Alguns empreendimentos em obras, prontos ou quase prontos em Porto Alegre

Neo 360º, na Terceira Perimetral.

Neo 360º, na Terceira Perimetral.

No domingo, dia 6 de novembro, dei uma caminhada (sim, sem carro) pela Terceira Perimetral e pela Nilo Peçanha com o objetivo de fotografar estes prédios em sua maioria quase prontos, mas alguns em obras ainda. Também adicionei algumas fotos desta semana, de outros pontos da cidade.

Destaque para o Trend Nova Carlos Gomes, que é um dos mais belos empreendimentos dos últimos tempos em Porto Alegre. Mas se destacam também o Neo 360º e o novo campus da Unisinos em Porto Alegre.

Devo atualizar nos próximos dias este post com novas fotos, de outros empreendimentos.

Aguardo opiniões de todos tanto sobre a arquitetura como a duração das obras.

Sugestão: clique na primeira imagem e navegue pelas fotos ampliadas.

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Categorias:Andamento de obras, Arquitetura | Urbanismo, Prédios

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16 respostas

  1. O Icon é horrível, um monte de caixotes. Nada melhor em relação às porcarias espalhadas pelo Brasil.

    Parabéns por ter caminhado tanto com uma câmera sem ser assaltado. Levou seguranças junto?

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    • Obrigado.
      Não levei seguranças. Contei com a sorte.
      Comecei a caminhada na Nilo em frente a Unisinos. Depois fui até a Carlos Gomes esquina com a Plínio B. MIlano. Então voltei pela Carlos Gomes até o final da Tarso Dutra. Pista do corredor liberada para pedestres. Foi tranquilo pois era um domingo. Pelos meus cálculos e o Google Earth, andei 5,25 Km, com a câmera a tiracolo, até chegar em casa, próxima a Galeteria Bambino, bairro Petrópolis.

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  2. Alguns bonitos e tal, mas outros por favor, literalmente bizarros. Está na hora dessas universidades gaúchas reverem seus cursos de arquitetura, porque o nível está baixo e desatualizado até mesmo em termos de Brasil! Triste se gastar tanto dinheiro para criar monstrengos que só trazem desalento à estética da cidade, quando poderiam gerar deslumbre isto claro se houvesse algum refinamento do desenho arquitetônico.

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    • Amigo, como acadêmico de arquitetura e estagiário em empresa do ramo eu te confirmo que as coisas não são bem assim. As academias têm diversos projetos de primeiro mundo, alguns premiados lá mesmo.
      A escolha pelo projeto arquitetônico de qualquer empreendimento de grande porte não depende só da “criatividade e refinamento do desenho arquitetônico”…Por um lado o poder público que ceifa alguns partidos de projeto, por outro lado o contratante…

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      • Mas não é o caso das universidades começarem a se preocupar mais em formar profissionais para o mercado real, onde as verbas são reduzidas e os prazos exíguos, ao invés de ficar incentivando os alunos a brincar de desenvolver projetos autorais que nunca sairão do papel?

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        • Olha Ricardo, te deixo mais uma certeza. Cada vez mais as academias tentam desenvolver projetos mais baratos, mais eficientes e mais preparados para qualquer demanda REAL. Uma coisa que a gente não faz é “brincar” de desenvolver projetos…

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  3. os melhores posts sao esses kkkkk, incriveis, não tinha ideia desses prédios aqui. Aquele mr shan está bem diferente, parece europeu. Já o icon da assis brasil… só caixas.

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  4. Um comentário em particular sobre o prédio na Ramiro Barcelos com Cristóvão Colombo (se não me engano chama-se DOC): a EPTC obrigou a Melnick, depois do prédio estar pronto, a criar uma faixa adicional para conversão à direita na Cristóvão e diminuiu a calçada do prédio para 1,5 metro no máximo. Para priorizar carros, o espaço para pedestres ficou péssimo, prejudicando também as lojas para alugar ali, que ficaram coladas na via e até hoje estão desocupadas.

    Seria interessante também que, nessas compensações, as construtoras fossem obrigadas a fazer fiação subterrânea em frente ao terrenos. O custo seria relativamente baixo, pois as calçadas são feitas do zero.

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    • O nome do prédio é DOC mesmo (DOC = Design Office Center). Colocando-se o ponteiro do mouse sobre cada imagem aparece o nome.
      Quanto a calçada reduzida é uma pena. Ainda se prioriza os carros em pleno 2016…

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    • Na verdade o custo de abrir uma calçada é baixo mas equipamentos de alta tensao isolados para subterraneo e mao de obra com assinatura de trocentos engenheiros e técnicos é carissimo.

      Por exemplo, um condominio de um conhecido meu queria trocar um poste que fica a sua frente 1,5m para o lado, a CEEE orçou o projeto para a troca em 15mil e a troca de poste sequer foi orçada afinal se desistiu disso.

      E esse custo todo era em relaçao a mover 1,5m para o lado um poste e manter tudo como estava, fiaçao aérea etc…

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      • Não tinha a noção de que essa questão dos postes custava tanto. Refazendo a ideia, seria interessante aliar uma lei que incentivaria o uso de fiação subterrânea com as obras nas calçadas. Quando o proprietário do terreno mexe na terra, fica mais fácil. O mesmo vale quando a Sulgás faz escavações, abrindo ruas inteiras.

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    • Além do problema da calçada minuscula, esse DOC é terrivelmente feio! O empreendimento tinha tudo pra ajudar a revitalizar aquela região, é uma pena terem feito algo tão bizarro.

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      • O que salva são dois prédios – um de consultórios médicos e outro de salas comerciais comuns – que também estão sendo construídos na Ramiro. Um já está pronto e tem um recuo legal, é o tradicional caixote de vidro, mas como tudo nessa cidade: “dá pro gasto”.

        Detalhe que esse que ainda está em obra sofreu o mesmo mal do recuo. Ocorreu algo que eu achei que nem podia mais ocorrer: prédio vai até a rua, tem uns dois metros só da via.

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  5. Agora vamos comparar com as obras públicas, atrasadas e de má qualidade. Ou as que sequer começaram, como por exemplo a reforma do destelhado Terminal Triângulo da Assis Brasil.

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    • Sem contar o destelhado Mercado Público que já ruma para o 4º aniversário do incêndio.

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  6. Parabéns Simon Belíssimas fotos dos novos empreendimentos Imobiliários de Porto Alegre ABS

    Ricardo Sessegolo

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