Protesto contra aumento da tarifa de ônibus percorre ruas centrais de Porto Alegre

Manifestação do Bloco de Luta ocorreu no mesmo dia que novo valor entrou em vigor na Capital

Movimento começou na frente da Prefeitura e percorreu principais vias da cidade | Foto: Mauro Schaefer

Movimento começou na frente da Prefeitura e percorreu principais vias da cidade | Foto: Mauro Schaefer

No dia em que a nova tarifa de ônibus começou a vigorar em Porto Alegre, pelo menos 1,2 mil pessoas (de acordo com a Brigada Militar – 5 mil, segundo o Bloco de Luta pelo Transporte Público) protestaram contra o aumento das passagens, que passou de R$ 3,25 para R$ 3,75. Além de integrantes do Bloco, movimentos sociais também participaram de uma caminhada que saiu da frente da Prefeitura que seguiu até o Largo Zumbi dos Palmares, passando pelas principais ruas centrais. Manifestação terminou por volta das 20h15min.

Ainda na frente da Prefeitura, no final da tarde, manifestantes gritaram palavras de ordem contra o Prefeito José Fortunati e convocavam a população a se juntar ao grupo para o protesto. Eles ainda queimaram uma catraca figurativa demonstrando a revolta em relação ao novo valor que entrou em vigor nesta segunda. A Brigada Militar se manteve afastada, mas acompanhou o ato.

• PSol protocola ação para suspender aumento da tarifa dos ônibus

Os manifestantes passaram por pontos em que se concentra um maior movimento de pessoas e veículos devido ao fim de expediente, mas em nenhum momento ocorreram confusões ou depredações. Depois de partiram da frente da Prefeitura, eles seguiram por vias como Júlio de Castilhos, Rua da Conceição, onde pararam na entrada do túnel, avenida Salgado Filho e Borges de Medeiros, onde voltaram a parar no viaduto e cantar palavras de ordem contra a prefeitura e contra as empresas de ônibus. Na sequência, entraram Demétrio Ribeiro e voltaram a parar no cruzamento da avenida Loureiro da Silva com a José do Patrocínio. A manifestação terminou no Largo Zumbi dos Palmares.

Durante o trajeto, diversas linhas de ônibus não circularam no centro de Porto Alegre – situação que começou a ser normalizada por volta das 20h10min, segundo a Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC). Não houve registro de tumultos e confusões.

* Com informações dos repórteres do Correio do Povo e Rádio Guaíba Carmelito Bifano e Samantha Kelin 

Correio do Povo



Categorias:Ônibus

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33 respostas

  1. Não tem como mudar esta situação o peço é alto porque a logica do sistema visa privilegiar alguns em detrimento de quem paga a tarifa,não adianta nada mudar cor de onibus e continuar com a mesma maneira burra de rodar com eles nos corredores,vai continuar os atrasos os entupimentos e assim por diante,eu me lembro que quando retiraram os viamão de lá perto da praça da alfandega para embelezar o local enfiaram na voluntarios com a Cel. Vicente para atyravancar mais o caminho ai eu ouvi de alguem já tentaram mudar o lugar,mas por influencia politica ficou onde esta. Talvez isto se deva a que há muito tempo o paço municipal esteja sendo controlado pelo populismo PT/PDT e os aproveitadores do PMDB,desse mato infelizmente só vai sair perfumaria e enrolação.

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    • Só um pouquinho, o antigo prefeito (Fogaça, lembra???!) foi eleito pelo PMDB!!!
      E a culpa é do PT????

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  2. Minha sugestão é reduzir o número da paradas de ônibus. Elas são muito próximas! Às vezes o motorista não passa a terceira marcha e já tem que parar novamente. Isso aumenta o tempo de viagem, atrapalha o trânsito e aumenta o custo da operação dos ônibus (diesel, freios, pneus, câmbio, etc).

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    • Pelo visto você não anda de ônibus… porque se andasse, com certeza não ia gostar de descer bem longe do seu local.

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      • Se a viagem fosse mais rápida, mesmo que seja um ganho de 5 ou 10 minutos e com uma passagem mais barata, eu não me importaria de andar 100, 200 ou 300 metros a mais.

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    • Concordo. Onde eu moro há uma parada por quadra. Não vai cair a minha perna se eu andar 50m a mais e isso ajudaria umas 30 pessoas, na média, que descem nas paradas depois da minha.

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  3. Que o valor é caro ninguém discorda. A questão é que, estranhamente, esses movimentos enchem a boca pra reclamar do aumento da tarifa e “esquecem” questões como o aumento absurdo da gasolina e da inflação, que certamente contribuem para o aumento do preço das passagens. Me parece muito mais um ato político e ideológico.

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    • E o é!

      Porém não desmerece o protesto.

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    • Mas claro, reclamar do preço do combustível é o mesmo que protestar contra quem financia o protesto deles, nesse caso não vale.
      Lembrando, as eleições estão chegando, e manchar a imagem de quem ta na prefeitura é muito importante pra melhorar a boquinha deles.

      haha

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      • Claro… como se a população precisasse manchar AINDA MAIS a imagem de quem está na prefeitura!
        Fala sério, que administração ridícula temos em Porto Alegre!

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  4. João tem gente que ainda acredita que o pré-sal vai salvar o Brasil,quem esta ferrando a economia esta lá em Brasilia,torraram o FGTS rasparam a poupança das pessoas com emprestimos para financiamento de imoveis que num futuro proximo vão virar mico e inadimplência.É a inflação cada vez maior,quem pode repassar seus custos repassa quem não pode come pasto e realmente a manifestação é um ato politico e ideologico ,eu já estou velho para isso,mas tirando a violencia ainda bem que ainda existem pessoas dispostas a fazer isto.

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  5. A proposito o consorcio da zona norte se chama MOB procura la no dicionário de ingles e ve o que significa esta palavra.

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  6. Protestar contra o combustível mais caro do mundo não vão né… Protestar contra o roubo da Petrobrás que deu nisso não vão né… Vão lá pedir a estatização total do sistema para o partido deles poder roubar mais.
    Protestar contra a utilização de cobrador em pleno século 21 não vão né… Vão lá ajudar nas manifestações se algum for demitido…
    Protestar contra a absurda quantidade de isenções não vão né… Ops! todo mundo ali deve ter isenção e não paga a tarifa cheia…
    Bando de parasitas!

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    • Mais caro do mundo??
      Bobagem… leia mais, e sugestão, visite a Finlândia, o Japão, entre outros para parar de repetir bobagem, ou pode mesmo usar o google, está valendo, verás que está repetindo uma falácia.

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      • O combustível no Brasil está sim entre os mais caros do mundo levando em consideração a comparação de poder aquisitivo.

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  7. Acho que quem quer protestar pelo combustivel pode fazer o seu proprio protesto em vez de ficar criticando o protesto alheio.

    Vale lembrar que quem fez o protesto foi o “bloco de lutas por transporte publico” nao o “bloco de lutas pela gasolina barata e inflaçao controlada”

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    • Cara, teu comentário é inútil. Ninguém disse que eles não poderiam fazer o protesto que quisessem. Foi feito um crítica ao conteúdo do protesto, o que, assim como o protesto, é permitido pela Constituição Federal. Eles protestam contra o aumento da tarifa, mas não sobre as causas do aumento, demonstrando, no mínimo, uma visão burra sobre o assunto, para não dizer coisa pior sobre o caráter do protesto e dos protestantes.

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    • Acontece amigo, que o transporte público ainda é movido à combustível, e mesmo que fosse elétrico, a luz também está mais cara e interfere também no custo de manutenção da frota. Esses dois itens estão mais caros, e o Bloco de lutas por transporte público certamente deve saber que isso influencia no preço da passagem, ou acredita que woompa loompas pedalam sob o soalho do ônibus para que ele ande. Deveriam ter começado protestos quando estes dois aumentaram, teria sido mais efetivo do que protestar agora, que tudo está mais caro. Não quiseram cortar o mal pela raiz e agora estão fazendo papéis de palhaços.

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  8. O pessoal gosta de jogar toda a culpa dessa situação nos isentos, comprando o discurso da mídia e da prefeitura. O problema é que isso simplesmente não condiz com a realidade. Os números apresentados (os famosos “30%+ dos passageiros são isentos”) são uma grande maquiagem, pois a partir do início do sistema de bilhetagem eletrônica, passou a se contar os usuários fazendo baldeação para o segundo ônibus como isentos! Isso é uma grande fraude, um embuste gigantesco, onde uma ideia básica de justiça tarifária (i.e. não cobrar a segunda passagem do coitado do passageiro que já tem que sofrer com a baldeação) é utilizada pra jogar o povo contra o povo.

    Não acredita no que eu digo? Pois bem, vejam a tabela de indicadores do sistema que a prefeitura emitiu no ano passado (i.e. incluindo dados de 2014 para trás).

    Percebam, se começarmos a falar em VIAGENS, e não em giros de roleta, nós temos 15.7M de viagens que pagam tarifa integral em um mês; depois, temos 2.1M de viagens com tarifa escolar (50%); depois, 400K integrações com metro (pagam 90%) e, por fim, 333K viagens gratuitas. Então, em um universo de 18M de viagens, menos de 3M desfrutam de alguma forma de isenção. 3M/18M =  16%.

    Quer saber MESMO porque a tarifa está aumentando? Olha o resto da planilha. Perceba que o número total de passageiros está DIMINUINDO ano após ano. Como é possível isso? Ora, em um mundo onde o governo dá isenções de IPI de um lado, faz obras faraônicas para carro do outro, é fácil de entender. Em um mundo onde a organização do sistema de ônibus é pífia e cada vez “mais pior”, é loucura achar que o oposto aconteceria?

    A maior manifestação de como a situação cada vez mais está piorando é o resultado do índice passageiro-quilômetro. Observem nessa <a href=”http://lproweb.procempa.com.br/pmpa/prefpoa/eptc/usu_doc/media_mensal_de_ipk_equivalente.pdf>série histórica que o dito índice caiu 17% em um período de 10 anos, o que representa o que eu venho informando: os ônibus de Porto Alegre têm a lotação cada vez mais fragmentada e subaproveitada, diminuindo cada vez mais a qualidade do serviço e afastando cada vez mais o passageiro, e o maior motivo disso é a patente falta de organização e superposição de linhas. Há soluções pra isso, como o plano de reorganização que foi apresentado pela Metroplan, mas vocês sabem o que a prefeitura fez em relação a ele né? Sentou em cima, abafou, porque esse plano não serve aos “interésses”, e nem permite a roubalheiras mil por não prever praticamente nenhuma obra.

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    • Poha cara, esse texto deveria estar estampado em todos os jornais!

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    • Mobus, eu reconheço que tu entende mais de transporte do que eu, contudo tu comete um erro, não sei se de propósito ou não, nessa avaliação. Primeiro concordo que o sistema é desorganizado e ineficiente, o que obviamente aumenta seu custo. Concordo também que essa prefeitura é no mínimo incompetente, se não for desonestidade mesmo, porque faz 12 anos que promete um sistema BRT – uma concepção que tem mais de 40 anos de uso e experiência acumulada – e até agora não conseguiu nem acabar a recapagem com concreto dos corredores. E ainda sai por aí fazendo um monte de obra estúpida em vez de privilegiar a reorganização do transporte público. As obras da terceira perimetral e a avenida tronco não deveriam sair antes da mudança do sistema.
      Agora falar em “justiça tarifária” (expressão à moda do Bloco de Lutas, Argh!). O que que é essa justiça? Tu pode explicar? Isso aí é um populismo. Foi o que a prefeitura fez e o que tu está defendendo. Não poderiam ter implantado a segunda passagem grátis, dentro desse modelo de transporte. Ele não foi feito pensando em baldeação. Todas as linhas tem trajetos longos e foram planejadas para levar as pessoas até seu destino final. A segundo passagem grátis é justa dentro de um modelo BRT – eu sei que tu sabe disso -, em que haja linhas trocais (longas e com ônibus grandes) e linhas alimentadoras (curtas e com ônibus menores), otimizando o custo das duas.

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      • Leonardo,

        Não procede a afirmação de que o sistema de linhas portoalegrense foi projetado para prover viagens ponto-a-ponto sem baldeação. O sistema claramente é orientado a cobrir todas as viagens da cidade(*) com zero ou uma baldeações, e isso é um fato que pode ser facilmente verificado na prática. Desde que eu comecei a andar de ônibus quando piá eu soube: é garantido que você vai com um ônibus só até o centro (e bairros no caminho); outros bairros talvez tenha um T te servindo; se não tiver T, uma baldeação no centro sempre vai ser necessária. Pode fazer aí várias combinações de origem-destino, essa premissa é certeira.

        Como sabemos, até 2011, o usuário que era obrigado a fazer baldeação tinha que pagar duas passagens. Com isso, um usuário poderia ser requerido pagar o dobro que outro, pelo simples azar de, na sua viagem, ter girado duas roletas. É disso que falo quando falo em injustiça tarifária: porque cobrar a passagem em função do número de vezes que o passageiro girou a roleta? A roleta por acaso “gasta” a cada girada? Não, certo? O que o passageiro gasta, no fim das contas, é um determinado espaço no ônibus (assento ou em pé) por um determinado período de tempo!

        Para ilustrar, vou usar dois exemplos pessoais de coisas esdrúxulas que esse sistema causava, da época que eu morava do lado do Shopping Praia de Belas (que, pra constar, era/é um lugar muito bem servido de ônibus):

        1) para ir à Universidade (Campus do Vale), eu tinha duas opções:
        a) pegar o Agronomia na Ipiranga em direção ao centro e fazer o caminho completo da linha
        b) pegar o T-1 até a PUC e lá trocar para o D-43

        2) para ir ao meu emprego antigo (atrás dos bombeiros da Cristóvão):
        a) pegar o T-5 na Praça Itália e descer na Cristóvão
        b) pegar o 178 até a Rua Uruguai e um farrapos-que-vai-pra-sertório qualquer no mercado

        Em AMBOS os casos, a opção com baldeação era significativamente mais rápida – às vezes caindo de 40 para 25 minutos dependendo do horário. Mas custava o dobro. Eu ocupava um recurso por menos tempo, mas pagava o dobro simplesmente por ter girado a roleta duas vezes. Eu tenho certeza que há muitas outras instâncias desse problema e nisso pra mim residia a injustiça tarifária. Mas a injustiça tarifária não reside só nesses casos: reside também nas situações onde o indivíduo simplesmente “deu o azar” de morar no lugar errado e ser obrigado a pegar dois ônibus.

        Não é à toa que praticamente todas as grandes cidades desenvolvidas migraram o mais cedo que puderam para sistemas integrados de tarifação – muitas antes mesmo de ter tecnologias de cartão RFID disponíveis. Em 2007 eu estive em Gotemburgo, na Suécia, e lá uma máquina imprimia o horário de ingresso no primeiro ônibus para marcar o início da sua viagem (que podia durar até 90min em qualquer meio de transporte); pelo que entendi esse sistema estava lá fazia muito tempo, e era uma rede de transportes não muito diferente da nossa (apesar de que tinha bondes).

        Em resumo: o que você está atribuindo a populismo, para mim é simplesmente o mais justo: o passageiro não está fazendo uma segunda viagem quando ele baldeia, e sim apenas está completando sua viagem. Todo trabalhador faz uma viagem para ir pro trabalho e uma viagem para voltar para casa, e o preço dessa viagem é igual pra todo trabalhador. Estudante é metade. Pronto, sistema moderno como em praticamente todas as cidades decentes.


        Porto Alegre errou em vários aspectos com essa migração para o sistema TRI:
        1) não demitiu os cobradores, como praticamente todas as grandes cidades do mundo, e estamos há 8 anos pagando salário para um cara te olhar passar um cartão, quando podíamos ter demitidos todos com um indenização bem gorda ou verba pra retreinamento. Sério, se como contraponto de acabar com tua profissão e te indenizassem uns 5 ou 6 anos de salário, tu não aceitaria?
        2) não vetou o pagamento em dinheiro, que teria tornado a viagem muito mais ágil e permitiria a dispensa do cobrador (e.g. Santiago do Chile);
        3) não tornou a aquisição do cartão simples (sério, 7 dias?), como é no RJ, SP e outras;
        4) não adotou a segunda-viagem-grátis imediatamente (os três primeiros anos era 50%) – em SP é 4 viagens se não me engano!
        5) não se coordenou com a RMPA para adotar um sistema único, resultando em 4 sistemas diferentes
        6) não se coordenou com a RMPA para usar degraus tarifários, com o resultado que é mais caro ir do Parque dos Maias para o centro de alvorada (2km) do que para o centro de Porto Alegre (10km).
        7) não aproveitou pra reorganizar minimamente as linhas e otimizar os corredores, coisa que dava pra fazer com meia dúzia de obras mínimas, nem precisaria de toda a parafernália do BRT.

        Se Porto Alegre tivesse feito tudo isso nesses últimos 8 anos, a passagem tranquilamente poderia ser algo como R$ 2 hoje. Não tô chutando esse número, tá nos cálculos do Alex Panato em cima da própria planilha oficial – vale a pena ler o blog dele

        Enfim, é por isso que eu não voto de maneira alguma no candidato que for apresentado pelo partido do Fortunatti-inaugurador-de-lixeiras.

        (*) excluindo o caso do serviço no extremo sul da cidade, que usa linhas alimentadoras e, portanto, introduz mais uma baldeação para alguns poucos passageiros.

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  9. A discrepancia entre os indices de inflaçao e o aumento da passagem então tem haver com o aumento do vt e nao com a famosa mafia do transporte que com licitação ou sem continuam as mesmas empresas nas mesmas áreas fazendo o que bem entendem, é isso produção?

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  10. Eu formei o “Bloco de Lutas para que chova Nutella”. Se não chover potes de Nutella pelo menos uma vez por mês vou sair por aí quebrando tudo! E viva o socialismo!

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    • houve quebra quebra no ultimo protesto? desculpe nao li isso na noticia, nem vi nos noticiarios, em fim, pode quebrar o que quiser se este é seu desejo, mas lembre que a lei se aplica.

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      • Se o Sr. quer exemplificar TODA a atuação desses bandidos do tal “Bloco de Lutas” pelo último protesto, tudo bem. Foi a exceção que justificou a regra.
        Mas o importante é que o Sr. falou sobre a lei. Essa lei burguesa? Essa lei daz’Elites? Essa lei que impede que um coletivo honesto, democrático e participativo possa pedir O MÍNIMO, O QUE É JUSTO? PORQUE O SENHOR NÃO GOSTA DE NUTELLA? ISSO É PRECONCEITO!!!!
        O SENHOR É HOMOFÓBICO, NUTELLOFÓBICO E DEFENSOR DA DITADURA!!!

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  11. Protestar contra aumento de passagem é midiático, sai na imprensa. A inflação em quase 2% ao mês e esses caras só vêem o preço do ônibus. Quando o diesel sobe ninguém reclama. Quem trabalha ganha vale transporte, coisas que esses filhinhos de papai não sabem o que é. Já a luz, comida, combustível, serviços eu e quase td mundo paga do seu bolso. E esses grupinhos não protestam.

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  12. 3,25 R$ para 3,75 R$ significa 15 % de aumento, mais que a inflação, e 5 centavos para facilitar o troco. Os manifestantes tem que fechar a prefeitura, não entra e não sai, manifestação fraquinha. Os prefeitos nem estão ai pelo aumento da passagem. Grande esquema $$$ trens, metrôs e busão, com possibilidade de desvios….

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  13. Vamos combater o mosquito Aedes com misseis termonucleares.

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  14. OLha eu não tenho muito conhecimento destes indices e coisa e tal,mas pela minha idade sei muito bem como mudou o sistema de transporte coletivo aqui em Porto Alegre,alias só uso para trabalhar se tiver que fazer compras at´e um raio de tres quilometros eu vou a pé,faça chuva ou sol.Quando foi implementado os corredores aqui em Porto Alegre na época do Villela eles só serviram para uma coisa colocar um onibus atrás do outro em fila indiana,foi uma copia mal-feita de Curitiba,o que seria uma coisa inteligente foi o da Bento que foi destruido pela propria população analfabeta,microcefala.O que dizer do corredor da av.Sertório destruido ou do mastodonte mal-feito do triangulo.Falo das coisas mais perto de onde moro o resto eu não sei como esta, pois não gosto de circular por esta cidade.Quem foram os mentores deste quadro,o desperdicio de dinheiro publico em terminais como aquele do lado mercado publico que é uma latrina a céu aberto uma sujeira.É obvio que as pessoas gastam mais e as vezes sofrem mais no transito para evitar esta situação.Os governos populistas PT/PDT não estão nem ai eles estudaram a psicologia popular da nossa população e sabem que muitas pessoas são gado são tocadas para onde der,dá bolsa-familia,bolsa merenda,bolsa funk e eles reclamam e ficam quieto e as que não são asssim e pensam ,procuram soluções individuais é o verdadeiro cada um por si . Mas de qualquer forma mesmo as pessoas tendo ideias discordantes vale a pena ter este canal aberto,é o espirito do iluminismo,discordo de voces mas defenderei ate a morte o direito de voces falarem.

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  15. Obviamente, há muito falso humanistas no meio, até liderando protestos, para piderem vontgolar os movimentos populsres e seguirem praticando o mal. Usam o estado de letargia, e a H.E.M. – Hipnose em Massa, realizada com técnicas de marketing de 3ª geração, para induzir falsas crenças e subverter os valores e implantar a ditadura comunista! São 4 as estratégias facilitadoras a hipnose coletiva, conheça-as: 1º. O estado de pré-pânico induzido pela política terrorista do medo: https://vimeo.com/152180430 2º. O estado de pré-ódio criado pela política de apartheid acabando com a identidade entre os cidadãos, dividindo a população em grupos opostos e jogando uns contra os outros enquanto incentiva o egocentrismo. O ódio disfarça a falta de fundamento do “falso-humanismo” https://youtu.be/_xy-EDWaMwU 3º. O estado de pré-torpor criado pela teia de paradoxos como (exemplos): 3.1. Indução ao consumismo desenfreado sem o povo dispor de recursos devido aos impostos extorsivos sem retorno em serviços públicos http://bit.ly/impostosEscravidao 3.2. i-Mobilidade urbana desperdiçando cada vez mais tempo de vida no trânsito contrariando a percepção óbvia de, a0 avançar a tecnologia, a vida deveria ficar mais fácil http://bit.ly/imobilidade 3.3. i-Mobilidade agravada pela repressão ao happy hour (lei seca), ao uso do celular ao volante e demais contradições das regras de trânsito exigindo uso do cinto de segurança mesmo ao se deslocar uma quadra a 10 km/h enquanto permite ônibus trafegarem com passageiros em pé sem segurança alguma. 3.4. A sexualidade exacerbada em um ambiente de promiscuidade onde os riscos tornam temerário o interagir. Quem possui parceiro, também é refreado pelo estresse. O desejo amplificado embora a satisfação seja dificultada ampliam a ansiedade. 3.5. Insegurança embora as tecnologias cada vez mais baratas de monitoramento por rede de câmeras e fiscalização por drones vigilantes com teaser acionados de uma central de monitoramento permitam acabar com praticamente toda a violência na área pública urbana. 3.6. Embora incumba-lhe o dever de garantir a segurança e a paz social, o governo terrorista promove a criminalidade mediante políticas desumanas de defesa dos bandidos e de abandono das vítimas ampliando a desordem, a ilicitude e injustiça.

    4º. A política de saúde pública terrorista transgênica e tóxica reduzindo a capacidade intelectual da população http://bit.ly/fluor-envenena Com tanta coisa errada, a capacidade cognitiva e de mobilização do povo é reduzida. As pessoas acham “normal” não querer pensar nessas incomodações e se deixa levar pelas distrações porque está aprisionando no holograma da hipnose de massa.

    Isso tem saída? Sim! Basta cada pessoa consciente começar a interagir – um a um – com os hipnotizados aproveitando (ou provocando!) encontros casuais: na fila do supermercado, na saída do culto, na entrada dos hospitais, etc. Para conseguir retirar uma pessoa desse estado de torpor é necessário o contato pessoal.

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