Porto Alegre acolhe imigrantes e busca doações

Grupo de 13 estrangeiros desembarcou na Capital nesta terça-feira   Foto: Divulgação/PMPA

Grupo de 13 estrangeiros desembarcou na Capital nesta terça-feira   Foto: Divulgação/PMPA

A Prefeitura de Porto Alegre, por meio da Secretaria Municipal de Direitos Humanos (SMDH), está mobilizada para receber os imigrantes vindos do Acre com destino à Capital. Nesta quarta-feira, 27, o secretário de Direitos Humanos, Luciano Marcantônio participará de uma reunião em Brasília, junto a autoridades do governo do Acre e da Presidência da República, a fim de tratar do convênio de imigração.

Na madrugada desta terça-feira, 26, um grupo de 13 pessoas, composto por um nigeriano, dois haitianos e dez senegaleses, foi recepcionado na rodoviária. Somente três imigrantes ficaram em Porto Alegre; os demais seguiram para os municípios de Passo Fundo, Caxias, Tapejara, Pelotas e São Paulo. Nenhum deles foi para o Centro Humanístico Vida, espaço preparado provisoriamente para acolher aos imigrantes.

A expectativa é de que os próximos ônibus cheguem a Porto Alegre entre esta quarta-feira (27) e a quinta-feira (28). A Prefeitura de Porto Alegre está mobilizada para acolher e atender os imigrantes, além de aceitar doações de colchões, roupas de cama, agasalhos, material de higiene e botijões de gás. As doações podem ser entregues diretamente no Centro Vida, localizado na av. Baltazar de Oliveira Garcia, 2132, no bairro Rubem Berta.

Prefeitura de Porto Alegre



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9 respostas

  1. Acho interessante essa mobilização para com imigrantes!! Nada contra quem busca um melhor espaço para viver. Minha admiração é por conta da mobilização para esse atendimento, que não é feita para tirar das ruas o número expressivo e cada vez maior de gaúchos. Nosso povo passa por dificuldades de moradia e atendimento médico e segurança. Alguém imagina como foi essa noite e esta sendo essa manhã de muita chuva para nossa gente que esta nas ruas??? será que é permitido a eles usufruir da estrutura do espaço “Centro Vida”?….Eu sou muito burro, não entendo certas coisas…..

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    • Pedro, vale destacar que muitas das pessoas que estão nas ruas são avessas as regras que devem ser seguidas em espaços de atendimento a desabrigados, pois tem que tomar banho, hora pra dormir, hora pra comer, etc. Pode parecer mentira, mas é real.

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      • Eu moro no centro e acho que é no centro o maior numero de pessoas na rua, a pouco tempo fiquei observando 2 cidadãos jovens, que diariamente dormiam em uma rua do centro, pela minha observação um deles é cidadão que teve uma mãe que deve ter sido muito boa e marcante para ele, e que ensinou muitas coisas, entre elas, ele levantava pela manha, tomava algo que parecia um suco, comia um pedaço de pão e depois dobrava todos os pertences, ensacava em um saco que parecia saco de dormir, depois ainda colocava naquelas bolsas transparentes de edredom, um outro dia na hora de dormir este mesmo cidadão antes de deitar naquilo que me pareceu um saco de dormir, ele passou a mão para tirar uma sujeirinha no local onde ele iria deitar, não sei se minha logica esta certa, até porque sou da área de exatas, e não da humana, mas este cidadão deve estar na rua a muito pouco tempo, para manter este tipo de habito, eu acho que tem por Porto Alegre muita gente que nunca mais vai sair das ruas, mas também acho que tem muita gente que sairia da rua, apenas acho que talvez tenha erro de abordagem ou até falha no serviço. Este é um relato verdadeiro, e uma opinião pessoal, e é o que diz a palavra pessoal, não tem o objetivo de atingir ninguem por mais que possa perecer.

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    • Pedro, existe uma grande rede de ajuda aos moradores de rua, inclusive com abrigos, alimentação, roupas no inverno – a campanha do agasalho é bem famosa.

      A questão é que ser morador de rua é opção, problema com drogas e álcool, ou algum problema mental, como esquizofrenia

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      • Veja: a droga e o álcool podem ter levado para a rua ou foram encontrados na rua porque ninguém estava la para ajudar. Questiono ser opção morar na rua. Uma grande depressão ou decepção, associada a falta de apoio, talvez. O fato de existir morador de rua com todos esses problemas, não desfaz a classificação de ser humano.

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    • Pedro, somos 2 eu tambem me acho muito burro, mas as coisas são assim, ajudar morador de rua, criança passando fome, etc se são de Porto Alegre e arredores não sai em TV, jornal, revista e blog

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      • Concordo. Se não der Ibope, não vale. Quando é de fora, tem acolhimento, comida, medico e encaminhamento para emprego. Local é campanha tipo “Diga Não As Drogas”: ai todo mundo sai em passeata, bota camiseta nova com os dizeres afins, sai na ZH, coluna social, etc….Me mostra na tal campanha, onde esta escrito: “Diga não as drogas que vc terá casa, comida, emprego, assistência médica, estudo, etc….”

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      • Só por que não sai na TV não quer dizer que não exista. Em Porto Alegre existe a FASC, Fundação de Assistência Social, que pertence à Prefeitura, e faz abordagens itinerantes aos moradores de rua visando levá-los a abrigos. Mas muitos realmente não querem se sujeitar às regras de disciplina dos abrigos e preferem ficar nas ruas.

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      • Depressão é um tipo de problema mental. Certamente quem mora na rua está passando por um problema de saúde mental

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