Airbus vai fabricar equipamentos de videomonitoramento em Porto Alegre

videomonitoramentoO projeto denominado Cidade Segura será o primeiro passo da cooperação estratégica firmada pela multinacional francesa Airbus com o governo do Rio Grande do Sul na área de segurança pública. Reconhecida pela fabricação de aviões e helicópteros, a Airbus planeja instalar em Porto Alegre uma unidade de produção de equipamentos de videomonitoramento, com investimento que poderá ultrapassar R$ 150 milhões. O início das operações é previsto para 2016.

A confirmação foi anunciada nesta quarta-feira (27), em Paris, onde o governador José Ivo Sartori lidera uma missão governamental. Para dispor da estrutura tecnológica necessária, o grupo francês pretende se associar a universidades e empresas de tecnologia do Rio Grande do Sul na montagem de um centro de desenvolvimento. Mais adiante, o plano de cooperação deverá abranger as 50 maiores cidades do Rio Grande do Sul, com possibilidade de se estender para todo o Estado.

Líder mundial em serviços aeroespaciais e de defesa, a Airbus detém uma rede de mais de 138 mil colaboradores. O grupo é formado por Airbus, Airbus Defence and Space e Airbus Helicopters. No ano passado, a multinacional obteve receita em torno de 60,7 bilhões de euros.

Revista Amanhã



Categorias:Economia da cidade, Economia Estadual, Industrialização de Porto Alegre

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1 resposta

  1. Pessoal do Blog PortoImagem, vejam essa notícia do Correio do Povo de hoje (sábado, 30/05/2015):

    http://www.correiodopovo.com.br/Noticias/557738/Passageiro-relata-momentos-de-tensao-antes-de-pouso-forcado

    Mais um voo da Azul precisou pousar na Base Aérea de Canoas por causa de falta de extensão de pista para casos de emergência no Salgado Filho.

    E a Dilma e o Ministro Padilha, que haviam ficado “preocupadíssimos” com a vida e a segurança dos gaúchos após aquele outro incidente do início do ano e que por isso haviam prometido a ampliação imediata da pista e com recursos já assegurados para tanto, agora nem sabe se ampliarão a pista e, se o fizerem, só o farão lá na frente quando saírem as concessões.

    Pelo jeito vão esperar um terceiro incidente com alguma aeronave comercial, quem sabe com mortes. Seria o fim político de ambos. Afinal, poderia caracterizar quem sabe negligência, não?

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