TCE determina suspensão de pagamento para empresa que administra Araújo Viana

Ministério Público de Contas apontou possíveis irregularidades

Araújo Vianna um dia antes de reinaugurar, dia 19/09/2012. Foto: Gilberto Simon

Araújo Vianna um dia antes de reinaugurar, dia 19/09/2012. Foto: Gilberto Simon

O Tribunal de Contas do Estado (TCE) emitiu medida cautelar determinando que a Prefeitura de Porto Alegre suspenda os pagamentos referentes à manutenção, conservação, limpeza e segurança interna do Auditório Araújo Viana durante eventos realizados pela permissionária do local.

A decisão foi provocada por representação do Ministério Público de Contas (MPC), que apontou possíveis irregularidades decorrentes do descumprimento de cláusulas do Termo de Permissão de Uso Parcial do Auditório, celebrado entre o Executivo Municipal e a empresa Opus Assessoria e Promoções Artísticas.

De acordo com o relator do processo, conselheiro Marco Peixoto, diante das supostas irregularidades trazidas pela representação do MPC, apenas aquelas referentes aos pagamentos atendem aos requisitos necessários para a emissão da medida cautelar. As demais inconformidades, como a modificação do nome do auditório, tombado pelo Patrimônio Histórico e Cultural, e o uso das salas e das datas previstas em edital para atividades públicas, devem ser tratadas em inspeção especial.

Correio do Povo



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12 respostas

  1. O auditório estava um lixo, acabado. Vem a Opus, faz um tremendo investimento e tem gente falando besteira, falando o que não sabe. Entendam, a OPUS não quer pagar eventos promovidos pela prefeitura. Ou vocês acham que os caras têm que pagar despesas de reuniões da companheirada, do MST, do Sindicato dos Professores e por aí afora?

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    • Esse é um dos motivos do porque o estado do RS está ficando pra trás: poucos tem coragem de investir aqui, para depois ser tratado como bandido, e explorado continuamente.

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  2. O auditório estava um lixo, acabado. Vem a Opus, faz um tremendo investimento e tem falando besteria, falando o que não sabe. Entendam, a OPUS não quer pagar eventos promovidos pela prefeitura. Ou vocês acham que os caras têm que pagar reuniões da companheirada, do MST, do Sindicato dos Professores e por aí afora?

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  3. Já que está sobrando dinheiro e a prefeitura não está endividada em 300 milhões, não há nada de errado em ajudar a Opus, empresa tradicional que emprega muito e não está bem.

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  4. EU gosto do brasil, se algo é administrado pela maquina publica vai a falencia ou é abandonado, se é tercerizado ou cedido da golpe nop estado. Admiravel tudo isso…

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  5. É evidente que a Prefeitura tem de pagar as despesas com a manutenção, conservação, limpeza e segurança do Araujo em dias de eventos organizados pela Prefeitura, em que mundo vocês vivem?

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    • Sim, e nos dias organizados pela Opus?

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    • Leia novamente o primeiro parágrafo. A suspensão foi nos ” eventos realizados pela permissionária do local”

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    • O que diz a reportagem e a “denúncia” não interessa, conforme a Prefeitura e a Opus, o que está sendo cobrado (e ainda não foi pago) refere-se aos dias que local está a disposição da Prefeitura, conforme edital/contrato.

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  6. E, além de tudo, o entorno do Araújo continua um lixo.

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  7. Mas que barbada.

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  8. Como é que é!? Eu li direito?? A prefeitura efetua “pagamentos referentes à manutenção, conservação, limpeza e segurança interna do Auditório Araújo Viana durante eventos realizados pela permissionária do local”??

    Então a Opus usa o local para eventos feitos por ela, mas a prefeitura paga pela manutenção, conservação, limpeza e segurança durante esses eventos?

    Não sei nem o que falar sobre isso. Na verdade eu sei, mas não vou me manifestar!

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