Bares interditados na Cidade Baixa podem reabrir nesta quarta-feira

Proprietários se comprometeram a respeitar horário de funcionamento

Locais são monitorados com base no trabalho de rotina e a partir de denúncias  Foto: Agnese Schifino/Divulgação PMPA

Locais são monitorados com base no trabalho de rotina e a partir de denúncias  Foto: Agnese Schifino/Divulgação PMPA

Os bares Porto Carioca, Tapas, Van Gogh e Bahamas podem reabrir ao público nesta quarta-feira, exatamente uma semana após serem interditados pela Secretaria da Indústria e Comércio (Smic). Os estabelecimentos descumpriram o horário permitido de funcionamento, conforme a instituição.

As justificativas foram encaminhadas à Secretaria. Assessores jurídicos vão examinar os recursos podendo garantir a reabertura dos bares em até 24 horas. Em média, a tramitação dura 15 dias, mas devido à repercussão dos casos, a Smic decidiu acelerar o processo. Os proprietários garantiram, de antemão, respeitar o horário de funcionamento, por meio de um Termo de Compromisso.

Diferente dos quatro bares da rua da República, o Mulligan, situado na rua Lima e Silva, deve demorar mais para reabrir, uma vez que ainda não dispõe de alvará para funcionar em definitivo.

O decreto prevê que os bares e restaurantes devem fechar às 2h, com tolerância de 30 minutos, nas sextas-feiras, sábados e vésperas de feriado. Nesses dias, os comerciantes podem colocar mesas em recuos e em passeios públicos em frente aos estabelecimentos até às 2h30min.

De domingo a quinta-feira, o horário limite vai até à 1h, com tolerância de 30 minutos. Após a meia-noite, porém, não é permitida a colocação de mesas em recuos e calçadas, bem como o funcionamento de ‘decks’ externos e áreas abertas.

Correio do Povo



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7 respostas

  1. Me falaram que o Fortunatti é crente da igreja batista conservadora, e que abomina a cidade baixa, que ele considera “o hall de entrada do inferno”, e que o que ele puder fazer para acabar com a vida noturna ele vai fazer.

    Mas não sei se é verdade ou só conversa de bar, hauhauhauhaa

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  2. Adoro CB
    Mas passou da hora da prefeitura qualificar o espaço, aumentar calçadas, melhorar a iluminação noturna. Pode tirar vagas de estacionamento, a ideia é ir na beber mesmo e voltar de taxi!

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  3. Sabe o que vai acontecer?
    Alias, já acontece…
    As pessoas vão ficar bebendo na rua.

    Geralmente a barulhada é por causa disso.
    Eu não vou mais pra CB, me nego, andam furando pneus dos carros, a cada esquina precisa dar dinheiro para alguem, sem contar os assaltos, que por sorte nunca sofri, mas já vi na minha frente, com arma e tudo.

    Esse tipo de coisa não vai adiantar nada, as pessoas vão se concentrar em algum ponto, algo como a Epatur e a bagunça vai aumentar,

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  4. Tudo seria perfeito se os recursos não fossem escassos mas é uma lei da economia que derruba qualquer argumentação. Temos um planejamento urbanístico que estipula que a liberação de um alvará para casas noturnas devem receber licenciamento após estudo de viabilidade. Lógico que as áreas residências não deveriam receber esse tido de atividade pela movimentação e alto tráfego noturno. No Centro Histórico, também por ser área residencial embora seu uso também ser comercial. Porque não fazer o festerê em Navegantes, ou Farrapos? A SMIC “boazinha” libera alvarás para casas noturnas e motéis por toda cidade e depois não há como fiscalizar as festas e todos ficam insatisfeitos. Politicagem, prevaricação não sabemos, o que sabemos é o que está aí! Alias motel não é atividade de beira de estrada?

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  5. Acho um pouco injusto punir os comerciantes por causa do comportamento dos frequentadores (às vezes nem frequentadores). Porto Alegre nunca poderá ser uma cidade 24h então?

    Aqui no centro o que incomoda mais nem são os inferninhos, mas sim os frequentadores e não-frequentadores que ficam orbitando os bares com seus carros tunados e som a todo volume. Além disso, tem as brigas de gangues e tiroteios que ocorrem na rua, ao final da “festa”. Não fosse a bagunça que ocorre do lado de fora, por mim poderia ter baile funk 24h, 7 dias por semana. #sqn

    Nada que uma boa revista, uma apreensão de veículos ou um pernoite na delegacia não resolvesse. Enfim, esse é mais um reflexo da ineficiência do poder público: já que não consegue fiscalizar, transfere o ônus de manter a ordem para a iniciativa privada.

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