Usuários relatam falhas no serviço do aeromóvel

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Jornal Metro – Porto Alegre – 28/07/2014

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Depoimento de Diego Abs:

Eu trabalho há nove anos na Aeromovel Brasil S.A. Eu me lembro como se fosse hoje, na minha primeira semana (então estagiário), quando o Sr. Oskar me deu a chave do arquivo da empresa (umas 1.000 caixas de arquivo) e disse: “pode ler e aprender tudo, aqui não há segredos.”

Eu aprendi a ter integridade intelectual e não a vendo por objetivos políticos ou para obter vantagem financeira. A única coisa que me faz feliz é poder trabalhar em um projeto que tem o potencial de contribuir para melhorar a vida das pessoas.

Assim, quando eu vejo determinados tipos de críticas maldosas, claramente com a única intenção de desestabilização e desconstrução, só tenho a lamentar. Eu faço questão de ler críticas bem fundamentadas, honestas e com sustentação técnica. Nada é tão bem feito que não possa ser feito melhor. O que não dá para aceitar é a malícia.

Não consigo entender este complexo de vira-lata. O Aeromovel não pode prestar pois é brasileiro. Isso parece ser uma premissa. O metrô de São Paulo, quando foi inaugurado, não se conseguiam abrir as portas. Os carros japoneses da Trensurb tiveram de ser todos reforçados estruturalmente pois tinham um erro grosseiro de projeto periciado pela nossa UFRGS. Mas parece que a origem estrangeira isenta-os de falha (empresas cinquentenárias, centenárias, com milhares de funcionários). A nossa Embraer começou com um aviãozinho agrícola (Ipanema) e olhe onde ela está, mas não sem tropeços ao longo do caminho. Desqualificar toda uma tecnologia de transporte com base em uma falha de portas ou de baterias, de um veículo que foi (com exceção de truques e chassis) reprojetado do zero em tempo recorde soa risível e depõe contra o próprio acusador.

Poderia citar “n” casos de falhas em outras tecnologias de transporte, como quando as bateriais do MagLev Transrapid alemão incendiaram-se na linha em Xangai. Ou que tal o descarrilamento do Automated People Mover (com tração nas rodas, como os puristas defendem) do Aeroporto de Miami?

http://www.nycaviation.com/2012/05/failtrain-miami-airport-people-mover-derails-injuring-two-passengers/#.U9bu37G1FKc

Assistam o vídeo. O acusador ao visitar Miami usaria com tranquilidade o Sistema, muito satisfeito por não ser uma tecnologia “de segunda linha” e de “uma empresa enganadora” que poderia colocá-lo em perigo. SQN.

Os exemplos aos milhares. Basta conhecer e estudar transportes e, em especial, Automated People Movers. Assim como trabalhar em um hospital não faz de uma pessoa capaz de fazer uma cirurgia. Trabalhar em uma operadora de trens não a faz necessariamente capaz para falar com propriedade sobre tecnologia de transportes.

Sobre a evacuação de emergência, parece outro total desconhecimento sobre o que existe no mundo. A esmagadora maioria dos sistemas em via elevada utilizam a mesma solução do Aeromovel, alguns até sem escada (a nova geração de veículos abrirá a frente para baixo também, nivelando com a via). Tive oportunidade de perguntar isso à Siemens (sistema VAL) e à Mitsubishi (Crhystal Mover) em um congresso internacional de People Movers com relação ao sistema deles. Na Disneyworld, cujo monorail todos admiram e usam, a rota de escape é o teto. Repito, o teto. As pessoas ficam a espera do caminhão de bombeiros no teto do veículo e isso já aconteceu uma vez. O veículo da Disney tem motor a bordo. Ele pode incendiar, ele pode falhar. O motor do Aeromovel é externo e redundante. O que reduz as probabilidades, tanto que nunca aconteceu em Jacarta ao longo de 25 anos, com exceção da inauguração.

Aos que desejam ver este projeto enterrado eu tenho uma má notícia: ele vai se espalhar Brasil e mundo a fora rapidamente, independente desta minoria retrógrada.



Categorias:Aeromóvel, Aeroporto Internacional Salgado Filho

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50 respostas

  1. Concordo com Diego Abs.

    Metrô além de fazer matéria sensacionalista e ainda fez a pedido do seus patrocinadores; indústria automobilística. É famoso: lobby do automóvel, e pior que estamos em 2014 e os provincianos continuam defendendo com unhas e dentes.
    Parabéns aos alienados.

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  2. Aprovei o aerolento, gostei bem silencioso

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  3. Acho interessante pela matéria o fato de inúmeros trabalhadores que se deslocam para a Av. das Indústrias utilizarem o aeromóvel como uma opção para economizar tempo de percurso.
    Claro que os custos iriam aumentar, mas seria uma ótima alternativa para os trabalhadores se o aeromóvel seguisse até lá. Me parecem entretanto que opções de expansão não faltam (seja rumo à Av. das Indústrias, seja rumo ao Humaitá/Arena). Espero que não pare por aí. Só o fato de termos um trecho funcionando já é uma vitória sobre o conservadorismo.

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  4. Como qualquer máquina, ela falha as vezes.

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  5. Amanha vou testar ele, logo darei meu parecer. ABÇ

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  6. Não tive a oportunidade de usar o aeromóvel ainda, mas acho estranho que sendo moradora de POA essa seja a primeira vez que esteja ouvindo reclamações desse tipo sobre o aeromóvel. Fiquei na dúvida, existe exagero nos documentários ou eu andei meio alienada ultimamente?

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  7. Eu admiro o aeromóvel e não quero vê-lo afundar. Mas me deixa triste ver que aos olhos de um leigo ele parece estar enjambrado, na estação do aeroporto são usadas as portas do fundo onde o espaço de espera é menor, boa parte da estação é usada para a estação de controle que fica quase misturada à plataforma. O sistema funciona e eu tive a felicidade e orgulho de usá-lo mais de uma vez sem problemas, mas o seu visual é tosco. Eu sei que o visual é a última das preocupações, mas seria bom que depois desse período de estabilização tivessem um pouco de carinho com esse quesito.

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    • Tu tens toda razão, Guilherme. Ficou ruim o afunilamento na Estação Salgado Filho, porém era a única solução. Os bombeiros exigiram que houvesse uma distância mínima entre a estação e o edifício garagem por causa de normas de incêndio, inclusive as paredes são corta-fogo, e não de vidro, conforme projetado. O local de parada dos veículos não pode avançar além daquele ponto por norma de distanciamento mínimo do terminal do Aeroporto também. Com relação ao posto de controle na Estação Trensurb, este é temporário e deve ser transferido por completo para o CCO da Trensurb em um prazo de seis meses a um ano. O CCO da Trensurb está sendo todo modernizado de maneira a melhor acolher a expansão de sua malha (9km até Novo Hamburgo), além de incluir uma célula dedicada ao Aeromovel. Ademais, nesta fase inicial de transferência de tecnologia operacional para Trensurb, é fundamental este contato visual do funcionário com o Sistema e facilidade de intervenção em qualquer situação.

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  8. Eu trabalho há nove anos na Aeromovel Brasil S.A.
    Eu me lembro como se fosse hoje, na minha primeira semana (então estagiário), quando o Sr. Oskar me deu a chave do arquivo da empresa (umas 1.000 caixas de arquivo) e disse: “pode ler e aprender tudo, aqui não há segredos.”
    Eu aprendi a ter integridade intelectual e não a vendo por objetivos políticos ou para obter vantagem financeira. A única coisa que me faz feliz é poder trabalhar em um projeto que tem o potencial de contribuir para melhorar a vida das pessoas.
    Assim, quando eu vejo determinados tipos de críticas maldosas, claramente com a única intenção de desestabilização e desconstrução, só tenho a lamentar. Eu faço questão de ler críticas bem fundamentadas, honestas e com sustentação técnica. Nada é tão bem feito que não possa ser feito melhor. O que não dá para aceitar é a malícia.
    Não consigo entender este complexo de vira-lata. O Aeromovel não pode prestar pois é brasileiro. Isso parece ser uma premissa. O metrô de São Paulo, quando foi inaugurado, não se conseguiam abrir as portas. Os carros japoneses da Trensurb tiveram de ser todos reforçados estruturalmente pois tinham um erro grosseiro de projeto periciado pela nossa UFRGS. Mas parece que a origem estrangeira isenta-os de falha (empresas cinquentenárias, centenárias, com milhares de funcionários). A nossa Embraer começou com um aviãozinho agrícola (Ipanema) e olhe onde ela está, mas não sem tropeços ao longo do caminho. Desqualificar toda uma tecnologia de transporte com base em uma falha de portas ou de baterias, de um veículo que foi (com exceção de truques e chassis) reprojetado do zero em tempo recorde soa risível e depõe contra o próprio acusador.
    Poderia citar “n” casos de falhas em outras tecnologias de transporte, como quando as bateriais do MagLev Transrapid alemão incendiaram-se na linha em Xangai. Ou que tal o descarrilamento do Automated People Mover (com tração nas rodas, como os puristas defendem) do Aeroporto de Miami? http://www.nycaviation.com/2012/05/failtrain-miami-airport-people-mover-derails-injuring-two-passengers/#.U9bu37G1FKc
    Assistam o vídeo. O acusador ao visitar Miami usaria com tranquilidade o Sistema, muito satisfeito por não ser uma tecnologia “de segunda linha” e de “uma empresa enganadora” que poderia colocá-lo em perigo. SQN.
    Os exemplos aos milhares. Basta conhecer e estudar transportes e, em especial, Automated People Movers. Assim como trabalhar em um hospital não faz de uma pessoa capaz de fazer uma cirurgia. Trabalhar em uma operadora de trens não a faz necessariamente capaz para falar com propriedade sobre tecnologia de transportes.
    Sobre a evacuação de emergência, parece outro total desconhecimento sobre o que existe no mundo. A esmagadora maioria dos sistemas em via elevada utilizam a mesma solução do Aeromovel, alguns até sem escada (a nova geração de veículos abrirá a frente para baixo também, nivelando com a via). Tive oportunidade de perguntar isso à Siemens (sistema VAL) e à Mitsubishi (Crhystal Mover) em um congresso internacional de People Movers com relação ao sistema deles. Na Disneyworld, cujo monorail todos admiram e usam, a rota de escape é o teto. Repito, o teto. As pessoas ficam a espera do caminhão de bombeiros no teto do veículo e isso já aconteceu uma vez. O veículo da Disney tem motor a bordo. Ele pode incendiar, ele pode falhar. O motor do Aeromovel é externo e redundante. O que reduz as probabilidades, tanto que nunca aconteceu em Jacarta ao longo de 25 anos, com exceção da inauguração.
    Aos que desejam ver este projeto enterrado eu tenho uma má notícia: ele vai se espalhar Brasil e mundo a fora rapidamente, independente desta minoria retrógrada.

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  9. Fiquei meses sem dar minha opinião, porque não queria frustar as expectativas de vocês . Daqui alguns meses vou retornar e vocês terão grandes surpresas.

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  10. Acho que o problema do Julio Paris não é com o Aeromóvel, mas sim com a administração do Trensurb. Experimente procurar “julio paris transurb” no google.

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    • Velho conhecido do Blog… nem do bola para o que ele escreve…

      É o tipo da pessoa que comenta com mágoa, que não quer ver dar certo. É pessoal o negócio.

      Sugiro que vocês não levem a sério os comentários dele.

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  11. Se aeromóvel fosse bom, incluindo o custo/benefício, já teria sido adotado em países de primeiro mundo.
    A engenharia é boa, mas existem outros sistemas mais baratos e eficientes.

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    • Que outro sistema é mais barato que o aeromóvel? Ônibus? Se fossem construir mesmo que fosse um micro-BRT entre o aeroporto e a estação, o custo para a construção da via seria até maior, pois precisaria ser uma via mais robusta. As curvas não poderiam ser tão fechadas, os ônibus não tem a mesma capacidade de transporte que o aeromóvel. Seria um sistema poluente, e se não fosse à diesel, seriam necessários trólebus, e todo o custo com a eletrificação do trecho, ou ônibus à bateria, necessitando mais de um, que estariam carregando enquanto um deles estaria fazendo o trajeto.

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      • BRT não precisaria ser elevado.

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      • A proposta de fazer elevado é que o usuário possa descer do trem e entrar no aeroporto sem a necessidade de ficar parado em sinaleiras ou congestionamentos na Av dos Estados ou na Severo Dulios. O BRT em superfície encontra esse problema.

        38 milhões ta meio longe de 50, da para fazer bastante coisa com 12 milhões. Mas ainda assim, o custo por km de trilhos subterrâneos são de 200 milhões/km usando cut-and-cover e 400 milhões/km usando shield (que não compensa nem um pouco para um túnel tão curto), lembrando que quanto maus fundo, mais caro.

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      • Se o aeroporto tem possibilidade de entrar por cima e a estação de trem é elevada, porque o aeromóvel ficaria trancado no meio do trânsito? Iam meter mais sinaleiras ali na avenida dos estados? Por favor..

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      • Então, 38 milhões. “Mão única”.

        O metrô, subterrâneo, 100 milhões por “mão”.
        Agora adiciona capacidade de passageiros e número de problemas. Acho que o metrô continua sendo mais vantajoso, por mais que o custo seja maior. Não pensa que o conserto desses problemas do aeromóvel sairão de graça.

        É tipo construir estradas de asfalto betuminoso ou fazer uma única vez de concreto.

        Não digo que o aeromóvel é ruim, a ideia é genial, mas o VLT é basicamente o mesmo com um sistema que apresenta menos problemas e mais barato que o metrô.

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    • Não tem lá fora porque é patenteado e não tem aqui dentro por causa das máfias, conchavos, desvios de recursos…

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      • Gastaram quase 50 milhões pra 1 KM de sentido único. Acho que o metrô, subterrâneo, com duplo sentido, não tá muito mais caro do que isso.
        Levando em conta a capacidade, custo em fazer algo subterrâneo e tudo mais. Acho o aeromóvel caro.

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      • Aeromóvel é mais barato que corredor de ônibus se contar o espaço que libera abaixo dele! Eu mesmo já fiz o cálculo.

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    • Não é bom por que não tem lá fora. Deviam ter avisado Curitiba quando implantou BRT nos anos 70.

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  12. É completamente natural que sistemas de transporte apresentem falhas. Os próprios trens da linha 1 apresentam, sistemas de metrô consagrados como os de Londres e Paris apresentam falhas, porque o aeromóvel, que é um sistema novo, não apresentaria?

    Achei totalmente incoerente a matéria do Metro, que diz “usuários relatam falhas no Aeromóvel”, sendo que mostraram o depoimento de um único usuário insatisfeito que relatou duas falhas. Pelo amor de Deus, sou usuário da Trensurb à 4 anos e presenciei apenas 3 falhas, e nem por isso deixei de usá-lo, pois o transito é muito pior, e os ônibus da Vicasa estão muito mais sujeitos a falhas, estão em uso à mais de 20 anos e não tem o mínimo de manutenção preventiva.

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    • A diferença é que se um ônibus ou um trem apresentam defeitos tu simplesmente substitui.
      No caso do aeromóvel não há substituição, tu tens que aguardar ou chamar um guindaste.
      O aeromóvel é um sistema anti operacional, para um sistema de transporte..

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      • Podes até dizer que um ônibus pode ser substituído, mas substituir um trem que deu defeito é dose. Precisa vir alguma locomotiva ou até mesmo outro trem para rebocar a composição com defeito. Os passageiros geralmente precisam descer nos trilhos e ir caminhando até a próxima estação, pois são poucas as linhas de trem que tem plataformas auxiliares ao longo de toda a linha, como no metrô de SP, e não sei se você parou para pensar, mas não tem como desembarcar de um trem e embarcar em outro, seria necessário que os usuários pulassem, ou colocassem uma prancha, como as de piratas.

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      • Nem devia me meter nessa conversa porque sou leigo em transportes. Mas, por essa teoria, tu também é contra os metrôs subterrâneos? Se um deles “pifa” lá embaixo, os cadeirantes não vão poder subir as escadas dos túneis de emergência e sair de um deles é bem complicado pois as paredes são bem próximas dos trilhos, além de ser escuro. Desculpa, mas se formos por aí, vamos trancar o desenvolvimento.

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    • Concordo plenamente com o Guilherme!
      Foi sensacionalismo por parte do Metro. É plenamente natural falhas ainda mais num projeto que foi totalmente redesenhado nos últimos anos, como se fosse um projeto novo.
      Eu justamente publiquei a matéria do Metro para discutirmos e apontarmos os erros da matéria assim como desmontar o sensacionalismo criado com ela.

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  13. Eu venho há muito tempo dizendo que esta tecnologia é ultrapassada e engana bobo, mas aqui neste espaço sou ridicularizado por minhas opiniões. Pois bem, tudo que eu previa está acontecendo. Infelizmente este modal é uma mentira do Grupo Coester. Os problemas são frequentes, os componentes de todo os sistema estão apresentando desgastes incomuns, considerando um modal que não tem um ano de vida, apesar de que há 35 anos têm sido testados. De qualquer forma o futuro provará, ainda mais, que este sistema é um embuste.
    Nada contra a Aeromel Brasil, mas a irresponsabilidade da Trensurb em criar uma Gerência e três setores para acompanhar a implantação do aeromóvel, com 50 empregados dedicados exclusivamente para operá-lo, tirando empregados de áreas importantes do sistema metrô.

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    • tava pensando nisso dias atrás: tem mais pessoas trabalhando pra esse aeromóvel funcionar do que a capacidade dos vagões que ele transporta
      é viável financeiramente esse aeromóvel?

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      • A promessa do Coester é que o aeromóvel era um sistema que não apresentaria defeitos, não haveria necessidade de manutenção e não era necessário operador. É óbvio que isso não era verdade. A Trensurb mandou fabricar duas escadas para retirar os usuários quando o veículo parar. Só que esta solução só é possível ser utilizada por pessoas jovens. Deficientes físicos, idosos, claustrofóbicos e outras deficiências, são obrigados a aguardar a solução do problema. Fora as malas, que terão que ser arremessadas no viaduto.

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      • Vamos fazer uma analogia simples. O sistema aeromóvel é de baixo custo, ,mas isso é irrelevante, pois poderíamos comparar a seguinte solução de modais. Para ir de Porto Alegre à praia, você pode usar uma carroça, que é um sistema barato e chegará ao destino pretendido, ou qualquer outro modal de custo maior. Mal comparando, para mim o aeromóvel é uma carroça.

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    • Não lembro quem deu essa definição antes, mas lembro que foi aqui no blog, mas teus argumentos tem a profundidade de um pires.

      O sistema apresenta desgaste além do normal? Então nos mostre fotos, laudos e estudos que comprovem isso, pois esses teus argumentos até agora me parecem apenas misoneísmo.

      Quanto à criar três setores com 50 funcionários para cuidar da linha do aeromóvel, nada mais natural, afinal, mesmo que seja um shuttle, e mesmo com 800 metros de extensão, ainda é uma linha diferente da linha 1, com veículos diferentes, com área de manobras e manutenção diferente, então é até previsível que hajam setores diferentes e funcionários diferentes para se dedicar à operação e manutenção do aeromóvel, assim como é feito em redes de metrô, onde existem funcionários e setores dedicados à cada linha.

      Em relação à emergências, os veículos tem portas nas duas pontas, cadeirantes, deficientes e idosos podem descer por elas e se dirigir até a estação mais próxima.

      E comparar o aeromóvel com uma carroça é meio demais né cara?

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      • A altura entre a porta de emergência e o viaduto é 2,5 metros, mas antes tem que subir 3 degraus internamente. Me explica como proceder, com cadeirantes, deficientes e idosos, Alem de se deslocar num viaduto estreito e sem proteção lateral a uma altura de 5 metros, mas tens razão, pode ser que um atleta consiga.

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      • Mas esse é um problema de qualquer trem ou monorail elevado no mundo inteiro!

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      • 2,5 metros? Não exagera, a altura do aeromóvel é de 3,2 metros e chutando digo que aquela abertura tem um metro no máximo, mas peço-lhe que poste alguma foto ou desenho técnico que comprove tal altura.

        No mais, é uma via com 2,5 metros de largura, mesmo sem proteções laterais, é uma largura considerável para caminhar tranquilamente.

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      • A escada têm 7 degraus. Acontece ao subir internamente e girar 180 graus, olhando para baixo tu tens a impressão de estar a 3 metros de altura. Tu deves ser jovem, não ter deficiência nenhuma, aí fica fácil, mas um idoso, um deficiente visual, um cadeirante, fica bem complicado.

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    • Com base no que vc diz que os componentes apresentam desgastes incomuns? Quais componentes? Que tipo de desgaste é comum para cada componente?

      Posso afirmar que no mínimo você não tem nenhum conhecimento técnico para afirmar isso, pela simples razão que afirmações assim são incongruentes. Como um sistema único vai ter desgaste comum?

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      • No veículo são estes os problemas mais comuns:
        Curto-circuitos nas baterias e descarga constante causando parada no veículo, problemas nas borrachas das portas de emergência e borrachas sob os bancos, problemas no sistema pneumático de automação das portas, leds queimando por infiltração de água, muita vibração nas partes metálicas, infiltrações de água nas portas, antenas, janelas, caindo nos sistemas eletrônicos, parafusos espanados, pintura interna danificada, trincas nas colunas, problemas nos revestimento do piso, problemas nas bolsas de sustentação, problemas nos sistema de freios.
        No sistema em geral: gerador não entra em automático, software apresenta problemas, sistema de automação com problemas e problemas na haste da vela de propulsão.
        Menos de um ano de funcionamento
        Realmente tu tens razão, não conheço nada.
        Sabe quantos problemas o novo trem apresentou, nenhum.

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      • Não sei de onde você tirou esses termos, mas em 15 anos trabalhando com automação industrial eu nunca ouvi falar em:

        1. “sistema pneumático de automação” isso não se usa faz mais de 50 anos
        2. “leds queimando por infiltração de água” – Infiltração de água não queima LED, nem f.dendo, a não ser que tenha alta tensão circulando na carcaça ou se o resistor que limita a corrente não está no LED, se é que isso inda existe.

        3. “antenas” – Não me lembro de ter visto antenas no Aeromóvel. Onde estão?

        4. “caindo nos sistemas eletrônicos” – O que significa isso?

        5. “parafusos espanados” – Manutenção?

        6. “trincas nas colunas” – Que coluna?

        7. “problemas nas bolsas de sustentação” – Que bolsa de sustentação? Onde tem isso?

        “Sabe quantos problemas o novo trem apresentou, nenhum.” Não entendi…

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      • Para complementar o comentário do Pablo. Problemas na haste da vela de propulsão? Você está querendo criticar o aço, material usado à mais de um século ou é impressão minha? Essa vela é feita basicamente disso, aço, com borrachas nas bordas para evitar que o ar “vaze” pelas laterais da vela.

        E mesmo que existam todos esses problemas que tu citou, seriam problemas de fabricação, nada relacionado ao fato de o sistema ser pneumaticamente propulsionado, o que pode descredibilizar os A100 e A200, mas não o aeromóvel como sistema.

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  14. Dúvida: o aeromóvel é via única ou dupla?
    Porque se for via simples o investimento é bastante alto.

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