Fundação Iberê Camargo de Siza e 1111 Lincoln Road de Herzog & de Meuron vencem o primeiro Prêmio MCHAP

Os vencedores do primeiro Prêmio MCHAP, reconhecendo os melhores projetos das Américas: Fundação Iberê Camargo de Álvaro Siza e 1111 Lincoln Road de Herzog & de Meuron. Fotografias © Fernando Guerra | FG + SG - últimas reportagens e © Hufton + Crow

Os vencedores do primeiro Prêmio MCHAP, reconhecendo os melhores projetos das Américas: Fundação Iberê Camargo de Álvaro Siza e 1111 Lincoln Road de Herzog & de Meuron. Fotografias © Fernando Guerra | FG + SG – últimas reportagens e © Hufton + Crow

 

Fundação Iberê Camargo de Álvaro Siza, localizada em Porto Alegre, e o 1111 Lincoln Road de Herzog & de Meuron, situado em Miami, acabam de ser eleitas as obras vencedoras do primeiro Mies Crown Hall Americas Prize (MCHAP).

O MCHAP foi criado pelo Illinois Institute of Technology (IIT) em Chicago para reconhecer as melhores obras construídas nas Américas. Como apontou Kenneth Frampton quando os finalistas foram anunciados em Santiago, Chile, os Prêmios MCHAP representam a primeira vez que uma prêmio de arquitetura foi abordado não de maneira transatlântica e horizontal, mas verticalmente por todas as Américas.

Embora inicialmente o júri buscasse selecionar apenas uma obra do período entre 2000 e 2013, os jurados sentiram que ambos os projetos representavam “uma forma incomum e expressiva de expor a estrutura”, e dividiram o período de 13 anos em duas etapas. A Fundação Iberê Camargo foi selecionada como vencedora do período entre 2000 e 2008, ao passo que o estacionamento de uso misto de Herzog & de Meuron foi o vencedor do período entre 2009 e 2013. Os dois projetos vencedores foram selecionados entre um total de sete finalistas pelo júri composto por Jorge Francisco Liernur, Sarah Whiting, Wiel Arets, Dominique Perrault, e Kenneth Frampton.

“Esculpido em uma montanha, e a uma curta distância do mar, esse edifício maciço e de poucas aberturas apresenta um ethos ambíguo, complexo e rigoroso. A implantação do projeto foi criada com respeito pela natureza através da inserção de um bastião para as artes; isso criou um local “encontrado” e então transformado em um grande destino… A estratégia da Fundação Iberê Camargo de criar um vazio interno e externo através de um dispositivo técnico resultou num cenário único onde os visitantes são confrontados com a arte de Camargo. Suas rampas cobertas – desconectadas da exposição – contam com pequenas janelas que enquadram vistas tanto do mar como do skyline de Porto Alegre.”

Mais informações dos vencedores e dos demais finalistas, direto aqui no ARCH DAILY



Categorias:Arquitetura | Urbanismo

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18 respostas

  1. “Esculpido em uma MONTANHA, e a uma curta distância do MAR, esse edifício maciço e de poucas aberturas….”
    Eles pelo visto nao fizeram seudever de casa direito…..ou tao achando que o museu fica na “badalada” Rio de Janeiro?
    hahahahahaaaaaaaa.

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    • Pois é, às vezes acho que falta certo “glamour” pra Porto Alegre, ou uma auto-estima maior pra cidade.

      Imagina se o Iberê fosse construído no Rio, “entre o mar e a montanha”, seja no Leblon, na Joatinga ou qualquer outro bairro “bacana”?

      Certamente, o museu já teria virado o novo point dos cariocas e dos turistas também. É um lugar moderno, com uma vista incrível, de fácil acesso e ainda recebe obras de arte do mundo todo.

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