Comissão de licitação da orla inabilita uma das concorrentes

imagem128655O consórcio formado pelas empresas Construtora Pelotense e Porto Novo Empreendimentos e Construções tem prazo de cinco dias, a partir desta quinta-feira, 27, para apresentar recurso da decisão da Comissão Especial de Licitação de Projetos Estruturantes que inabilitou o grupo a participar da concorrência pública que definirá a empresa que vai executar as obras da primeira fase do Projeto de Revitalização da Orla do Guaíba.

A decisão está publicada no Diário Oficial do Município (Dopa) desta quinta. Em reunião realizada na quarta-feira, 26, a Comissão Especial de Licitação analisou a documentação apresentada pelas licitantes e, ao examinar os documentos da Construtora Pelotense, constatou que a Certidão Negativa de Débitos Relativos às Contribuições Previdenciárias da empresa havia vencido em 22 de novembro.

A publicação no Dopa informa ainda que a empresa Toniolo, Busnello segue participando da concorrência pública que definirá o grupo que executará os primeiros 1.320 metros de revitalização da orla, entre a Usina do Gasômetro e a Rótula das Cuias, na avenida Edvaldo Pereira Paiva. Os dois grupos se apresentaram para participar da licitação em sessão de habilitação realizada na última terça-feira, 25.

Prefeitura de Porto Alegre



Categorias:Projeto de Revitalização da Orla

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10 respostas

  1. É óbvio que vai ser sempre os mesmos. Abrir uma empreiteira não é igual abrir uma mercearia no bairro (não que isso seja simples com a atual burocracia no nosso país!). Esse tipo de negócio é monopolista no mundo inteiro, não adianta ficarmos esperando o mercado resolver esse problema. Esse problema tem que ser resolvido pelo governo através de controles rígidos contra a corrupção.

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  2. Uma pergunta: essas licitações, são só para empresas nacionais, ou pode ser para estrangeiras tb?

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    • Não sei se é aberto para empreiteiras internacionais. Mas é bem complicado para as empreiteiras fazer negócios em outros países: contratação e gestão de pessoal, burocracia, diferentes regras tributárias, tudo isso faz a análise de viabilidade do negócio ficar muito complexa. Esse tipo de situação só vale a pena quando as obras são bilionárias, tipo construção de linhas de metrô inteiras. Ou quando a empreiteira já tem uma presença no local há um bom tempo tipo a Camargo Correa que tem presença em alguns países

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  3. Comentário do jornalista Roque Callage Neto, no Facebook:

    CLARAMENTE negocio preparado, entre quem não sei.Mas construtora nenhuma apresenta documento vencido, isto é factóide. OU as duas construtoras estão acertadas, ou a Prefeitura não quer fazer a licitação, ou alguma coisa está por trás. O fato é que Porto Alegre é a única cidade do mundo que tenta fazer uma orla junto com reforma do porto 22 anos antes (1992) e não consegue 22 anos depois (2014). Estive em cidades canadenses com porto reformado. Deslumbrantes. Na Austrália, só se fala deste efeito no turismo.Nos Estados Unidos,é regra geral: reformou, tem turista.. Aqui, são como dizia Getúlio Vargas, “forças ocultas”…uma minoria desprezível, hedionda, que é contra a cidade, contra a modernidade, contra a melhoria do turismo, e continua influenciando por trás há 22 anos. Os porto alegrenses chegam a se dar conta disto? Minoria desprezível, mas com dinheiro junto e botando a esquerda na frente, aparecendo de massa de manobra. Quem seria esta minoria endinheirada contra a cidade?

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    • Quem seria? Só consigo pensar em Shoppings. Eles seriam os únicos prejudicados com uma área ao ar livre convidativa às pessoas. Para Happy Hour e passeios nos fins de semana certamente a orla seria uma concorrência forte.

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    • Getúlio Vargas? Esse manja de História…
      Foi o Jânio Quadros que disse isso das “forças ocultas”.

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    • Trabalhei em uma das empresas do consórcio e, conhecendo bem, não acredito que o erro tenha sido proposital. Mas não mesmo.

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  4. Uma das de sempre, claro.

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  5. Já começou a embromação, alguém acredita que agora vai, ou o próximo a complicar vai vir do meio ambiente, ou índios ou coisa clássica da burocracia….

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  6. E lá vamos nós…

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