Obras de revitalização da orla começam nesta terça-feira

Moradores e turistas poderão usufruir do parque 24 horas por dia   Foto: Divulgação/PMPA

Moradores e turistas poderão usufruir do parque 24 horas por dia   Foto: Divulgação/PMPA

O prefeito José Fortunati assina, nesta terça-feira, 6, às 10h, na Prainha do Gasômetro, a ordem de início das obras de revitalização da orla do Guaíba. O documento também será assinado pelos secretários do Gabinete de Desenvolvimento e Assuntos Especiais, Edemar Tutikian, de Obras e Viação, Mauro Zacher, do Meio Ambiente, Mauro Gomes de Moura, e de um representante do consórcio Orla Mais Alegre. Depois de pronto, o local, que passará a chamar-se Parque Urbano da Orla do Guaíba, poderá ser usufruído por moradores da cidade e turistas durante as 24 horas do dia, em função da nova iluminação e do sistema de segurança. A previsão é que as obras fiquem prontas em 18 meses.

Histórico – No início de setembro, foi assinado o contrato com o consórcio Orla Mais Alegre, que ofertou o menor preço e atendeu às exigências do edital de licitação, que continha mais de 5 mil itens. O consórcio é composto pelas empresas Procon Construções Indústria e Comércio, Sadenco – Sul Americana de Engenharia e Comércio Ltda, e SH Estruturas Metálicas.

parque-orla-guaiba-2Revitalização – Na primeira fase, o consórcio irá revitalizar cerca de 10 hectares, compreendendo 1.320 metros da beira do Guaíba, entre a Usina do Gasômetro e a Rótula das Cuias. Os recursos são provenientes do Banco de Desenvolvimento da América Latina – CAF (Corporação Andina de Fomento).

Serão construídas ciclovias e novos passeios, com iluminação em fibra ótica e lâmpadas LED. Ao longo do trecho, também serão colocados 47 postes inclinados com iluminação cênica de LED, criando atração turística. Também está previsto um ancoradouro para barcos de turismo e para o Cisne Branco, um restaurante e seis bares, quatro decks, duas quadras de vôlei, duas de futebol e duas academias ao ar livre, vestiário, playground, além de duas passarelas metálicas com jardim aquático. O restaurante e os bares serão envidraçados, permitindo a abertura total no verão.

Sobre os bares, serão construídos belvederes, em laje de concreto, no nível da avenida, funcionando como mirantes e áreas de estar. A Praça Júlio Mesquita também ganhará uma quadra de futebol em piso de concreto, um playground e um deck de madeira. Com foco na segurança de quem frequentar o parque, além da iluminação especial, será colocada uma central de segurança com a Guarda Municipal para videomonitoramento da região.

O projeto passou por avaliação do Tribunal de Contas do Estado e pela Promotoria de Justiça e Habitação e Defesa da Ordem Urbanística do Ministério Público do Rio Grande do Sul.

Prefeitura de Porto Alegre

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Categorias:Projeto de Revitalização da Orla

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4 respostas

  1. botar um madeirão na beira d’água, e uma calçada com um banhado imenso entre eles não vai me fazer ir nessa orla kkkk.
    Esse madeirão é no mesmo nível da água? ou os renders tão muito mal feitos ou o projeto é um lixo, logo vai encher de plantas/lixo em volta.
    Sem contar que essa grama vai virar areia rapidamente, com o tanto de gente passando por cima pra chegar até esse madeirão aí.. A incompetência nos projetos faz com que quase todos nossos parques não tenham grama, é grama na areia. Desse não parece ser diferente.

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  2. “Obras prontas em 18 meses”: leia-se uns 3 ou 4 anos. Vai ficar capenga, mal feito, e depois de pronto, nunca mais vai ter manutenção. Vai estar depredado em menos de um ano. Anotem aí.

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  3. É incrível e até mesmo inacreditável, Jaime Lerner presente em todos os projetos de ‘revitalização’ da cidade, sem concurso público – como se os projetos exigissem soluções mirabolantes ou fora do alcance dos profissionais daqui – contratado a peso de ouro por seu ‘notório saber’.

    Curiosamente membro do mesmo partido do atual prefeito e envolto em outros processos judiciais referentes à trambiques nestas contratações. Mas o básico é o seguinte: TODA e qualquer intervenção feita do dique em diante (onde está a avenida) ficará dias submerso quando numa cheia semelhante à ocorrida pouco mais de um mês atrás. Esses decks em madeira e instalações serão tragados pelas águas ou degradados em curto espaço de tempo…

    É o que deduzimos baseados nas imagens apresentadas.

    *** em tempo: o Parque Gigante, do Inter, foi construído com nível acima da cota da grande enchente de 1941, mesmo estando abaixo da avenida, que naquele ponto apresenta menos diferença de altura com relação à área em questão.

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