Cisne Branco é rebocado para estaleiro em São Jerônimo

Após ter sofrido avarias com temporal de janeiro, embarcação será restaurada

 Após ter sofrido avarias com temporal de janeiro, embarcação será restaurada | Foto: Samuel Maciel


Após ter sofrido avarias com temporal de janeiro, embarcação será restaurada | Foto: Samuel Maciel

Depois de mais de dois meses do temporal que atingiu o barco Cisne Branco que virou no Guaíba, a embarcação voltou a navegar na manhã desta segunda-feira. Ao invés do passeio turístico, o barco seguiu em direção ao estaleiro Lacel, em São Jerônimo, onde passará por restauração.

A proprietária do Cisne Branco, Adriane Hilbig, que acompanhou o início do deslocamento do barco, informou que as atividades serão retomadas em 27 de setembro, Dia Mundial do Turismo. O Cisne Branco voltou a flutuar no dia 27 de março depois de permanecer 58 dias virado no Guaíba em decorrência do temporal, com ventos de aproximadamente 120km/h, que atingiram Porto Alegre no dia 29 de janeiro.

Como o casco da embarcação não foi comprometido a reconstrução do barco, segundo Adriane, será mais rápida. A estimativa é que sejam gastos cerca de R$ 1,5 milhão na recuperação do Cisne Branco. “Os trabalhos deverão ter duração de seis meses e queremos colocar o barco em atividade no Guaíba no mês de setembro”, explicou a proprietária. Na primeira semana da nova etapa do barco, os porto-alegrenses poderão passeios gratuitos no Cisne Branco.

Nos trabalhos de resgate da embarcação foram gastos R$ 950 mil. O barco, que tem capacidade para 220 pessoas, receberá novos equipamentos coletes de salva-vidas e balsas, de navegação (bússola e GPS) e o mobiliário danificado pelo temporal. Na recuperação, serão utilizados recursos próprios da empresa e uma linha de financiamento junto a bancos.

Correio do Povo / Claudio Isaías



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