Amanhã, 9, acontece o lançamento do I Mapa da Segurança Pública e Direitos Humanos de Porto Alegre

capamail-02A Comissão de Defesa do Consumidor, Direitos Humanos e Segurança Urbana (Cedecondh) da Câmara Municipal de Porto Alegre este ano um estudo com informações sobre a segurança pública da capital, o “Mapa da Segurança Pública e Direitos Humanos de Porto Alegre”, que será lançado dia 09 de dezembro, às 14h, no Plenário Otávio Rocha.

​A proposta é que o Mapa se torne uma publicação anual para que o Legislativo Municipal possa colaborar de forma mais efetiva com o planejamento de ações de segurança específicas para Porto Alegre, somado ao trabalho já desenvolvido de proposições e fiscalização da legislação vigente.

O conteúdo foi elaborado com base nos materiais apresentados ​em mais de 50 reuniões realizadas ao longo deste ano  e 80 pedidos de informação, com uma parceria inédita entre governos municipal e estadual através de um termo de cooperação técnica. Estes dados foram reunidos, analisados e dispostos em capítulos que contemplam a estrutura da segurança pública, a relação com os grupos vulneráveis e temas transversais.

A partir destas informações, os parlamentares, elaboraram ​77 recomendações a​ 17​ órgãos competentes para contribuir com o planejamento das ações.

No mesmo dia será realizado o seminário “Segurança Público é Direitos Humanos” e a entrega do I Prêmio Municipal de Direitos Humanos, voltado à valorização das boas práticas na cidade.

Programação do Seminário

PORTO ALEGRE PODE VENCER A VIOLÊNCIA

 

 

 

DIA 09.12 – Câmara de Vereadores de Porto Alegre

13h30 – Credenciamento

14h – Abertura

14h30 – MESA 1 – Apresentação do “I Mapa da Segurança Pública e Direitos Humanos de Porto Alegre”: principais dados e análises Cedecondh, ObservaPOA, DGEO/SSP

15h30 – MESA 2 – Os desafios da Segurança Pública. Convidados: Dra. Samira Bueno (Fórum Brasileiro de Segurança Pública), Prof. Dr. Sergio Abreu (ULBRA), Prof. Dr. José Vicente Tavares (UFRGS), Prof. Dr. Rodrigo Azevedo (PUCRS), Prof. Dr. Dani Rudnick (Ritter dos Reis)

17h – MESA 3 – Crianças e Adolescentes, Mulheres, População em Situação de Rua, Negros(as), Idosos, LGBTs: os grupos vulneráveis e a violência em Porto Alegre. Convidados: Prof. Dr. Celso Rodrigues (IPA), Prof. Dr Carlos Gadéa (UNISINOS), Ms. Julia de Carvalho (Conselho Regional de Psicologia), Gleidson Martins (CDH – PGE), Marcelly Malta (Igualdade-RS), Ariane Leitão (SPM), Richard Gomes (MNMR), Tatiana Xavier (Anistia Internacional)

18h00 – Coffeebreak

18h30 – Entrega do I Prêmio Legislativo Municipal de Direitos Humanos e apresentações culturais. Local: Teatro Glênio Peres

SEMINÁRIO-CARTAZ



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5 respostas

  1. Levando-se em conta que Direitos Humanos só serve para defender bandido, vagabundo, não é nada bom misturar isso com Segurança Urbana e Direito do Consumidor. Estes dois últimos temas são, realmente, destinados à defesa do cidadão decente e honesto.

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  2. Minha filha foi assaltada ontem no final da manhã nas proximidades da UFRGS. A cidade está entregue aos bandidos (aliás, o país) e essa canalhada falando, falando, falando, nos tais dereito umano. Eu quero que esses marginais morram, e torço pra que voltem os esquadrões da morte matando a marginália, já que pena de morte aqui em Banânia nunca vai passar. Com certeza a mesma pulissa inepta e falida que deixa minha família à mercê dos bandidos vai me processar por dar a minha opinião. Azar. Quero que morram mesmo.

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  3. Muito estranho que na mesa ” Os desafios da Segurança Pública” não há NENHUM representante das instituições responsáveis para esse fim (polícias e exército). Espero que o seminário não esteja fechado com a ideologia de que a violência é justificável ante a desigualdade social e que a polícia é um órgão de repressão “fascista” sob a ideologia da classe burguesa.

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  4. Tremo ao ouvir “direitos humanos” ligado a segurança pública. Direitos de quem? Não sei o background dessa gente que vai falar no seminário, mas a Mesa 3 já é suspeita.

    No site da prefeitura:

    “a vereadora Fernanda Melchionna (PSOL) acredita que vivemos em uma polícia que ainda é militarizada. “Temos que discutir em termos de segurança pública a ideia de se desvincular do Exército e construir uma Polícia com entrada única mais democrática”.
    Toda vez que um comunista usa a palavra “democrática” ele quer dizer “do Estado”.

    Mais adiante: “Seminário: Polícia Cidadã para uma Sociedade Democrática; Direitos Humanos e Criminalização da Pobreza; e Grupos Vulneráveis e a Violência em Porto Alegre”. Pronto, a palavra democrática de novo e a “criminalização” da pobreza. Já está fedendo. Acho que vou dar um pulo lá só para ficar de olho no que essas cabecinhas vão falar.

    A vereadora Monica Leal está na comissão, então esperamos que isso não seja integralmente um teatro da esquerda.

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    • Isso é integralmente um ato de esquerda.

      Provavelmente vão discursar sobre como a “elite” (tipo pessoas como eu e tu que ganham mais de 3 salários minimos) oprime as pessoas da periferia e como isso é a causa única da violência nesse país. É impossível que um painel de sociólogos tenha uma perspectiva diferente.

      Com essa esquerda radical super atuante, a situação dessa cidade (e desse estado e desse pais) só vai piorar. Fosse uma esquerda moderada tipo Noruega não seria problema.

      Enquanto isso, legitimamos o descumprimento das leis ao reconhecer a posse de terrenos públicos invadidos e é justamente nesses locais que aflora quase toda a criminalidade dessa cidade.

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