Sartori pede agilidade em estudo sobre expansão do Catamarã

Transporte fluvial chegou a 3 milhões de usuários

Sartori pede agilidade em estudo sobre expansão do Catamarã | Foto: Luiz Chaves / Palácio Piratini / CP

Sartori pede agilidade em estudo sobre expansão do Catamarã | Foto: Luiz Chaves / Palácio Piratini / CP

O governador do Estado José Ivo Sartori pediu nesta quinta-feira agilidade na análise da Fundação Estadual de Planejamento Metropolitano e Regional (Metroplan) de expansão do serviço do Catamarã. O estudo, que avalia interesse de passageiros e trajetos possíveis, visa atender Charqueadas, São Jerônimo e Triunfo na região do Delta do Jacuí.

No entanto, uma pesquisa que começou em abril do ano passado, ainda depende do modelo de concessão do governo do Estado e da abertura de licitação para ver interessados. As declarações foram feitas durante a celebração dos três milhões de passageiros que utilizam o transporte fluvial, em Guaíba.

Às 18h, na viagem sentido Porto Alegre-Guaíba, a CatSul fará o sorteio de uma passe livre de um mês a um dos passageiros. O Catamarã dispõe de três embarcações, sendo duas com 122 passageiros e um com 140, que já fizeram 45 mil viagens. São uma média de 3,3 mil passageiros ao dia.

Correio do Povo – Mauren Xavier



Categorias:Catamarã, hidrovias

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2 respostas

  1. Cheguei a algumas conclusões nessa vida de porto-alegrense:

    1) Não votarei mais em governadores que não forem oriundos da capital (não me refiro ao nascimento, mas à trajetória política). Sabem pq? Pq só alguém que vive em POA para entender as necessidades da capital e a capital precisa da atuação conjunta e engajada do governo estadual em muitos temas.

    2) A culpa pelo atraso das coisas em POA tem a origem vermelha (leia-se, petista), pois depois que eles implementaram o Orçamento Participativo, que deu a ilusão que tudo cabe ao povo decidir, surgiram os ecoxiitas achando que se a vontade deles não prevalecer sempre nada poderá andar nessa cidade, mesmo que seja algo atinente à iniciativa privada.

    Disso tudo surge a terceira e última conclusão:

    3) Tanto a capital qto o estado do RS precisam de menos pirotecnia e mais ações efetivas, além de atitudes pra colocar o pequeno grupelho de xiitas no seu devido lugar, ou seja, no ostracismo. Sempre fui de centro-esquerda, mas confesso que ando com tanto nojo dos cenários políticos municipal, estadual e nacional que virei ultradireitista. Acho que só alguém com culhões pra ignorar os gritos dos esquerdocratas e ir lá e fazer as coisas finalmente acontecerem é que merece ser eleito. Político é eleito pra governar, não pra ficar fazendo conjecturas com grupelhos da sociedade, que nem de longe a representam. O problema é que não vejo uma direita capacitada para tanto (mas a esquerda tb não o é). A única coisa que me resta então é a certeza que a esquerda não quer saber de governar, só querendo saber de aplausos da platéia, mesmo que a cidade, o estado e o país virem um circo.

    Sei que o RS não é governado pela esquerda, mas o PMDB muitas vezes age como ela, mais preocupado com o aplauso do que com as ações necessárias pra governar com êxito.

    Obs.: Notaram que o Sartori é tão calado que, além de não defender investimentos para o aeroporto da capital, por exemplo, sequer abre a boca para exigir da União um aeroporto em Vila Oliva para a sua própria terra natal, que seria mto últil à economia gaúcha? Nunca vi um governo tão passivo e apático. A capital idem. E o país? Bom, esse nem se fala.

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