Com pista curta, só 10% das exportações aéreas saem do Estado via Salgado Filho

Foto: José Arthur Eidt

Foto: José Arthur Eidt

O comprimento limitado não permite decolagem de cargueiros lotados no aeroporto. Isso faz com que 90% dos produtos levados ao Exterior por avião tenham de sair de outros terminais

Um trecho: 

— Não estamos falando de potencial de exportação, mas de necessidade. A demanda existe há mais de 10 anos — afirma Paulo Menzel, presidente da Câmara Brasileira de Logística e Infraestrutura.

Conforme estimativa da entidade, o Estado perde US$ 3,3 bilhões por ano em cargas aéreas por causa do tamanho restrito da pista do Salgado Filho para operação de aviões de grande porte.

Veja a matéria completa clicando aqui.



Categorias:Aeroporto Internacional Salgado Filho

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8 respostas

  1. Essa novela para uma simples ampliação de pista é típica da incapacidade de gestão e incompetência do atual governo petista. Pistas são ampliadas em qualquer parte do mundo, com a mesma tecnologia, e a sua obra não se entende por anos como essa.

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  2. Concordo contigo, Gilberto Simon. O Estado do RS produz diversos produtos para a exportação e sendo assim é essencial a extensão em pouco mais de 920 metros de pista para o SF. A mobilização em favor da execução das obras o mais urgente possível é determinante para uma resposta mais rápida por parte da Infraero orgão responsável pela execução e acompanhamento do início das obras de ampliação da pista. A promessa agora é que ficará pronta até o ano de 2018. Ainda duvido muito.

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  3. Até que é muito, contanto que nossa economia é praticamente agricultura e pecuária. Não consigo imaginar exportar grãos de avião.

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    • Roupas ,calçados,armas…Tudo por Saão Paulo.

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    • E a indústria metalmecânica da serra? Já é bastante coisa.

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      • Essa não vai descer até PoA para usar o aeroporto. Vai direto para Curitiba ou SP. Mas a grande maioria vai para o porto de Itajaí mesmo.

        Só por curiosidade há redes de postos de gasolina e transportadoras da serra que não possuem filiais em PoA, somente em SC.

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    • Pablo nossa economia é bastante diversificada. Não é só agropecuária não. O RS produz material cirúrgico, peças automotivas, recipientes térmicos, termômetros (maior fábrica da América latina), materiais de aços finos (tramontina) exportados pro mundo inteiro, medicamentos, química e petroquímica, armas leves, e por aí vai. É muito superficial dizer que não há carga possível pois somos agropastoris. Nada a ver. Estude mais sobre a economia do nosso estado.

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      • Aqui em Curitiba,( aeroporto é em São José dos Pinhais) não suporta cargueiros com 100 % de peso, a pista tem 2150 metros e altitude de 910 m. O Salgado Filho tem que ampliar pista e usar a Base Aérea de Canoas na aviação comercial, assim as cargas de maior valor agregado sairão por POA.

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