Sartori garante apoio ao Metrô

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Jornal Metro – Porto Alegre – 07/11/2014



Categorias:Metro Linha 2

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25 respostas

  1. Quero só ver como será a eleição municipal em 2016. O que o sucessor do Fortunatti vai dar de desculpa pelas inúmeras obras atrasadas ou não entregues. Os cruzamentos da Carlos Gomes (Anita e Cristóvão), viaduto da Bento e passagem da Av Ceará são verdadeiras vergonhas.

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  2. A linha 2 do metrô obra tão prometida deve se tornar realidade talvez em pouco tempo o prefeito e o novo governador eleito certamente sabem o que a população pediu e deseja para uma devida melhoria da nossa mobilidade urbana. A nova gestão precisa e necessita com certeza entender os movimentos e solicitações de prioridades populares para a camada maior da população que precisa de melhores meios de transportes rápidos, pontual e não poluente que é o caso do metrô. A Grande Porto Alegre cuja a sua população já está em torno de 4 milhões e duzentos mil habitantes sendo considerada a quarta maior Região Metropolitana Nacional precisa de gestores ousados que tenham realmente decisão para a melhoria da mobilidade de toda a população.

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  3. Ué, no governo Yeda prometeram os catamarãs, e estão ai.
    Por que não?
    Vamos ver como o gringo vai se sair com essa brincadeira.
    Claro que o prefeito tem que fazer a parte dele também.

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  4. Contagem de quantos posts sobre o metrô o site colocou no ar: por enquanto = 2484
    Estimativa até dez de 2015 = 4176

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  5. Ao inves de ficarem se siriricando por esse túnel e tal, poderiam simplesmente escavar (a ceu aberto mesmo) os corredores da terceira perimetral, protásio, assis brasil, bento. Depois fechar com uma laje robusta a sua cobertura e fazer parques, ciclovias…
    Pelo que li, no rio, o tatu escava 11 m de diâmetro, que é a largura do corredor de onibus mais ou menos.

    Não sei se dá certo, é uma ideia. Aposto que é mais barato do que fazer com o tatu e uma linha que só atenda uma região.

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    • Exato! Até acho que querer fazer um super metrô é para não fazer mesmo. Daqui a pouco vão mudar o projeto para um trem com levitação magnética, só para atrasar mais e não sair.

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      • Fora que podem fazer parceria público privada com qualquer construtora aqui de poa, agora que vão entrar em crise, que elas topam.
        Mas nãaaaaaaao, estamos no Brasil… ou melhor, estamos em POA.

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  6. Metrô, cais, pontal. Nada disso veremos com a gestão atual.
    Só admiro a cara de pau do prefeito de continuar tocando no assunto.

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  7. Nem sei mais o que dizer… não acredito em mais nada!

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  8. Tem como ser contra? Algum governante seria louco a este ponto?

    A menos que fosse um levy fidelix da vida, mas alguém minimamente sério não pode ser contra…

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  9. Durante todo o debate o estado estava falido. Agora aparece dinheiro para o metrô.

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  10. Metrô??? Isso já é lenda urbana, do mesmo pacote que fazem parte a licitação da rodoviária, dos ônibus, do novo aeroporto, da orla do guaíba, do cais do porto, do pontal do estaleiro…….

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  11. Só eu acho estranho ter mais dinheiro do estado do que do município na jogada?

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    • Haters gona hate, mas eu acredito que é possível se fazer dezenas de km de metrô sem um real de dinheiro público gasto, somente com uma concessão bem feita (contratos bem feitos que garantissem retorno do investimento para quem topasse investir)

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      • Não é possível. Um metrô é tão caro que sem subsídio não é viável.

        Multiplica o número de passageiros diários esperado pro metro de Porto Alegre (300k) pelo valor razoável de uma passagem (R$ 3). Esse é o faturamento teórico máximo bruto por dia. – – > 900k reais.

        Subtrai isenções, que se forem no mesmo patamar que ônibus estão em 30%. – – > 600k reais.

        Subtrai o custo operacional. Meu chute, 2/3 do valor. Sobra: 200k reais diários de lucro.

        Agora vamos anualizar: 200k * 365 = 73 milhões.

        Agora vamos ver quanto daria de lucro em 20 anos, que é o período máximo de retorno suportado por qualquer investidor: 73 * 20 = 1460 (1.46 bilhao).

        Sabemos que o metro vai custar (com sorte) 5 bilhões ou +- 3x o valor acima. Logo, para que fosse viável sem participação do estado a passagem teria que ser 3x maior, ou 9 reais.

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      • Essa tua análise se baseia em premissas de eficiência de obras públicas e com técnicas e trajetos já estabelecidos, que não necessariamente são ótimos. Não sei se com um trajeto diferenciado com métodos diferenciados essa conta não poderia mudar; “Ah, mas ai não seria tão bom” , sim talvez, mas daqui a pouco será que não seria melhor do que nada ter um metrô enterrado em baixo de uma das pistas da Ipiranga ligando a UFRGS ao Centro cobrando R$5 que fosse feito por um consórcio privado sem maiores desapropriações (seria feito em baixo de uma via pública) com custos não exorbitantes (usa cut and cover)? Enfim, é fácil dizer que algo “não vai dar certo”, é realmente difícil pensar fora da caixa. Mas o teu pensamento está completamente ensacado dentro de uma caixa que diz que o metrô é só o que foi estipulado pelo governo, no trajeto imaginado pelo governo, no método pensado pelo governo.

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      • O que eu acredito que seria um mundo ideal: o que pode ser suprido pela iniciativa privada na ótica de mercado, que seja! Produção de bens, prestação dos mais variados serviços, etc. Aí algumas coisas poderiam ser mistas: transporte poderia ser feito parte com financiamento público parte privado: concessões, empresas privadas concorrendo com empresas públicas (as públicas tendo prejuízo esperado, pois teriam a função de ir aonde o mercado não consegue atender). Nesse cenário eu não veria problema de dar a parte mais rentável para uma concessão privada e arcar com os custos de se construir o que não dá lucro, pra mim é pra isso que servem os meus impostos que financiam o governo. Por exemplo, acredito que o governo deva ser responsável por prover saúde e educação através de hospitais e escolas públicas com um mínimo de qualidade, mas se alguém quiser fazer um hospital que pareça um hotel 5 estrelas e uma escola que tenha piscina e aulas de pilotagem de aviões inclusas e queiram cobrar mais por isso, estou ok com isso. Me incomoda essa coisa de “ou eu, governo, faço ou ninguém faz porque se outro fizer ele vai fazer só o que é rentável e eu vou ter prejuízo”. Eu acredito que o governo teria que se meter só onde dá prejuízo mesmo, e repassar esse prejuízo à sociedade através da cobrança de impostos. Governo pra mim não tem que dar lucro, pois o que dá lucro pode ser cuidado pela iniciativa privada.

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    • O município, ficando com apenas 15% dos impostos, não tem grana pra bancar isso.

      O jogo que o governo faz e pegar quase todos os impostos pra si, depois “retornar” uma parte na forma de obras e programas sociais. É por isso que o Brasil não é realmente uma federação.

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      • Não discordo de nada que escreveste, mas não entendi onde o governo do estado ganha botando dinheiro na obra? A tributação que o serviço vai gerar compensa?

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      • O governo do estado tem responsabilidade sobre o que acontece nas cidades também. Não tem que ganhar nada. Transporte é uma responsabilidade de todas as esferas, ao contrário de segurança pública por exemplo.

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      • Imaginei que seria responsável, por exemplo, pelo transporte entre as cidades…

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