Porto Alegre tem redução histórica de mortes no trânsito

 Ano encerra-se com queda de 9% no número de vítimas fatais  Foto: Faby Vargas/Divulgação PMPA


Ano encerra-se com queda de 9% no número de vítimas fatais  Foto: Faby Vargas/Divulgação PMPA

Pela primeira vez, desde 2000, Porto Alegre encerra o ano com menos de 100 mortes no trânsito. De acordo com dados da Coordenação de Informações de Trânsito (CIT) da Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC), 2016 finaliza, até a quinta-feira, 29, com 91 mortes, representando menos 9% em relação ao total do ano passado, quando ocorreram 100 vítimas fatais; menos 36% de acidentes (queda de 21.120 para 13.424) e menos 17% em feridos (de 7.042 para 5.830).

O somatório de vítimas fatais atende meta da Organização das Nações Unidas (ONU) em relação à década (2011/ 2020), de buscar a redução de 50% no número de mortes até 2020. A ONU havia estabelecido para 2016 o máximo de 106 vítimas fatais, sendo que o número de 91 mortes, ocorridas neste ano (até sexta-feira), estava projetado para ser atingido apenas em 2018.

O diretor-presidente da EPTC, Vanderlei Cappellari, comemora a redução. “É evidente que  todos lamentamos qualquer morte no  trânsito. Mas esta significativa diminuição da violência demonstra uma clara sinalização de mudança gradual de cultura na circulação, com mais cordialidade e segurança nas relações entre as pessoas, condutores e pedestres. O caminho para esta redução passará, sempre, por esforços permanentes em ações educativas, medidas de fiscalização e de engenharia de tráfego, com envolvimento de todos, poder público e população”.

Prefeitura de Porto Alegre

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6 respostas

  1. Pode ter mudado o comportamento mas acho que ainda precisa mudar muito pois como é dificil andar dentro da velocidade que é permitida, por exemplo na av diario de noticia em frente ao shopping barra, acho que ali seria bom um controlador de velocidade.

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    • Eu tenho uma teoria, penso que comprando e instalando apenas 1 controlador dá pra reinvestir a arrecadação dele e progressivamente ir implantando a cobertura em toda a cidade.

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      • Seria ótimo se fosse tão simples. Mas o aluguel desses controladores é bem caro. A prefeitura de Cachoeirinha recentemente retirou das ruas vários controladores que arrecadavam pouco. Por isso sou favorável a radares móveis. Quem sabe andar direitinho nunca leva multa.

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  2. É uma pena que quando fala-se em transito as pessoas pensem apenas em redução da velocidade das vias e esquecem de outras inúmeras infrações que são danosas ao transito e a vida. Todos os dias atravesso a independência na esquina com a Cel. Vicente em frente a Sta. Casa e sempre tem inúmeros condutores que não respeitam o sinal vermelho ou furam na cara de pau e entram no complexo hospitalar achando que alí não precisam parar, em sua maioria taxistas mas até ciclitas o fazem também.

    Enfim, cada vez mais temos controladores de velocidade e menos fiscais de transito, assim a população cada vez mais se põe em situação de risco achando que se estiver abaixo da velocidade máxima da via estará tudo bem. Mas costurar no transito a 79 km/h na Legalidade/Castelo Branco ainda é uma infração e põe vidas em risco.

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    • Mas controladores de velocidade atuais são máquinas modernas, o hardware pode ser usado pra diversos fins que não apenas o controle de velocidade bastaria incrementar o software. As irregularidades que tu citaste como avanço de sinal vermelho ou costurar o transito podem ser identificadas pelos equipamentos que atualmente apenas controlam a velocidade.

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  3. Ainda bem que a crise economica nem teve parte nessa redução de violencia no transito.

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