Obras do Estaleiro EBR em São José do Norte a todo vapor

O Blog Caminhos da Zona Sul divulgou hoje várias fotos aéreas das obras do Estaleiro EBR, em São José do Norte.

As imagens foram feitas entre março e abril de 2014, portanto não representam o atual estágio da construção do Estaleiro. No entanto, é possível perceber o quanto adiantada estão as obras. A indústria naval em São José do Norte já é uma realidade.

Veja uma das fotos aqui:

estaleiro-ebr-sjn

Para ver as demais fotos, entre no Blog clicando aqui.



Categorias:Economia Estadual, Polo Naval de Rio Grande

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6 respostas

  1. Conheço Pelotas e São Lourenço.
    Acho que apesar da falta de infra-estrutura, São Lourenço é bem diferente das demais cidades da metade sul. Não tem cara de atrasada ou antiga. O centro é bem limpo, organizado e desenvolvido para uma cidade daquele tamanho.
    A falta de infra-estrutura de São Lourenço que eu digo é a falta de pavimentação nas ruas. A maioria é de terra.
    Já Pelotas, eu acho que é uma cidade bem “atirada”. Não só pela prefeitura como por seus moradores.
    Não conheço outra cidade dessa região.

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  2. A cidades da metade sul são quase todas feias e subdesenvolvidas mesmo em comparação a outras cidades brasileiras. Santana do Livramento, que eu conheci recentemente, é de dar pena. Não há nem garis para limpar as ruas, há sujeira por todos os lados; as calçadas, se vocês acham que as de POA são ruins, deviam conhecer as de Livramento… tem calçada com mais de 1 metro de capim, sem falar nas crateras; há também centenas de cachorros vadios nas ruas que acabam revirando os sacos de lixo (que ficam no chão, não há conteiners) atrás de comida e fazendo uma sujeira enorme; enfim, a esperança é que com a implantação dos freeshops brasileiros a coisa melhore, porque essas cidades dependem quase que 100% do comércio e agricultura, já que não há indústrias.

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  3. A cidade continua estagnada, atrasada e parada no tempo. Peças para alugueis aumentaram 500%. O comercio cresceu o olho e aumentou o preço dos produtos. A travessia a seco não sairá do papel nos próximos 30 anos pois o problema está no lado de Rio Grande onde a empresa F.Andreis que administra as balsas tem um forte poder politico para barrar qualquer tentativa de realizarem uma obra destas.

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    • eu nao conheço lá.
      Me tira umas duvidas:
      Rio Grande é super desenvolvida, ok. Mas a cidade do outro lado da agua não? quanto é a passagem da balsa?

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      • Estás sendo irônico com o súper desenvolvida…
        Nem os anos de boom da construçao das plataformas de petroleo fez Rio Grande deixar de ser uma cidade atrasada, com aquela enoooorme mentalidade progressista da Metade Sul.
        Cidade toda com aspecto feinho . Aspecto feinho onde ela é melhor – e fsi em varios outros lugares.

        Pereferias horrorosas.

        Cidade com jeito de parada, antiga.

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