Ciclovia Iguatemi – Marinha à vista

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Jornal Metro – Porto Alegre  – 27/10/2015



Categorias:ciclovias

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25 respostas

  1. Que maravilha essa notícia. Vou poder ir de casa até o centro usando ciclovia. Nunca mais peguei a bike por medo desse trânsito caótico e mal educado, mas agora a coisa ficou melhor!
    Em tempo: essa associação de moradores não me representa (para usar a frase do momento).

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  2. meu deus, coitadas dessas árvores! Já tinham pouco espaço para inflitrar água e as raízes respirarem, mas agora não tem mais nada… Em poucos anos deverão morrer desta forma…

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    • Fernanda, que pensamento clichê. O benefício é muito maior que qualquer drama que as árvores possam sentir. Dá tempo ao tempo. Vais ver que elas vão continuar bem felizes ali.

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      • Fale isso quando elas começarem a cair com os temporais (e sim, tem que dar tempo ao tempo: elas vão levar uns 5 anos para começar a morrer). Poderiam ter feito com pavimento permeável. E quanto a benefícios, depende do ponto de vista: tem benefícios e tem malefícios também, só porque é ciclovia não quer dizer que seja 100% coisas positivas.

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  3. Piada de péssimo gosto uma ciclovia ali. Trânsito horrível, e mais, tem terreno acidentado, com LOMBA. Fora que do centro até ali é completamente inviável ir de bike, e até o marinha dá mais de 10km. Piada.

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    • 10km piada ? da pra fazer em 45 minutos sem muito preparo. Pra lombas já inventaram uma tecnologia inovadora, também aplicada em carros, chamada cambio!

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      • 45 minutos pedalando, no sol e verão de Poa, com lombas. Realmente, super viável, até vejo minha tia de 60 anos usando essa maravilhosa modalidade.

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      • Adriano, só porque voce acha que não é viável ou que é piada, não significa que não seja bom para o resto das pessoas. Engula essa ciclovia goela abaixo e fique na sua,. Se tu não gosta , deixa pra quem gosta. Voce é o tipico gaucho ranzinza contra TUDO né? Mesmo sabendo que qualquer cidade de primeiro mundo faria o mesmo, com lomba ou sem lomba, com calor ou sem calor. Saia desse quadrado mental.

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      • uma cidade de primeiro mundo iria fazer um estudo de demanda antes de fazer uma ciclovia, e seria bem possível que seria muito mais útil reservar uma pista exclusiva para ônibus no local.

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      • E eu não preciso “engolir” a ciclovia, eu preciso é ver estudos acerca da viabilidade das obras onde o parco dinheiro da prefeitura está sendo investido em um modal que é pouquíssimo usado.

        Passo diariamente nas ciclovias da Vasco e José do Patrocínio e nunca, repito, nunca tem ninguém andando nelas.

        Aliás, essa ciclovia da José do Patrocínio mostra como é errado fazer por fazer, ou melhor, para que os outros “engulam”. Ali passam inúmeras linhas de ônibus, e o que deveria ter sido feito é uma faixa exclusiva para o único transporte público de POA, e nao uma ciclovia que está sempre as moscas.

        O resto é utopia e paixonite por sua visão do mundo. Eu vejo fatos.

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      • cabe uma nova faixa de ônibus alí adriano?

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      • Ciclovias que ligam o nada a lugar nenhum (como é o caso das aqui da Capital) dificilmente terão movimentado elevada, mesmo. Talvez quando integrarem de fato vários pontos da cidade haja incremento da movimentação.

        No mais, investir em um modal não exclui investir em outro, sendo que ambos os modais em Porto Alegre são sucateados em favor do transporte individual. Portanto, vai destilar teu ódio às ciclovias em outro lugar, pois não são elas as culpadas pelo trânsito caótico da Capital.

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      • Ódio? Muito pelo contrário meu querido, onde tu vê ódio eu apenas reclamo racionalidade nas escolhas. Veja bem, apenas estou dizendo que, se o trânsito já é pesado no local, o mais obvio seria priorizar o transporte público e não ciclovias, ainda mais nesse trecho que é longe pra caramba do centro da cidade. Logo, mesmo que ela “ligue” a nilo ao centro eu me questiono quantas pessoas teriam condições físicas de encarar 10km de ida e 10km de volta todo santo dia, ainda com lomba (e bota lomba nisso) e calor.

        Muito melhor seria fazer a pista exclusiva na nilo para que o T7, por exemplo, chegasse mais rápido ao centro, e não no tempo de quase 1h que leva hoje, muito devido a tranqueira da Nilo.

        Agora, se você não consegue enxergar o óbvio, talvez o ódio que referes não venha exatamente do meu lado…..

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      • O mais óbvio é priorizar ambos os modais, pois ambos ajudam a desafogar o trânsito. O que tem que parar de ser priorizado é o transporte individual (característica notória da administração de Porto Alegre).

        As ciclovias não são as culpadas pelo trânsito caótico, como você quer insinuar.

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    • Tua tia de 60 anos deve ter ter problemas com sinaleiras de pedestre que não abrem nunca ou com o ônibus cheio de degraus. Se bem que com 60 anos tem muita gente fazendo exercícios com mais folego que guria de 20 que só anda de carro e de elevador comprando aqueles equipamentos polishop de fazer exercício deitado.

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    • Caro Adriano, respeito sua visão, mas, como disseste a outro leitor do blog, eu também vejo fatos, e os que vejo não estão bem de acordo com os seus. Se tiveres interesse, exponho abaixo porque discordo.

      1) Do Iguatemi até o Marinha são 8km pelo caminho da ciclovia, e lomba só na Nilo mesmo, pois na maior parte do trecho (Ipiranga-Santa Cecília-Neusa Brizola -Nilópolis) é praticamente plano. 8km de bicicleta é barbada, e tu vês até ciclistas subindo a Protásio no meio dos carros, que é uma subida pior que a Nilo e bem mais insalubre e perigosa (trecho da Mariante até a Palmeira costumo ver ciclistas).

      2) O fato da ciclovia ir do Iguatemi ao Marinha não quer dizer que todos vão usar toda sua extensão. É como dizer “que loucura construir uma estrada de 5 mil km, quem vai dirigir tudo isso?” Ela vai ser usada como uma rota de ligação que, como qualquer via, vai ser usada pelas pessoas no trecho que necessitarem.

      3) Sobre Vasco e José do Patrocínio, permita-me discordar da tua observação. Chega a ser uma piada de mau gosto dizer que não têm uso. Eu também passo ali todos os dias e nos finais da tarde a Vasco chega a ter bicicletas andando uma atrás da outra. Frequento a José do Patrocínio no horário de almoço e no início da noite e também vejo vários ciclistas. Estudo no Centro e conheço muita gente que se adaptou à lomba, ao calor, ao frio, isso é questão pessoal. O que dizer de cidades europeias como Copenhague, Amsterdam, Berlim, dentre outras, em que chove dia sim e outro também e inclusive pedala-se sob neve (quem quer, obviamente)? Berlim é capital de um dos países mais motorizados do mundo e com uma população apaixonada por carros e rica, fatores que no senso comum contrariariam o uso da bicicleta. No entanto, hoje, 15 a 18% da população da capital alemã usa bicicleta como principal meio de transporte, havendo dobrado o número de ciclistas nos últimos 10 anos. São valores muito, mas muito expressivos em termos de divisão modal urbana. Confirma-se a máxima: “construa ciclovias e eles aparecerão”, por uma razão análoga à que faz duplicações de avenidas em poucos anos esgotarem-se e voltarem a congestionar: o tráfego induzido que é gerado pela construção de infraestruturas de transportes (ciclovias incluídas).

      4) Quanto a corredor de ônibus, concordo que é o modal preferencial a se investir na cidade, mas não numa faixinha de 2m de largura em que em uma parte se está perdendo vagas de estacionamento (que sempre foram irregulares, pois é proibido estacionar em canteiros centrais) e em outra a ciclovia corre sobre o canteiro, um local por onde nunca passou carro nem ônibus.

      5) Ah, e antes que perguntes, eu não sou ciclista, nem esquerdista, apesar de ter bicicleta. Ando em geral de carro, e não vejo problema em perder mais alguns minutos dos diversos que já dispendo nos congestionamentos para que pessoas que estão dispostas a usar meios mais eficientes para a cidade e para si consigam fazer isso com um mínimo de segurança. Se eu notar uma melhora na segurança e no respeito, quem sabe não adoto também? Podes não querer para ti, mas a cidade é feita para todos, e os que discordam, assim como tu, não precisam usar a ciclovia. Vão continuar tendo grande parcela da área viária disponível hoje para os motorizados em geral.

      Apesar que não acho que perderemos tempo de deslocamento graças às ciclovias, pois nos últimos anos, pelo menos comigo, isso não aconteceu nos locais onde as citadas ciclovias foram instaladas. Bem pelo contrário, lembro de congestionamentos muito piores cerca de 5 anos atrás ou mais na Vasco, antes mesmo de estreitarem as faixas para construir a ciclovia. Lembro de ficar preso em congestionamentos que se perdiam de vista na Vasco. Fechava sinaleira e abria e não se andava. De alguns anos para cá, mesmo com a ciclovia, não tenho visto isso acontecer. Não quero dizer que a ciclovia foi a direta responsável pela melhoria que eu percebo, mas, a meu ver, não atrapalhou.

      Saudações.

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  4. Considero muito positiva esta ciclorrota. Mas como os moradores pediram, também acho que deve ser investido em transporte de massa na Nilo. Seria bom utilizar a mesma medida da Cavalhada, com faixa de ônibus no horário de pico.

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  5. Diferente da Cavalhada, onde passam mais de 20 linhas de ônibus, essa faixa de ônibus da Nilo que tão falando serviria pra três linhas só…

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  6. Ué, quando era com o Cais Mauá, reclamavam que ignoravam os moradores do Centro, já que é a área mais atingidas, agora a opinião dos moradores dos bairros que terão essa ciclovia não podem reclamar?
    hahahaha

    De qualquer maneira, acho que vai ser a ciclovia mais movimentada de Poa, lembrando que ninguém é obrigado a ir até o final dela pra usar.
    hahaha

    Se o Iguatemi por um local para guardar as bikes, tenho certeza de que vai ter bastante uso, as pessoas não vão precisar pagar estacionamento, ou ir a pé/bus, basta pegar a bike e chegar em poucos minutos.

    Tem também algumas praças e parques na região pra aproveitar.

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  7. só fazem besteira, quanta gente incompetente.

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  8. E o grupo zaffari quando vai se mexer para finalizar a ciclovia da ipiranga será? E a promessa de ter ela terminada esse ano? Tenho vários colegas de trabalho (7 colegas) que começaram a usar a bicicleta por causa da ciclovia da ipiranga, mas não se sentem completamente seguros para andar nas avenidas e andam sobre trechos improvisados de ciclovia, podendo estar se arriscando ainda mais.

    http://zh.clicrbs.com.br/rs/porto-alegre/pelas-ruas/noticia/2015/11/com-apenas-28-km-de-faixas-exclusivas-porto-alegre-ve-surgir-ciclovias-improvisadas-4899159.html

    Vejo os movimentos que lutam por mais ciclovias parados enquanto poderiam estar colocando pressão na prefeitura ou nessa empresa que tira altos lucos com seus empreendimentos, porém demora para dar o retorno quando cobrada.

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  9. Também ando procurando notícias sobre a finalização da ciclovia da Ipiranga. As últimas que encontrei dizem que o último trecho estaria pronto ainda em 2015, mas até agora nada. Moro perto da encol e acho que com a ciclovia da Santa Cecília ligando a Nilo à Ipiranga o modal vai receber um incremento significativo de usuários. Alguém sabe de algo?

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