comprar piscapisca). É problema social quem não usa (então nao tem como cobrar – melhor é se fornecer gratuitamente).

      Na França por exemplo, para andar em estradas de noite o ciclista tem que usar colete refletivo. Aqui no Brasil poucos usam, até o pessoal que faz esporte “poupa” em refletivo de pouca eficiência. Em muitos países da Europa está entrando uma legislação que obriga ter colete refletivo para os ocupantes de automóveis (para ver que esse equipamento faz muita diferença em relação a segurança).

      Infelizmente ainda vai demorar tempo para conseguirmos avançar. Por enquanto a maioria dos motoristas tem certeza que o lugar de bicicleta é na calçada.

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      • Olha, ate que seria interessante esse esquema dos coletes refletores, mas para passageiros de carros, que ficam dentro dos carros?
        hahaha

        Acho que se nossas ruas fossem bem iluminadas, não seria tão importante, mas sinalização é sempre bom.

        Na verdade, uma reorganização das coisas poderia melhorar muito
        Pega as grandes avenidas, coloca as faixas da esquerda para carros com um espaço menor entre elas, e na da direita, um metro e meio a mais, tem diversas avenidas com faixas enormes, acho que é pelo tamanho dos ônibus e caminhões, não sei, poderiam tirar um pouco desse espaço e por na da direita, não precisa nem pintar, só de ter um espaço pro carro desviar do ciclista já seria uma boa mudança.
        Tantas ruas normais que deixam estacionar nos dois lados, que mal passa um carro, tira o estacionamento de um lado, toca uma ciclovia, vai ter espaço pra todo mundo, poderiam fazer ate como nos Eua, pagar uma taxa mensal para estacionar na rua.

        Não são coisas difíceis de se fazer, e se tiver má vontade, da pra adaptar sem gastar muito

        Sobre os óculos, bom, eu como motociclista já machuquei o olho (nada grave) andando devagar, algo pelos 30km/h, geralmente quando estou chegando em casa abro a viseira pra enxergar melhor na noite antes de entrar na garagem, pra ver se não tem ninguém escondido nas arvores da praça (muitos roubos de carros e motos na região), mesmo assim pegou algo no meu olho que na hora comprometeu minha visão.

        Temos muito que evoluir.

        Meu meio irmão entrou nesse esquema de bike faz uns meses, vai praticamente ate Viamão todos os finais de semana pra ficar na casa da namorada, cursinho todos os dias, entre outros lugares, vai e vem ele comenta das dificuldades, depois que peguei a moto, acho que me viro no transito de bike, se eu conseguir um emprego por perto, to pensando em fazer essa troca, dar o dinheiro da moto num carro e usar ele apenas para finais de semana, como diversão mesmo.

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      • Colete é para ser usado na estrada, quando as pessoas estiverem fora do veículo. Funciona. Um exemplo são os ciclistas que pedalam com colete, realça muito mais que o pisca-pisca, dá pra ver de longe.

        Guilherme, sugiro que participe de algum grupo noturno de bike para aprender a pedalar no trânsito. E não venda a moto…. espere um pouco pois possivelmente vai querer pedalar mais nos fins de semana pq é mais divertido…

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  7. Achei decepcionante que ficam torrando sobre luvas e óculos, que são totalmente questionáveis, e não há menção sobre pontos importantes como pedalar no sentido da via e sinalizar conversões.

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    • É de extrema importância o uso de óculos de proteção pelos ciclistas. Por menos de 10 pila se protege de lesão do olho. Diferentemente que pedestre, a 20 km/h, é muito comum entrar algo no olho e provocar sérias complicações pro resto da vida.

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      • 20km/h é velocidade de ciclistas mais experientes como eu ou tu, que devem usar mesmo. Mas o ciclista de passeio acho foda ficar cobrando óculos. E se for por isso, cotoveleira, joelheira, tudo pode evitar lesões sérias também (e nós não usamos).

        Mas levando para o lado do humor, olha só: de acordo com o portoalegrense médio isso é impossível! Dezenas pedalando na neve sem capacete nem óculos hehehehehe

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