PSOL quer catapultar invasões à status de “interesse social”

pedro-ruas

Fechar via pública dá resultados. Hoje, às 14 horas, no plenário Otávio Rocha, os vereadores do PSOL, Fernanda Melchionna e Pedro Ruas, apoiando o Fórum das Ocupações Urbanas da Região Metropolitana – que tomou conta da cidade dias atrás-  põe na pauta o PL que torna “Áreas Especiais de Interesse Social” (AEIS) 14 invasões em Porto Alegre.  A finalidade é a de tentar barrar as reintegrações de posse dos terrenos invadidos.

O Projeto de Lei abrange as ocupações Capadócia, Progresso, Império, Sete de Setembro, Vinte de Novembro, Dois Irmãos, São Luiz, Bela Vista, Nossa Senhora, Cruzeirinho, Continental, Oscar Pereira, Morada dos Ventos e Marcos Klassmann.

Evidentemente se isso receber sinal verde da Câmara, mais avenidas serão fechadas e mais invasões irão ocorrer.

“Precisamos que o direito fundamental à moradia, garantido pela Constituição Federal, seja cumprido”, esbravejam os vereadores da esquerda, não mencionando que a Constituição também assegura a propriedade privada à seus cidadãos. Sem falar que essas pessoas estão sendo manipuladas a furar a fila de quem já está esperando pacientemente sua casa no Minha Casa Minha Vida.

Quem irá à Assembléia hoje se contrapor a isso?

Complemento: Abaixo, conteúdo do Programa do PSOL:

“…O caminho da luta, da mobilização direta, do apoio às greves pelas reivindicações é o caminho central por onde passa a defesa por melhores salários, o direito ao trabalho, à terra, e para enfrentar os ataques do imperialismo, dos capitalistas e seus governos. Por isso, estamos pela defesa e o apoio às lutas dos trabalhadores, desempregados, camelôs, sem teto, sem terra”  E, bem no final, a título de curiosidade: “Pela federação das Repúblicas da América Latina!”. Estariam  eles abraçando a “Pátria Grande” ?



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83 respostas

  1. O que aconteceu com dois comentários da Clarice, os quais sumiram da página. Apesar dela ter idéias diferentes das minhas, eu também gosto de polêmica e de até discordar das pessoas.

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    • acontece que num blog típico de direita, eles excluem os comentários contrários.. porque eles vivem numa DEMOCRACIA, é isso mesmo. isso que aconteceu..

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  2. COMO FOI A CUBA PÓS REVOLUÇÃO, PARA IR APRENDENDO E ACOSTUMANDO COM O QUE VIRA!
    “A lei da reforma urbana, uma das primeiras baixadas pelo novo regime, determinou que todo mundo passava a ser dono da casa em que vivia. Quem tivesse, além da casa em que morava, um imóvel a mais, perderia a segunda propriedade e receberia do governo 500 pesos mensais, em caráter vitalício e não hereditário. Os proprietários de mais de dois imóveis eram simplesmente expropriados, a partir do segundo imóvel, sem direito a indenização. Os antigos inquilinos compravam a casa, pagando o preço ao Estado, num prazo que variava de três a oito anos”, narra o repórter e escritor Fernando Morais no livro A ilha, de 1976.

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  3. Eu sou um sujeito totalmente avesso à qualquer ideologia socialista-comunista. Fui e sempre serei apoiador de regime de governo de direita. Os miliares colocaram a nação brasileira nos trilhos, iniciaram uma limpeza profunda para livrar-nos da esquerda festiva, mas, o que faltou foi o extermínio total de todos os comunistas e de seus descendentes, porque, só assim, estaríamos livres para sempre desse lixo de esquerda que ainda permanece no Brasil. Os ratos de esgoto ainda pretendem apropriar-se da Pátria Amada, mas, sem dúvidas, ainda há tempo para impedir esse avanço. Ainda que precisemos de ajuda lá de fora.

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    • Na digitação da 3ª frase a letra ‘t’ foi engolida, então o correto é “os militares colocaram…”.

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      • Clarice, não esqueça que em nação de governo socialista-comunista, ninguém é dono de nada, o direito de propriedade só pertence ao Estado como um todo. Você num país desses só é dona de seu corpo, mas, em tese, porque se um experimento científico resolver confiscar o teu corpo, adeus, minha cara Clarice.

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    • “Que dia horrível para saber ler.”

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  4. Acho que é muito fácil pedir paciência das ´pessoas quando se está no conforto de uma casa herdada, com a barriga cheia de junk food.

    Eu trabalhei com habitação de interesse social, visitava as pessoas nas listas de espera, muitas ma~es solteiras, com 5, 6 crianças vivendo no meio do esgoto. Agora quem passa a vida tomando cafés da Padre Chagas, e reclamando do transito, e planejando sua próxima viagem a Miami para buscar muamba, não sabe o grau de abandono que essa pessoas passam.

    Tá mais do que na hora de invadirem mesmo, trancarem a estrada, queimarem pneus.
    O que vocês chamam de paz social é a resignação dos pobres.

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    • Caro Mister L; Uma pena que um familiar teu levado de ambulância às pressas pro hospital não tenha morrido no meio do caminho sem atendimento, por causa da barreira na entrada da cidade. Seria um a menos na família da Madre Tereza de Calcutá. Parafraseando a tua assertiva; acho muito fácil pedir paciência das pessoas quando se está na frente de um teclado, sem parentes moribundos necessitando atendimento médico de urgência, com o cérebro cheio de junk food. É o que se chama falta de espírito coletivo.
      Entendeste, bom samaritano? É por isso que não se pode admitir fechamento de ruas, bloqueio de trânsito e barricadas! É porque isso pode fazer a diferença entre um inocente viver ou morrer. Ninguém aqui está negando o direito dos INVASORES berrarem, levantarem cartazes e protestarem, inclusive, eles podem fazer o que bem entenderem…até matar podem matar…..só que, ao fazerem, devem ser responsabilizados na forma da lei.

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      • Sim, sempre esse papo da ambulância com o doente, vc esqueceu da grávida no táxi, outro clássico, vem cá porque você não proibe a Ponte do Guaíba, os congestionamentos na Nilo, a ampliação do Hospital de Clínica em uma zona sem mobilidade? Porque esse papo da gravida no taxi e uma baita bobagem. Você já pensou na quantidade de pessoas que morrem por viver em espaços sem saneamento básico? Nas doenças decorrentes da insalubridade? Nos incêndios que ocorrem nas favelas? Na perspectivas de futuro que as crianças que crescem em bairros sem escola, sem esgoto, sem saúde, sem dignidade tem? Quantas pessoas morrem por isso?E quantas grávidas no táxi morrem a cada protesto? Faz o cálculo

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      • Pois é, Mrs. L. Eu não havia pensado que pessoas morrem mundo afora. Imagine então quantas sucumbem numa guerra? Um troço horroroso! Ah..de de câncer? Millhares todos os dias. Há os que falecem de ataque cardíaco, acidente de trânsito, malária, difteria, AIDS, dengue, ebola. E os que são avejados fatalmente com bala perdida então! Terrível. Esse mundo é muito perigoso. Mas é uma ótima ideia proibir os engarrafamentos da Nilo. Como alguém ainda não havia pensado nisso? Tanto especialista de trânsito dando palestra e tanto governo gastando fortunas pra tentar minimizar os problemas de trânsito…quando a solução genial estava na ponta da tua língua….basta proibir os engarrafamentos! Adorei. Vou enviar essa revolucionária sugestão a todas as megalópoles do mundo. Ah…e vou estender ainda mais a tua ideia. Daqui em diante vou proibir as pessoas a ficarem doentes e acidentarem-se fatalmente. Proibirei também os genocídios de guerra. Também estará terminantemente vetado ficar sem dinheiro. Todas as mazelas do mundo estarão proibidas daqui em diante. Faz o cálculo? Vamos ser inundados de felicidade.

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    • Mãe solteiras com 5 ou 6 filhos? E culpa nós temos por ela ter trepado sem métodos contraceptivos?

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  5. Viva la Revolucion bolivariana gauderia!……….CREDO!

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  6. Sujeira. Lixo fedorento da esquerda. Que tal passagem só de ida para Cuba ou Coréia do Norte?

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  7. Eduardo Reis

    E por que eu faria isso?
    Logo eu que sou contra essa merd*?

    hahaha

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    • Escrevi para o tal Tanmpio Manga, saiu no lugar errado.
      Então , aproveito para solicitar ao T. Manga seu endereço. Pessoalmente, vou remetê-lo para o Pedro Ruas loteá-lo .Será a comunidade Tanmapio Manga !

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      • Assentamento Tanmápio Manga.

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      • Que burrice a sua. Quer dizer então que, por discordar do posicionamento do Marcelo Bumbel e de sua atitude no blog, automaticamente eu sou um apoiador do projeto dos vereadores em questão? Li e re-li meus comentários e, em nenhum momento, fica evidente qualquer apoio a tal projeto. Essa dualidade forçada é o que estraga qualquer discussão. Dia desses critiquei o PT, me transformaram em “tucanalha”. N’outro dia critiquei Aécio, me chamaram de “petralha”. Tive uma discussão com Olavo de Carvalho, alguns me mandaram à Cuba.

        Vem cá, me digam: É tão difícil assim entender que não existem apenas dois lados? A burrice das pessoas é fenomenal.

        Eduardo Reis, seria uma honra poder contribuir pessoalmente com alguma causa social assim como meu avô que, em 1962 loteou 90% de sua pequena propriedade e doou para 6 famílias, famílias essas que até hoje estão lá prosperando e produzindo em Erebango.

        Mas não sou um homem de posses. Se mandares meu endereço a ser loteado terás que se entender com meu senhorio pois não sabes, é claro, que sou um mero inquilino morando de aluguel.

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      • Tanmápio, eu já desconfiava que você são seria um homem de posses. kkkk Na hora de colocar os discursos em prática, as inviabilidades aparecem. É como diz o velho ditado. “Num naufrágio, os primeiros a abandonarem a embarcação são os ratos.” Sabes como é o lance né; “eu tanto queria ajudar os pobres, mas infelizmente não tenho condições…então fico enchendo o saco dos outros para que contribuam em meu nome”.

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      • Apesar de julgar tua argumentação boba, respeito teu direito de defendê-la.

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      • Pois é, Manguita; estás julgando muito mal. Você quis sair à francesa mas apenas capitulou. O Felipe também já havia tropeçado no próprio cadarço.

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      • Apoiado! Vamos juntar uma galera e fazer o loteamento Tanmápio Manga, é só a gente investir nosso capital de maneira cooperativa e em pouco tempo podemos construir esse excelente empreendimento, assim conseguimos ajudar os mais pobres.

        Já sei até uma localização perfeita: a parte mais nobre do Moinhos ou do Três Figueiras.

        A ideia é excelente, gente ajuda a sociedade e satisfaz nossos amigos comentaristas em uma tacada só, todos ficam felizes.

        Obrigado a quem sugeriu.

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  8. E existiam petistas que riam quando de falava que “daqui a pouco eles estariam defendendo a invasão de casas/terrenos privados”. Pior que falávamos que as coisas melhorariam educando a população, mas no final de contas é lá que pregam essas asneiras (nas faculdades – públicas principalmente – e colégios).

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  9. Sugiro uma petição online para que os interessados em abrigar famílias, inscrevam-se e materializem seus discursos em forma de teto aos sem moradia.

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    • Pra quê? Tem tantos imóveis sem uso na capital, esqueletos apodrecendo no centro, vazios urbanos enormes por causa da especulação imobiliária desenfreada…

      Mas gostei da sua ideia, quando terminar minha formação vou comprar um terreno bem caro no coração do Moinhos de Vento e fazer várias moradias populares por ali.

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  10. Acesso à moradia resolve-se facilmente. Basta aproveitar o discurso político e as declarações de caráter humanista e cadastrar todas as pessoas dispostas a ceder alguma de suas propriedades a uma família sem moradia. Em seguida, basta distribuir os sem-teto entre os imóveis listados. Como haverá muitos altruístas e samaritanos cadastrados, estará resolvido o problema. Eu tenho certeza que, por exemplo, o Ruas e a Fernandinha cederão algum de seus imóveis às causas sociais, afinal de contas eu acredito piamente que eles fariam o mesmo que pregam na tribuna. Aqueles que não possuem imóveis disponíveis à doação, mas alinham-se ao discurso assistencialista, poderiam contribuir monetariamente com alguma ajuda de custo.

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    • Tu sabe que os donos são ressarcidos pelo terreno né?

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      • Não é a proposta da petição. A proposta é doação sem ressarcimento. Essa sim, seria uma atitude realmente altruísta. Esse negócio de doar e receber de volta do povo, seria apenas uma transferência de ônus aos contribuintes. Quem ama o próximo, como o Ruas e a Melchiona, tem que estar disposto a abrir mão de suas posses e sentir prazer nisso, sem compensação financeira. Eles não são tão afáveis com os sem-teto? Pois que dêem uma passo à frente e liberem alguma propriedade deles.

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      • Ok, a ideia é ficar debochando em vez de debater como adulto. Abs.

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      • Debochando? Em hipótese alguma, Felipe. Apenas quero transformar a generosidade de alguns em prol dos necessitados, em ações concretas. Quem sabe não possamos melhora o mundo assim? Há uma série de pessoas que prestam serviços comunitários gratuitos, dando sopão aos pobres na madrugada. São voluntários e nada ganham e troca, a não ser a satisfação de amparar os menos validos. Então por que não estender esse pragmatismo humanitário ao voluntariado que preconiza moradia aos sem-teto? Os caras fazem moção na tribuna, sugerem projetos de lei, preconizam a proteção aos sem lar…desse modo, está mais do que evidente que é o momento dos proponentes demonstrarem concretamente os seus argumentos. Há algum deboche nisso?

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      • bilu bilu tetéia….

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      • Vai estudar um pouco, quem sabe queira protestar nessas outras dezenas de repúblicas bolivarianas http://en.wikipedia.org/wiki/Public_housing

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      • Capitulando pela enésima vez, Felipe? Quando começa esse apego à copy&paste de links é sintoma de fuga. Não, é questão de estudo, amigão. Apenas sugeri um estratégia para abarcar e aproveitar a generosidade humana. Creio que esteja plenamente inserida no contexto.

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      • Não alimente os trolls, Felipe.

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      • Claro, para que estudar se pode ficar inventando qualquer asneira sem embasamento e escrever aqui.

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