Cidades e espaços coloridos irradiam vida e bem-estar social, por Adeli Sell

porto-alegre-vista-do-alto-91É bem comum andar pelas cidades em busca de cores, quando tudo é tão cinza e opaco. Alguns locais prezam pelo encanto das paredes coloridas de suas casas e comércios, tornando-se ainda mais atraentes para turistas e moradores. Porto Alegre, a Capital dos gaúchos, é uma cidade cinza, gris, uma urbe onde definitivamente falta cor. Perde a municipalidade, pois locais coloridos agregam vida, influenciam o dia a dia e o humor das pessoas. Vive-se melhor, respira-se melhor.

Deveríamos radicalizar nossa estética urbana. Fazer com que as cores predominem e desapareça a homogeneidade cinza das nossas edificações. Para isso, é preciso que o Poder Público tome a iniciativa de alavancar um grande projeto de pintar a cidade de ponta a ponta, do centro a periferia, de norte a sul, de leste a oeste. O processo é gradativo, inicia em uma determinada região e estimula novas iniciativas. Aqui em Porto Alegre a remodelação da escadaria da rua 24 de Maio, feita pelo Poder Público, é um bom exemplo a ser seguido. Assim como a recente pintura no Viaduto Otávio Rocha, que desde setembro, encanta quem passa pelo local. Mas, quando isolados, mesmo bons projetos tendem a degradar-se e voltar ao cinzento do abandono.

Nossas administrações devem ter a ousadia e a capacidade de articular um projeto que convença os moradores da cidade a embelezar a sua casa. A parceria de entidades da sociedade civil é fundamental para trabalhar nessa perspectiva. Foi o que fizemos no Parque Estadual de Exposições Assis Brasil, em Esteio. Prestes a realizar a 37ª Expointer, nos deparamos com o nosso maior símbolo, as três esferas coloridas (amarela, verde e vermelha), degradas e desbotadas. Instigamos parceiros da região e através de parceria com as Tintas Killing, garantimos a revitalização deste belo presente doado pelo governo da então Alemanha Ocidental em 1974.

Outro contraponto deste cinza pode ser encontrado na nossa vizinha Argentina, onde está o famoso Caminito, às margens do antigo porto de Buenos Aires. Suas casas multicoloridas têm origem no início do século passado, quando os marinheiros que ali residiam passaram a aproveitar restos de tintas dos navios para pintar suas residências. O que era símbolo de pobreza, hoje é ponto turístico e espaço valorizado. As edificações foram preservadas e a alegria das cores multifacetadas atrai multidões.

Em 2011, quando ainda vereador desta cidade, apresentei o projeto Pinta Porto Alegre. A medida visa conceder incentivos, por meio de desconto no IPTU, para manutenção de fachadas, pintura e ajardinamento.  Imaginemos uma efetiva campanha de conscientização e mobilização da sociedade civil para que Porto Alegre se transforme nesta cidade multicolorida, que valoriza nosso patrimônio arquitetônico e integra e estimula o verde nas nossas ruas.

Agregado ao processo de pintar as edificações e dar colorido às ruas da capital, propomos a renovação do mobiliário urbano. Pintura e cuidado dos seus viadutos, passagens de nível, pintura de cordões de meio fio, arte integrada à paisagem e, evidentemente, a pintura das faixas de segurança.

Para compor esta cidade é necessária a preservação, antes de mais nada, do nosso patrimônio público, como as paradas de ônibus, e do patrimônio histórico, restaurando nossas edificações que hoje, além de cinzas, muitas vezes se degradam a olhos vistos.

Defendemos que Porto Alegre continue sendo a capital do verde, sendo incentivado o plantio de flores, folhagens, arbusto ao longo das avenidas, praças, parques, jardins, verdes e flores em edificações, como pode-se ver em Valparaíso, Barcelona. Para completar a cidade que sonhamos, sugerimos que Porto Alegre seja a cidade das flores. Se cada um cuidar de seu jardim, de sua sacada, se as flores se integrarem às praças, o milagre da renovação se dará ao longo de todo o ano.

Precisamos que nossa cidade seja, cada vez mais, uma cidade arborizada. Não qualquer árvore, mas sempre buscando as espécies compatíveis com nosso clima e adequadas à circulação de veículos e pessoas. Sempre que possível, dando preferências às árvores nativas, mas respeitando a história de tantas ruas que têm sua personalidade formada à sombra de plátanos e de outras espécies que fornecem sombra e encantamento.

Este conjunto de ações de embelezamento, com seu grande atrativo estético, tornará Porto Alegre a cidade da alegria, multicolorida. Verdes nas praças, nos morros, para compor uma paisagem cada vez mais bonita, espelhada pelas águas do lago Guaíba.

Por Adeli Sell

Subsecretário do Parque Estadual de Exposições Assis Brasil 



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37 respostas

  1. Gilberto; eu jamais te chamaria de enrustido, querendo com isso usar um tom jocoso ou adjetivar-te pejorativamente. Acho que o teu libelo está justamente na contramão da atual parcimônia e cuidado com que se adentra ao território das preferências sexuais. Se percebestes algum exacerbamento ou sectarismo da minha parte neste assunto, não foi uma observação acurada. Eu acho que os armários não têm culpa de nada, e fico muito decepcionado quando a argumentação descamba para algo do tipo “se você não baba ovo para o movimento LGBT, é porque você faz pipi sentado.” Infelizmente esse é o recurso mais recorrente, digo até, quase um reflexo involuntário de quem repudia a não-adesão máxima à causa gay…e você acabou de reafirmar a mesma atitude.

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  2. Caro Adele sinceramente não conheço teu trabalho como vereador, pode ter sido bom ou não, a verdade é que não sei. Quanto a tua idéia ela é muito interessante, independente de alguém gostar de cores ou não, confesso que tenho ideias semelhantes. Mas acho o que a maioria questiona é porque tu não lutou de forma mais veemente por essa idéia quando estava poder. A verdade é que estamos todos cansados de ideias e promessas, enquanto uma cidade linda e com potencial gigantesco como Porto Alegre patina para fazer coisas básicas. Temos 75km de orla e a sociedades pode utilizar quanto? 5km quando muito. O cais do Porto até hoje inutilizado (sei q agora estão revitalizando mas passo por lá seguido e não escuto uma máquina trabalhando tá cheirando a mais uma obra atrasada), muitas praças abandonadas, aeromovel até hj parado gazometro, o catamarã dois anos esperando para receber uma licença para ir até barra shopping enquanto podia estar na zona sul inteira, metro q não começa, diversas obras paradas, pista aeroporto q até hj não foi ampliada, e etc etc etc, se for fala de tudo posso escrever uma dez páginas ou mais. Sei q tu não é culpado por tudo isso mas a classe política de forma geral é, se não fosse não teríamos tantos problemas. Mas enfim, ainda assim Porto é uma cidade linda como nosso Rio Grande, mesmo que aos trancos e barrancos estamos evoluindo.

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  3. Acho um pouco de exagero dizer q porto é cinza, de forma geral cidade é bonita e tem suas cores além de muito verde. Concordo q cidade tá mal cuidada em muitos pontos (alguém vai dizer “toda cidade grande é assim” não é verdadeiro muitas cidades grAndes no mundo São bonitas e bem cuidadas) , é preciso que o poder público crie iniciativas verdadeiras e profundas a fim de incentivar sociedade civil a arrumar suas casas, suas calçadas, seus prédios, etc. Poder público tem dever de zelar, assim como os cidadãos, por todas áreas públicas, mas para isso imprescindível investir em segurança pública e acabar com depredação da nossa cidade, já passou da hora de alguém com culhoes encarar esse problema de frente, pois é possível resolver exemplos não faltam pelo mundo afora chega desculpas. Quanto ao ex vereador legal suas ideias devemos dar valor a elas, mas realmente 16 anos ficou só teoria mesmo. Lisboa deve servir de inspiração p poa, uma cidade linda, bem cuidada, preparada p turista, de características semelhantes como muitos morros e o rio.

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  4. cidades africanas são coloridas, as europeias nao, questao cultural, eu particularmente não gosto de cor, sou mais os cinzas e o bege, cores da natureza, o colorido em exagero acho que agride

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    • Morei na Angola por 6 meses e vi bem como era a África. O colorido é só na roupa. As cidades são cor da areia que toma o chão. Cultura não tem nada a ver em POA, onde a arquitetura fica a serviço do lucro. Muitas cores em mobiliário público (que até nem combinam, como o pátrio azul e amarelo) ou em edifícios de forma alguma fazem parte de um aspecto geral do nosso povo. É só obra do mal gosto de poucos deste fim de mundo. Em 500 anos ninguém vai saber o que acontecia aqui, e sim em países do primeiro mundo, no máximo nas capitais do terceiro também.

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  5. Sobre o assunto do post: cor não é requisito para a cidade ser agradavel e/ou bonita. Paris é creme e terracota, Buenos Aires nao é coloridade, é creme e tons escuros. Agora, porto alegre é colorida, edificios amarelos, verdes, azuis, algumas edificações com vários cores e nao é agradavel. Os edificios são feios, simples e o urbano não existe , de nós para a cidade e nem do governo para a cidade.

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    • Não são só feios. São mal cuidados e sujos mesmo.

      Pego as cidadezinhas de colonização alemã, tipo Novo Hamburgo e São Leopoldo. Não é lindo de morrer, mas é outra cara. Sei que não cabe comparação, mas Ivoti por exemplo, acho muito bonito. Ô povinho caprichado com suas casinhas.

      E tem esse monte de poste e fio pendurado pelas ruas. Aí o cidadão dá uma tapeada na casa, mas tem um varal atravessado no meio dela.

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  6. qual o organograma do Parque Assis Brasil para ter um subsecretário?! Quais atividades tem além da expointer?

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    • Eu cheguei aqui em Fevereiro. Fiz renascer a Expoleite em 3 meses, triplicando as pessoas que a visitaram. fiz a maior Expoi nter de todos os tempos. E deu lucro……
      Abrimos o Parque os domingos.
      Estamos locando os espaços aqui para feiras e eventos.
      Fazendo estes 141 hectares renderem algo para o Estado.
      Veja as páginas do nosso site e do facebook
      http://www.parqueassisbrasil.rs.gov.br
      Abraços e venha nos visitar
      Adeli

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  7. Cidade multicolorida parece campanha LGBT. Tá na moda e dá voto.
    O Adeli, como outros escreveram, foi edil por 16 longos anos. Que papo é esse agora? Descobriu a roda ou já está em campanha 2016? Numa cidade infestada de mendigos, drogados e vândalos, não há tinta no mundo capaz de colorir o cotidiano. Porto Alegre precisa mesmo é de um gestor com culhões pra enfiar o porrete nas fuças e meter a mão no bolso dos mal educados, vadios e desocupados.

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    • Discordo e concordo, discordo com a citação dos LGBT, nada a ver um assunto com o outro, comentario mais preconceituso do que oportuno, concordo que nossa cidade esta suja e mal cuidada

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      • Pois eu reafirmo que quando o Adeli usou o termo “multicolorido”, ele quis dar conotação pró LGBT’s. Político não dá ponto sem nó. Ele sabe muito bem que a onda do momento é a causa gay. Não houve qualquer preconceito da minha parte; é que eu percebo muito bem nas entrelinhas, onde querem chegar. Parece uma citação totalmente desconectada da causa homo, mas só parece. Eu conheço muito bem os índios da aldeia.

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      • Já tinha mencionado LGBTs e uma religão. Faltava os índios mesmo.

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    • Oscar,
      Teu comentário não é condizente com o esforço que estamos fazendo para melhorar a cidade. Que a cidade precisa de gestor ousado não tenho dúvidas. Só quero te lembrar o que fiz na Smic com camelôs ilegais. Te lembra? Não faz tanto tempo assim… dez anos…
      Eu sempre lutei pela cidade, com eleição ou sem eleição. Votos não me movem. Se o resultado for voto, ótimo, se não for, fiz o bem para a cidade.

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      • Caro Adeli. Eu, como contribuinte, cidadão e eleitor, lamento profundamente a atuação da Câmara de Vereadores. Trinta e seis edis para, entre outras coisas, permitir despachos de umbanda em logradouros, com carcaças de animais e toda sorte de alimentos deteriorando-se é realmente uma afronta à saúde pública. Se isso é gerenciar uma cidade de modo a torná-la um lugar agradável e civilizado, bem….então não sei de mais nada.

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    • Associando valores negativos aos LGBT e sugerindo “dar porrada”. Paternalismo galopante.

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      • Jamais associei valores negativos ao movimento LGBT. Sugiro um curso de exegese básica. A minha observação foi quanto à onda de LGBTismo…ou seja; um discurso absolutista, que tenta enfiar goela abaixo de todos a causa gay. São os cavaleiros templários com estandartes coloridos, patrulhando a todos e tentando tolher os que pensam diferente deles.

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      • Nada mais comum em um conservador fo que se colocar como vítima, como se estivesse sendo obrigado a algo. A realidade é que quer que os oprimidos sigam oprimidos.

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      • Oscar, vc é muito ******, mas antes de baixar o nivel a seu discurso homofobico, que alias vc deve estar pensando o tempo todo nesse assunto já que ninguém bem resolvido faria essa associação, lembro que estas entre pessoas inteligentes e que sua tatica de negação e ação aqui não funcionará como vc pretende. Portanto guarde suas palavras de repudio a causa gay para os seus pares em algum templo religioso. Ok

        Editado pelo moderador.

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      • Continuam tentando agredir de modo virulento os que flagram o absolutismo gay na mídia. Acusam, ofendem, afrontam, ameaçam. Chamam de homofóbicos, atrasados, reacionários, religiosos, evangélicos, etc. Não querem entender que o meu discurso é apenas contra o radicalismo da causa. Na boa…eu nunca vi um movimento tão radical e revanchista. É uma perseguição desmedida e desenfreada, levando de roldão tudo pela frente.

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      • Um calmante para o Felipe X e a Ju. Calminha, pessoal. Isto é apenas um fórum de opiniões. Cada um pensa de um modo próprio. Não há necessidade de me xingarem ou adjetivarem pejorativamente. Pra quê todo esse ódio? A Ju até chegou a me chamar de palavra de baixo calão. Felizmente foi editada pelo moderador. A falta de serenidade não é uma boa pedida num debate. Eu sempre respeito o direito à opinião. Posso discordar da argumentação, mas jamais farei o que o Felipe X e a Ju fizeram..ou seja…tentar desqualificar o interlocutor. Isso seria muita intolerância à diversidade..ainda mais vinda daquelas pessoas que tanto pregam o respeito e tolerância à diversidade. Eu, daqui em diante, espero que os afoitos comecem a contra-argumentar mais e agredir menos. Por mais engajadas que sejam as pessoas, elas precisam considerar os limites do bom-senso.

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      • Acho fantástico o cara falar em tolerância depois de pérolas como “um discurso absolutista, que tenta enfiar goela abaixo de todos a causa gay. ”

        Eu sou ciclista e já cansei de gente ouvir o mesmo jogo de palavras na linha de “vocês querem nos obrigar a seu estilo de vida!”. Estou longe de querer comparar meu caso com o dos LGBT, eles foram reprimidos por gerações de maneira covarde. O que as pessoas querem é o direito de expressar aquilo que são sem correr risco de morrer ou perder emprego. Mas no fim acho natural que quem se beneficia do estado atual reaja de maneira meio nervosa.

        Bom senso é coisa que não existe. Existe o “teu senso” e o “meu senso”. Pensar que existe um bom senso absoluto é ver tudo muito preto no branco, ao meu ver.

        E finalmente, acho que nunca vale a pena misturar esses assuntos polêmicos com outros que não tem relação alguma, como urbanização.

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      • Felipe; você continua muito aferventado. kkk. Calma, garoto. Raiva não faz bem a ninguém. Reflita um pouco e deixe o sectarismo e as verdades absolutas de lado. Água de melissa pra você.

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      • “Eu sou ciclista e já cansei de gente ouvir o mesmo jogo de palavras na linha de “vocês querem nos obrigar a seu estilo de vida!” (Felipe)

        Cansou? Então descanse um pouco. O estresse não faz bem à saúde. Sugiro umas boas pedaladas para desopilar a mente. Ar fresco…sabes.

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      • hahah acabaram os argumentos né? Nâo estou nervoso não, por isso não tenho raiva de nenhuma minoria. E isso, te incomoda? http://www.mobilize.org.br/noticias/7172/no-rio-de-janeiro-calcadas-sao-invadidas-por-carros-e-pedestre-e-obrigado-a-andar-no-asfalto.html

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      • Bem…eu, ao contrário de você, não desdenho as minorias, nem as maiorias. Acho que todos os segmentos merecem espaço em suas idéias.
        Democracia é assim. Todos têm direito de expressar suas opiniões..estejam na maioria ou minoria…mas parece que alguns não conseguem conviver muito bem com a liberdade de expressão.

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      • Caro Oscar, nenhum direito é absoluto. Nem o direito a vida é absoluto visto que existe a legítima defesa.

        Tua liberdade expressão não te dá direito de menosprezar minorias. Mas enfim, não quero perder muito mais tempo com isso. Segue um videozinho baseado nas “pobres maiorias reprimidas” https://www.youtube.com/watch?v=DPmtjJfO_nA

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  8. Discordo em partes, mas claro, é uma opinião pessoal.
    Acho cidades menos coloridas mais atraentes, claro que isso não significa que eu goste dos prédios largados que temos, prefiro um conjunto de cores parecidas, e nada de cores muito chamativas, tanto é que não gosto da Casa de Cultura Mario Quintana por sua cor. (Falando apenas da estética, é claro)

    De resto, concordo.

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  9. Gostaríamos que pessoas com a visão do Adeli tivessem vez para dar aquela ajeitada que Porto Alegre precisa e merece! Acho bacana por exemplo o quê algumas prefeituras de cidades do interior fazem de modo competente, como por exemplo o exemplo de Erechim http://www.pmerechim.rs.gov.br/noticia/9127/20-10-2014/prefeitura-da-novo-exemplo-com-passeio-publico A capital precisaria ir por esse caminho.

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    • Quê? O Adeli foi vereador (e sei lá mais o que) por anos, teve a sua chance.

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      • Vereador por 16 anos.

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        • E aí porque ele foi vereador por 16 anos ele tem que ficar calado, não pode dar a opinião dele ? Ele começou esta ideia enquanto era vereador, e não obteve respaldo da administração para levar adiante. E agora ?

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      • Renato G – sempre batalhei na Câmara pela LIMPEZA da cidade. Seja como vereador e secretário.
        Quando estive na Smic limpei o Centro que era tomado de camelôs e vendedores ilegais de tudo.
        Na Câmara apresentei projeto de lei e não foi aprovado.
        Mas independentemente de Projeto de Lei tenho batalhado pela estética urbana.

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    • Sinceramente, só lembro de os camelôs desocupando a praça durante a gestão Fortunatti. Antes, o centro era um completo lixão. Hoje é uma lixeira apenas.

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