Tarifa do aeromóvel equivaleria a R$ 4,85

aeromovel

Jornal Metro – Porto Alegre – 10/12/2015



Categorias:Aeromóvel

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29 respostas

  1. Se computarmos o custo de uma lotação, ônibus ou táxi ocupando espaço na via e gerando engarrafamento e o fato do Aeromóvel não estar sujeito a engarrafamento, sinaleiras, rotatórias, preferenciais… Sai muito em conta! E o custo do tempo perdido na vida das pessoas e consequentemente para a economia?

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    • Concordo contigo.
      Mas provavelmente, os donos dos outros modais de transporte, visto que perderão o nicho ocupado pelo aeromóvel, irão colocar alguma forma de pressão na prefeitura. Aí sabemos que irão enrolar, como estão há mais de 20 anos.

      Aproveitando o tópico:
      Sabem a quantas anda a licitação de concessão do transporte público (vulgo Cartel Capellari), como o início de operação, custo, implementação de novos carros…?

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    • Mais, ponha na conta o fato de o aeromóvel o fato de ser menos suscetível ao fator humano. O ônibus por exemplo, várias vezes já sai atrasado porque a tripulação ficou tomando café no terminal. Em transportes sobre trilhos tudo é monitorado por uma central e o condutor não tem como sair do caminho ou trapacear. Não dá pra por a placa “recolhe” ou “expresso” e sair vazio ultrapassando todo mundo até o centro.

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  2. 500 milhões é mixaria. Não da pra entender como um projeto desses não sai do papel.
    E não ter nada ou ter um transporte que cobre R$ 4,95, fico com a segunda.

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  3. Vocês estão achando mixaria, mas se trata de R$ 500 milhões apenas do centro ao Barra Shopping. Provavelmente apenas 0,0001% da população seria beneficiada nesse trajeto, sem falar que essa área não sofre com problemas de congestionamento depois da duplicação da Beira Rio e Padre Cacique. Pra mim esse dinheiro poderia ser melhor empregado num BRT passando pela Vicente Monteggia atá o Barra Shopping, por exemplo, e ainda sobraria dinheiro.

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    • Aproveitando que estamos falando sobre aquela região, será que os críticos contumazes da Prefeitura se deram conta que acabaram os alagamentos na Padre Cacique depois que a mesma foi duplicada?

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  4. eu usaria… deixaria o carro ou bicicleta no barra e pegaria aeromóvel para ir pro centro…

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  5. Hmmm, interessante como sinalizam que existiria a possibilidade de fazer sobre a Av. Ipiranga. Por mim, o primeiríssimo traçado seria só por ela (sem essa bifurcação do desenho), indo pelo menos até a PUC.

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  6. E esse custo por km (±R$ 50 milhões) tá excelente, espero que seja realmente possível

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    • É possível sim. O aeromóvel do aeroporto saiu uns 40 milhões o km e cheio de curva. Lembrando q duas vias não duplica o preço, pois só o que muda é o duto, o resto é exatamente o mesmo.

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      • É só aumentar o tamanho da viga pra suportar os 2 dutos, de resto é exatamente a mesma coisa.

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  7. Eu tenho uma duvida atroz ,se o Aeromovel fosse uma solução para o transporte de massas porque ele nao é utilizado em outras partes do mundo ?comparar o pequeno trecho operacional no aeroporto com uma linha de longa distância é infantilidade.O preço pelo trecho é caro ,mas como o povo gosta de novidade ,talvez dê certo como atração turistica;

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    • Exatamente, Aeromóvel é uma bobagem, mania de brasileiro de querer soluções altamente tecnológicas para problemas simples. O BRT está sendo implantado no mundo todo com sucesso, essa é a melhor solução para transporte de massa em regiões urbanas.

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      • Acho que justamente por estarmos no Brasil é que 500 milhões muito pouco. Temos recodes de burocracia, gargalos logísticos, uma infinidade de licenças e uma massa gigantesca de “administradores” (políticos) para sustentar.

        Qualquer outra solução que você venha a imaginar, no Brasil é muito mais caro e complicado. O próprio BRT q vc cita, aqui em Porto Alegre é uma obra da Copa está a passos de tartaruga reumática. E quando sair vai ser só um ônibus num corredor.

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      • Respondi no lugar errado, mas dá para entender pelo contexto.

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    • @Renato

      A tecnologia é patenteada pela Coester, teria que pagar royalties para seu uso, coisa que os países desenvolvidos não são muito chegados a fazer. Além disso, que país vai querer investir em uma tecnologia rejeitada pelo próprio país de origem?

      Não se pode avaliar se o aeromóvel é viável para transporte em massa, pois até hoje não foram feitos testes neste sentido (o do Gasômetro foi paralisado com o argumento super fundamentado e técnico de que “era um sonho de gaúcho”). Tal avaliação será possível quando estiverem operacionais as linhas planejadas para Canoas (e eu tenho certeza que vão vingar).

      @Régis

      Na sua opinião, a melhor solução para transporte de massas é o BRT, algo mais suscetível a erro humano e sujeito a paralisar por causa de greves (afinal, depende de motorista), poluente, mais sujeito a quebras devido ao estado das vias, mais sujeito a problemas climáticos e cuja manutenção é muito mais dispendiosa? Deve ser por isso que a maior parte dos países desenvolvidos adota este sistema (metrô? Bobagem, tecnológico demais. SQN).

      A síndrome de vira-lata continua em dia.

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      • Cara, cai na real. R$ 500 milhões para um país como o Brasil é um custo muito excessivo pra um transporte tão limitado. Sabe qual o custo de duplicar toda a RS-287 até Santa Maria? R$ 300 milhões, qua com certeza beneficiariam infinitamente mais pessoas

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      • Por que você diz que é limitado? Em vários países desenvolvidos há sistemas similares (monotrilho, VLT etc.) utilizados para transporte de massa. A única diferença é que o aeromóvel ainda não foi testado neste sentido (por pura coitadice interna e medo de peitar o cartel da ATP).

        A solução pra você é continuar com a solução retrógrada de priorizar o transporte rodoviário, contrariando o que ocorre em todo o mundo desenvolvido? Desculpe, mas isso acaba emperrando todo o país (só ver o caos ocorrido recentemente nas greves dos rodoviários).

        E você cita o custo para duplicação da rodovia em questão como trunfo, igonorando todo o custo de manutenção das rodovias, de manutenção dos veículos, da possibilidade de acidentes. Transporte sobre trilhos tem um custo de manutenção bem mais baixo, os veículos tradicionalmente apresentam uma vida útil maior, e o risco de acidentes é infinitamente menor, pois o sistema é menos sujeito a erro humano.

        Só ver o custo da implantação do pseudo-BRT aqui em Porto Alegre. Creio que, entre construção e reforma dos “corredores”, já gastaram mais que a previsão de custos pro projeto do aeromóvel.

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  8. Só eu acho o aeromóvel uma poluição visual? Esse trecho não taparia o museu? Não se criaria um outro obstaculo, visual nem q seja, para o Guaíba? E concordo qdo falam que as pessoas usariam pouco esse trecho. É só ver os corredores da Pde Cacique nessa região: comparando com demais corredores da cidade, estão sempre vazios.

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    • Eu concordo que o trajeto especificado não é o mais adequado. Pra mim o aeromóvel deveria ir pela Azenha (onde há maior densidade populacional e menos atrativos visuais), e seguir por aí até a Zona Sul.

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    • Só pessoas retrógradas acham que o aeromovel é poluição visual. Este tipo de transporte ou outros similares são usados em dezenas de países. Porque sempre falam em poluição visual aqui na província??? Ao meu ver é um enfeite para a cidade.

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    • Acho uma fila de ônibus e carros uma poluição visual muito maior.

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  9. Valor justo!

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  10. Agora que li ‘mal vista concorrencia com BRT e Metro”, mas vem cá, alguem em sua sã consciencia, acredita em BRT e Metro aqui???? O BRT nada mais vai ser que o onibus articulado que nem o T11. E como sempre, o maldito nome “concorrencia”, na decada de 80, foi dada a ideia de ligar o mercado publico com a puc pelo aeromovel, as empresas (Carris) e a prefeitura, foram contra, por que será ne? Agora de novo o mesmo “probleminha”. Essa cidade é contra concorrencia, exemplo o UBER.

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    • Apesar de, no caso específico, concorrência significar manutenção da panelinha da ATP, concordo no ponto de transporte de massa não ser algo no qual caiba concorrência, mas sim cooperação entre os modais.

      Nada contra haver lotações ou ônibus executivos com trajetos paralelos ao transporte “de linha”, para um público seletivo, mas para o transporte de massa a situação é diferente.

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  11. Sim, se a via é feita para metro ou aeromovel eles chamam de “subsidio”, já os viadutos são “investimento”. Bota 10% do custo das obras da copa na passagem da lotação e vê o que acontece.

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