Operação apreende 1,5 mil telefones celulares irregulares

Ação especial envolveu agentes da Smic, Brigada Militar e Polícia Civil   Foto: Agnese Schifino/Divulgação PMPA

Ação especial envolveu agentes da Smic, Brigada Militar e Polícia Civil   Foto: Agnese Schifino/Divulgação PMPA

Uma ação especial reuniu nesta terça-feira, 14, agentes da Divisão de Fiscalização da Secretaria Municipal da Produção, Indústria e Comércio (Smic), da Brigada Militar e da Polícia Civil no combate à receptação e venda de telefones celulares irregulares no Centro Histórico da Capital. Na operação, foram apreendidos cerca de 1,5 mil aparelhos em três lojas na rua Voluntários da Pátria, que foram interditadas pela Smic.

As inspeções foram baseadas em investigações prévias da Brigada Militar por suspeita de receptação e venda de aparelhos sem a devida procedência. Os estabelecimentos interditados ficam na rua Voluntários da Pátria, 263 /loja 68, número 313/loja 33 e número 150/ loja 29. A Polícia Civil vai abrir uma investigação para saber a procedência dos celulares apreendidos.

O secretário da Smic, Humberto Goulart, acompanhou a operação e considera fundamental a união de forças que atuam no setor para que as ações de controle à pirataria sejam eficientes. “A Divisão de Fiscalização da secretaria atua sistematicamente no combate aos ambulantes ilegais, mas isoladamente é difícil acabar com essa irregularidade”, ressaltou. Para o secretário-adjunto Paulo Marques, a Smic cumpre seu papel construindo soluções em conjunto com a sociedade civil organizada e os órgãos de fiscalização, com o objetivo de enfrentar o comércio irregular e o crime organizado, em defesa do cidadão e do comércio regular.

Estabelecimentos interditados ficam na rua Voluntários da Pátria   Foto: Joel Vargas/PMPA

Estabelecimentos interditados ficam na rua Voluntários da Pátria   Foto: Joel Vargas/PMPA

Comitê – A secretaria integra o Comitê Interinstitucional de Combate à Pirataria do Ministério Público Estadual, com o objetivo de juntar iniciativas para combater a venda de produtos falsificados ou de procedência duvidosa. O comitê também é formado por Brigada Militar, Polícia Civil, Receita Estadual, Receita Federal, Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs), Federação do Comércio de Bens e de Serviços do Estado do RS (Fecomércio), Câmara de Dirigentes Lojistas de Porto Alegre (CDL), Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do RS (FCDL), Sindicato dos Lojistas do Comércio (Sindilojas), Sindicato do Comércio Varejista de Veículos e de Peças e Acessórios para Veículos no Estado do RS (Sincopeças), Associação Comercial, Industrial e de Serviços de Novo Hamburgo (ACINH), Philip Morris International Brazil, Instituto Meirelles de Proteção à Propriedade Intelectual e Fórum Nacional de Combate à Pirataria.

Prefeitura de Porto Alegre



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2 respostas

  1. Ótemo!
    E os espertinhos que ficam pela praça XV expondo em caixa de papelão?! Tem que entrar no rapa também!

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  2. Por favor, cadeia neles.
    Todo mundo sabe que esses celulares são frutos de roubos, aliás, divugaram não faz muito tempo, que tem mais de 3 mil celulares esperando por seus donos com a policia, todos recuperados de ladrões e receptores.

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