Porto Alegre tem um latrocínio a cada dez dias em 2017

Doutorando em Física na Ufrgs foi morto na zona Norte da Capital nesta sexta

Porto Alegre tem um latrocínio a cada dez dias em 2017 | Foto: Fabiano do Amaral

Porto Alegre tem um latrocínio a cada dez dias em 2017 | Foto: Fabiano do Amaral

A morte do doutorando em Física na Ufrgs Masahiro Atori foi o sexto latrocínio em Porto Alegre em 62 dias, uma média de um a cada dez dias em 2017. O crime ocorreu nesta sexta-feira, na esquina das ruas Joaquim Silveira e Augusto Atílio Giordani, bairro São Sebastião, na zona Norte.

Hatori foi abordado por dois homens que chegaram até ele em uma EcoSport, por volta das 16h. A Polícia investiga se algum movimento que ele tenha feito possa ter sido entendido como sinal de reação ao assalto, logo antes do disparo. A Polícia Civil analisa câmeras de segurança da região para tentar identificar os suspeitos.

Várias testemunhas acabaram presenciando o latrocínio. Moradores da região estão assustados pela ocorrência de assaltos com frequência, principalmente à noite.

Após queda, tendência é de crescimento do crime

De acordo com dados da Secretaria de Segurança Pública do Estado, Porto Alegre não registrou nenhum latrocínio nos dois primeiros meses de 2016, mas teve seis apenas em março do ano passado. O primeiro trimestre de 2015 havia sido ainda mais violento com relação aos latrocínios, tendo 14 registros deste crime.

Ainda assim, 2016 terminou com cinco latrocínios a mais que 2015 na Capital: 40 a 35. Nos dois anos, a cada quatro latrocínios que ocorreram no Rio Grande do Sul, um era em Porto Alegre. Depois de um deles, no ano passado, quando uma mulher foi morta em frente a uma escola da zona Norte, o governo do Estado fez o pedido para a atuação da Força Nacional de Segurança em solo gaúcho.

Correio do Povo

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6 respostas

  1. Quando li a notícia, achei que estava na página “Porto Alegre 24h”

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  2. Quando leio ou ouço alguém dizer que cadeia não recupera bandido me dá um asco. O principal objetivo da cadeia é proteger os cidadãos. Se acontecer do preso sair recuperado, é lucro.

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  3. Esse tema não tem mais o que e nem como se comentar. O povo esta sendo vitimado e só!! A própria matéria, por sua redação, deixa claro que os fatos só importam para fins de estatística. Como um reles paliativo, menciona que a PC esta analisando câmeras de monitoramento!!! Fala sério, de novo vamos dizer a uma família quem matou e de que forma foi morto? Interessa isso?. Não é obrigação da PC a prevenção. O policiamento foi retirado da rua e não colocaram nenhum cartaz avisando aos bandidos, que “Atenção: retiramos a Brigada da rua mas continua proibido roubar e matar”. Tinham que processar o cara encarregado deste cartaz!!! Apesar de que, como foi dito pelo nosso Secretário de Segurança, no Jornal Zero Hora, que…” só ouve pedirem polícia na rua, mas isso não resolve, só amenizaria!”. Opa, mas quem sabe, senhor secretario, começamos amenizando? Quem sabe essa policia poderia estar “amenizando” na sexta-feira, na esquina das ruas Joaquim Silveira e Augusto Atílio Giordani? Já pensou que sacanagem aos bandidos? Evitaríamos uma morte!!! Mas como o próprio secretário comentou na mesma matéria do jornal Zero Hora, “os bandidos estão se matando cada vez mais, infelizmente”. Esta na matéria, é só pegar o jornal e ler.

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  4. Eu não moro mais em cidade grande, mas se morasse ia considerar seriamente um carro blindado. A blindagem custa uns 40/50.000 e vai evitar pelo menos 90% desses casos de latrocínio, quando geralmente pegam a vítima dentro do carro, e não fora.

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  5. Esse blog ta tao vivo quanto a derci gonçalves

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