Autorizações e licenças públicas impedem avanço do Cais Mauá

Foto: Norberto Lemos

Foto: Norberto Lemos

Edemar Tutikian, que na prefeitura de Porto Alegre responde pela responsabilidade da administração municipal no caso Cais Mauá, informou que o decreto do governo estadual que criou grupo de trabalho não objetiva debater nada, mas reunir os esforços públicos pela demarragem das licenças ambientais e de instalação dos empreendimentos que irão para o porto.

A empresa que revitalizará o Cais Mauá não consegue levar o projeto adiante porque não recebeu ainda todas as autorizações públicas necessárias.

Segundo disse Tutikian, isto poderá acontecer num prazo de até seis meses.

Políbio Braga



Categorias:Projeto de Revitalização do Cais Mauá

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6 respostas

  1. A enrolação começa no próprio Tutikian, o rei das belas entrevistas. Com voz mansa e pausada, português impecável, empatia e desenvoltura frente câmeras e microfones, ele está à frente dos projetos-promessas desde o governo Yeda. Calma! Eu sei que a culpa não é dele…mas quando querem dar um alento ao cidadão em anúncios de grandes obras, escalam o moço em questão para vender o peixe. Sua fala ponderada e seu sereno domínio da palavra, sempre são eficientes para acalentar os corações angustiados e desesperançosos.

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  2. Mas isso era óbvio.
    hahaha

    EEeee Brasil, eeeee Porto Alegre.

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  3. Pois e’, e’ mais facil acreditar em fadas do que nesse senhor.

    Ele ja prometeu que estava “tudo pronto” para as obras do Cais comecar umas 20x.
    Desde antes da Copa vem com esse papo mole que falta algumas poucas semanas, alguns poucos meses e que tudo vai sair.
    Velho enrolador e mentiroso.
    Fora que eu ja ouvi historias de que ele ficou com boa parte da grana que era para o Lerner.
    Boatos……….hummmmm.

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  4. A regra em relação a autorizações e licenças deveria ser a seguinte: o Poder Público teria um prazo (digamos 6 meses) para fornecê-las, estabelecendo junto as alterações necessárias e contrapartidas. Passado esse prazo sem resposta do órgão encarregado, estaria liberado integralmente o projeto apresentado para ser executado

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    • A regra deveria ser mais simples ainda: o projeto ser liberado apenas APÓS terem sido obtidas as licenças e autorizações necessárias, em vez de ficarem alardeando que vai sair tal obra (geralmente pra fins eleitoreiros) e só depois correrem atrás do que é necessário.

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    • No Brasil vigora um princípio constitucional que é intencionalmente esquecido por pseudojuristas (notadamente ESQUERDÓIDES) no cotejo da interpretação das leis:

      “A República Federativa do Brasil,…, tem como fundamentos:
      IV – os valores sociais do trabalho E DA LIVRE INICIATIVA;”

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