Avenida Erico Verissimo ganhará ciclovia

Com 500m de extensão, interligará as ciclovias da José do Patrocínio e Ipiranga   Foto: Divulgação/PMPA

Com 500m de extensão, interligará as ciclovias da José do Patrocínio e Ipiranga   Foto: Divulgação/PMPA

A partir desta quarta-feira, 28, começam as obras para implantação da ciclovia da avenida Erico Verissimo. Ao todo, serão 500 metros de extensão, interligando as ciclovias já existentes da rua José do Patrocínio e avenida Ipiranga. A pista, projetada pela EPTC e que atenderá ao mesmo padrão das já existentes, será construída no canteiro central e terá mão-dupla (bidirecional). Para a realização da obra, não será extraída nenhuma árvore da avenida. A expectativa é de que a ciclovia esteja concluída em 60 dias.

Ciclorrota – Com a conclusão da ciclovia da Erico Verissimo, os ciclistas da Capital terão uma ciclorrota de 18,5 quilômetros de vias exclusivas para quem utiliza bicicleta, interligando os bairros Bom Fim (rua Vasco da Gama, Barros Cassal e João Telles), Centro Histórico (via Redenção e acessando a avenida Loureiro da Silva), Cidade Baixa (rua José do Patrocínio), Azenha (avenida Ipiranga), orla do Guaíba (avenida Edvaldo Pereira Paiva; ciclovia em fase de conclusão) até o Cristal (av. Diário de Notícias, Chuí e Icaraí). Em todos os pontos citados, é possível utilizar as bicicletas compartilhadas nas estações do BikePoa.

Atualmente, Porto Alegre conta 18 ciclovias e mais de 25 quilômetros de vias exclusivas aos ciclistas.

Prefeitura de Porto Alegre



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17 respostas

  1. 18km de ciclocoisas hahahha
    Enquanto isso, São Paulo…..

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  2. Porto Alegre é triste! É só ciclofaixa e ciclovia em calçada… Triste!
    .
    Quando é que vamos ter um Prefeito de pulso firme que enfrente essa cultura torpe egocarrocentrista e afaste de vez esse câncer que é lobby do automóvel.
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    Não há como ter mobilidade na cidade tratando os transportes alternativos com projetos lixos como da ciclovia da Ipiranga e agora da Érico, nem vou falar da faixa exclusiva de ônibus na avenida brasil.
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    Quando, meu deus? Quando?

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  3. É uma das poucas ciclovias sobre calçadas da cidade que eu aprovo.

    Esta ciclovia nao precisara de fase especial para bicicleta nos cruzamento pois utilizara os mesmos ja existentes, garantindo fluidez em função da ciclovia usar o mesmo ciclo semaforico dos veiculos.

    A outra parte boa é que ficara no bordo do canteiro central no lado proximo as arvores e a pista de automoveis, nao ao corredor de onibus.

    Para fechar só tera dois cruzamentos para chegar até a av ipiranga. E na av ipiranga tambem podera ser feita a travessia junto a abertura do sinal de veiculos da av érico.

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    • Esta “ciclovia” deveria continuar pela Rua José do Patrocínio até a Praça SC Internacional e desembocar na Ipiranga entre a EPTC e o Colégio Protásio Alves…muito mais tranquila a pedalada, passa por 2 quadras de rua de bairro e chega na Ipiranga sem a necessidade de mais 28 semáforos!!

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      • o unico problema seria os onibus passarem sobre os ciclistas na parte em estreita da josé do patrocinio entre a praça garibalde e a rua sebastião leão

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  4. Ah, estou curioso sobre o trecho na praça. Mais um lugar que a ciclovia some e continua depois tipo na praça da alfândega ou largo zumbi?

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    • “Para a realização da obra, não será extraída nenhuma árvore da avenida. ”

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      • Eu li mas não acredito não… principalmente no trecho mais estreito. De qualquer forma, ficam as ondulações.

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  5. E toca ciclovia na calçada!

    E como já perguntaram, vão remover as árvores ou vai ser pista ondulada por causa das raízes como na Ipiranga?

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    • Não vai ser na calçada, vai ser naquela área “morta” no entre a pista dos ônibus e a via dos carros: “A pista, projetada pela EPTC e que atenderá ao mesmo padrão das já existentes, será construída no canteiro central e terá mão-dupla (bidirecional)”

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      • Bem, daí é a velha discussão do que define uma calçada. Se disse o mesmo sobre a ciclovia da Ipiranga, que sempre está cheia de pedestres.

        Não me entenda errado, eu não acho que não ter calçada ali justifique o pessoal usar como calçada, visto que há calçada no outro lado da avenida. Só estou sendo pragmático, isso vai acontecer.

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        • Acho um exagero “sempre cheia de pedestres”. Eu vejo algumas pessoas correndo, e eu mesmo gosto de correr ali e não acho que incomode os ciclistas (eu também sou ciclista e uma pessoa correndo ali não me atrapalha mais do que outra bicicleta). Isso é uma coisa que me incomoda nos cicloativistas radicais: eles reclamam que os carros não os respeitam, mas basta aparecer alguem mais frágil, alguém sem bicicleta que eles se comportam da mesma maneira que motoristas: jogam a bicicleta em cima das pessoas, passam tirando fininho. Ora, em nenhum lugar diz que é proibido usar aquilo para correr e eu não acho que atrapalha dado o baixo uso daquele caminho por ciclistas. O dia que aquele caminho tiver um tráfego intenso de bicicletas eu paro de usar para correr, assim como faço com os corredores de ônibus quando estou de bicicleta, eu os utilizo, mas não no da Oswaldo, já que lá o tráfego é intenso.

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      • Bem, já que tu deixou claro que não respeita o espaço reservado para bicicletas e ainda usa a falta de educação dos outros para se justificar, vou apenas finalizar dizendo que tem um lugar que diz que é proibido sim: o código de trânsito.

        O problema do Brasil no final é sempre esse, todo mundo acha que só deve seguir as leis “que fazem sentido”.

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      • Eu não gosto de pedalar em ciclovia, então evito ruas que tem. Mas quando tenho que passar em uma eu uso a via. Poderia inventar alguma justificativa entre as tantas (tinta escorregadia, muito pedestre, acaba no nada, sei lá), mas seria apenas uma justificativa. O fato é que eu estaria desrespeitando o espaço dos outros.

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      • É vetado o uso da ciclovia por pedestres? Aonde está escrito amigo, não achei no CTB…

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      • Em compensação, quando tu te recusas a usar a ciclovia ou ciclofaixa e invade a pista de rolamento, eu poderia interpretar que tu estarias infringindo o artigo 58, que só resguarda o uso das pistas QUANDO NÃO HÁ CICLOVIA OU CICLOFAIXA:
        Art. 58. Nas vias urbanas e nas rurais de pista dupla, a circulação de bicicletas deverá ocorrer, quando não houver ciclovia, ciclofaixa, ou acostamento, ou quando não for possível a utilização destes, nos bordos da pista de rolamento, no mesmo sentido de circulação regulamentado para a via, com preferência sobre os veículos automotores.

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      • Aparentemente tu estás errado se formos nos basear puramente no CTB. Talvez seria melhor menos radicalismo. Carros podem conviver com bicicletas, bicicletas podem conviver com corredores sem ninguém se machucar.

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