Cais Mauá volta a prever teto verde

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Jornal Metro – Porto Alegre – 21/09/2015



Categorias:Projeto de Revitalização do Cais Mauá

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7 respostas

  1. Olha a tendência da chamada: “críticos”, do bem, contra a “privatização”. Quando eu vejo um jornalismo assim me dá náuseas. Esse pensamento “crítico” ronda o estado e principalmente a capital há décadas, olha o poço que isso tá nos levando. Esses dias até tava discutindo com o pessoal do “sul é meu país”, deles dizendo o quão pouco expressivo é o movimento aqui no RS. Eu falei: eu vou ter orgulho de quê? Da geração nos meus pais que conseguiu transformar esse estado numa referência de piada nacional? Orgulho de quê, de já nascer endividado por causa das lontras lisas petistas e do pensamento estatista nascente lá com Getúlio Vargas, talvez até antes, que atravanca esse estado e regozija quando seus posicionamentos “críticos” conseguem barrar investimentos e amarrar o estado no marasmo, obrigando as gerações mais novas a abandonarem o estado em busca de melhores oportunidades? ISSO é ser crítico. E não ficar copiando um discurso anti-progresso que vem rolando por décadas e só trouxe amarras, gargalos, e expulsou muita gente boa brasil afora.

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  2. Eu colocaria: “Contrários à revitalização”, “Defensores da revitalização”. Afinal, privatizar significa transformar em propriedade privada, é precisar de autorização pra entrar e sair, coisa bem diferente da proposta que se não atrair gente vai falhar. Enfim, fico feliz que vai ter telhado verde. Só espero que não plantem jerivá em cima dele, pavor dessa palmeira asquerosa. Dizem que se planta jerivá porque é nativo. Não, araucária é linda e é nativa. Ipê é bonito e é nativo. E arborização urbana deveria ser feita com árvore bonita, exótica ou não. Jacarandá, plátano, aquelas palmeiras maravilhosas da João Pessoa. Se planta jerivá porque somos proibidos de deixar nossas cidades bonitas, a gente tem que ficar estampando nossa pobreza o tempo inteiro porque nascemos para ser pobres. E nada melhor pra deixar a cidade um fuá urbano que a arborização com jerivá, a cara da pobreza. Acho que vou fazer uma camiseta “menos jerivá, mais jacarandá”. Será que eu consigo vender elas? rs

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    • Que observação fútil,como se uma árvore determinasse a cara da pobreza por favor!!!!Sua preferência é devido ao um crescimento moderado,não traz riscos as construções,é de custo baixo se comparado a outras espécies,mantém a fauna da mata atlântica ainda presente na cidade,tolera bem o frio e o calor sendo de fácil adaptação e muito mais!!!!

      “mais conhecimento,menos futilidade”

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  3. Pô Gilberto, os assuntos não mudam!
    Estou ausente, e continuarei como tal, há mais de dois anos deste blog. Como surgiu em outro local uma discussão sobre o famigerado projeto de revitalização do Porto, vim até aqui para dar uma olhada no histórico deste projeto (está incompleto pois não relata a fase do fim do governo Britto).
    Como os assuntos são repetitivos e já formam uma verdadeira novela que diferente das tradicionais nunca terminam, sugeriria para que fizeste uma espécie de livro sobre as idas e vindas do projeto.
    Não é brincadeira, são mais de quinze páginas com dezenas de artigos e MILHARES de comentários, talvez fosse interessante relatar da forma mais imparcial possível esta novela interminável, pois o arquivo que se acumulou ao longo do tempo adquire proporções de referência primária de uma obra de história (história mesmo).
    Uma das coisas que a internet está criando, em Blogs como o Porto Imagem, é uma história da vida de cidades, de projetos e de eventos, enquanto a maioria dos interlocutores ainda estão vivos (alguns já morreram como o Prof. Arquiteto Carlos Maximiliano Fayet, que promoveu o primeiro concurso público para a Porto) era interessante resgatar numa obra única as várias fases do projeto.
    Um abraço e tchau.

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  4. No powerpoint ficou bonito o telhado verde. Infelizmente na vida real é que conta, vão acabar com 300 árvores para plantar grama de powerpoint. E tem gente que acredita nisso.

    Shopping de dois andares, com vista pro guaiba, dando para ver ate as lojas por fora. Só no powerpoint.

    Não vai ter carros no powerpoint, mas na vida real vai ter 2 andares só de estacionamento das mais de 2.500 vagas de automóveis. Isso nem está mostrado no powerpoint, muito menos projeto (duvido que eles tenham).

    Depois de ganhar a licitação, foi retirado o rebaixamento dos veículos em frente do gasômetro, e dizem que foi a prefeitura quem pediu. E a novissima passarela nem está desenhada no powerpoint do Cais.

    E tem gente que acredita que existe shopping assim.

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  5. Na Estação das Docas em Belém tem estacionamento pra quem vai de carro, bicicletário para ciclistas, os restaurantes e as outras instalações estão na beira da água. Tem espaço para todo cidadão que quiser passear e andar livremente, tal qual o projeto daqui prevê.

    A Estação das Docas em Belém já está funcionando e muito bem, há 15 anos e é orgulho da cidade de Belém. Vale a pena ver no site:

    http://www.estacaodasdocas.com.br/

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  6. Já vi a Maria do Rosário e o Julio Flores caminhando no shopping.

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