Porto Alegre 245 anos

ALGUMA COISA A COMEMORAR ?

Para discutirmos. Deem suas opiniões.

Farei um compilado de textos de opiniões postadas aqui e na próxima semana publicarei como post.

 

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66 respostas

  1. Nos dias de hoje é tudo tão precário em Porto Alegre que eu já nem faço questão de ter uma cidade rica. Me contento que esteja ao menos limpa.

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  2. eu como turista acho a cidade de Porto Alegre linda, charmosa e autêntica, com uma pitada south america e eclética/cosmopolita. a única coisa que faz ela parecer feia, é essa massa elitista e boçal que lá brota e habita

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    • verdade, a elite esquerdista enoja. quando se fala em POA a primeira coisa que vem à cabeça em qualquer lugar do país é luciana genro, manoela davilla e maria do rosário. a cidade tá se associando à canalhice e comunice que nem pelotas ganhou no passado a fama de cidade gay. mas ser gay não é defeito, agora, ser socialista hipócrita que viaja pra miami pra comprar enxoval e defende a multiplicação da pobreza e a veneração da miséria alheia nos círculos higienizados de esquerdismo caviar é intolerável mesmo. odeio a massa elitista boçal portoalegrense, tão aptas a mudar o mundo com seu socialismo de butique perfumada enquanto usam estudantes e massa de manobras pra fazer o trabalho sujo. PAVOR.

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      • vc precisa praticar alguma atividade que alivie essa raiva e rancor todo amigo

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      • Buenas, fui educado numa universidade de linha marxista, regada a muito ódio, que é o combustível do pensamento revolucionário e da luta classista. Eu não menti quando falei sobre o uso de drogas pesadíssimas: marxismo. É algo que mexe com a tua psique pq te ensina a olhar o mundo não com paz, mas tendo o ódio na base de qualquer relação humana. Olha o lado bom: já me livrei do espírito revolucionário e da luta de classes.

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  3. Se querem saber, o país deve investir mais em marketing de autoafirmação! kkk

    É necessário apenas uma melhor organização dessas bancas, ao invés de colocarem tudo no chão, ao invés desse modo bagaceiro de terceiro mundo, coloquem de forma organizada em cestos e mesas, com informações sobre o produto, etc… Organizem melhor, se vistam melhor e passe uma melhor imagem para as pessoas. Como podem ver nas imagens acima, a diferença das bancas do Brasil para outros país de primeiro mundo é que passam uma imagem de pouca organização.

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  4. Questão de prioridades…

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    • Nesse ponto eu concordo. embora o efeito visual seja um “retrocesso”, o fato é que esse retrocesso é consequência das péssimas escolhas políticas que a cidade, governo do estado e país fizeram ao longo das décadas escolhendo o esquerdismo como opção viável. E antes na informalidade porém tentando a vida honestamente do que na bandidagem. Mas é aquela coisa, quando se planta banana não se colhe maçã. Não tem como fazer a burrada de deixar o PT tanto tempo no governo federal, do estado e da cidade e depois ficar incomodado com os resultados disso. No quarto distrito tu até pode fingir que não existe, pode evitar a farrapos e a voluntários; agora, evitar o centro é mais complicado.Só Van Hattem / Ostermann /Camozato do NOVO e alguma trupe anti-estatista fervorosa na causa pra conseguir reverter esse quadro a longo prazo. Tirar os comunistas da redação dos jornais tradicionais do estado e promover diversidade de pensamento na URSS, digo, UFRGS, também ajudaria.

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      • agora, uma coisa é criminalizar outra é regularizar. acho que a prefeitura está correta na regularização, até pq senão o caos toma conta.

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      • Também penso assim. Há pessoas dispostas a trabalhar vendedo frutas e verduras e a prefeitura ao invés de ajudar, usando de sua experiência e visão mais ampla, simplesmente dá um canetada, proíbe, manda fiscais e polícia apreender a mercadoria.

        Policial correndo atrás de feirante ou apreendendo a mercadoria acho que só no Brasil mesmo.

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  5. Alguns exemplos no mundo civilizado:

    Noruega:

    Finlândia:

    Suécia:

    Princessa da Dinamarca:

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    • Todas estas fotos são feiras organizadas e não a bagunça que se verifica em Porto Alegre. Basta ter olhos pra ver.

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      • Você deve estar com problemas de visão, pois a penúltima foto (Suécia) tem caixotes no chão e caixotes de madeira EXATAMENTE como em porto alegre.

        Como eu escrevi em cima: “Esses feirantes devem conseguir o alvará em 24h, mais ou menos o tempo que demora para abrir uma empresa na Dinamarca e não essa bagunça que é a emissão de alvarás aqui.”

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    • Feiras organizadas pela prefeitura. Tem isso por todos os EUA. Vários flea markets com permissão. Agora experimenta chegar com umas caixas de laranja e botar uma banquinha no Embarcadero em San Francisco, não dura 5 minutos, vão te pedir permissão de venda e certificado de procedência.

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  6. Frutas e verduras são comidas. Esses vendedores de rua estão vendendo alimentos quase que direto do produtor rural. Se estão em cada vez mais pontos é porque o potencial de mercado existe, as pessoas querem, precisam de comida e estão comprando deles.
    Eles não pagam aluguel e nem passaram por credenciamento para venda no mercado público ou feiras publicas, eles estão fugindo da burocracia e do estado.
    Acho o trabalho deles honestos, inclusive compro morangos deles, pois o preço de quatro caixas é o de uma no Zaffari com a mesma qualidade, só sem ar condicionado e música.
    Estamos em um país de terceiro mundo sim, estamos em desenvolvimento, e temos uma agricultura riquíssima, o mínimo que podíamos esperar era muitos pontos de venda de produtos da agricultura.
    Eu prefiro uma foto de vendedores de fruta e verduras do lado do mercado público que um monte de carro estacionado ocupando esse mesmo espaço.

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    • Seria muito bonito se fosse “direto do produtor” mas nao é nem perto disso.
      Um empresario do comercio ilegal de frutas compra todos dias um caminhao de frutas variadas na ceasa, produtos vindos de todos estados brasileiros e vende os Kits prontos para os “feirantes” ilegais.

      A questão é que poa ja tem no centro uma imensa fruteira no terminal parabé, tambem tem bancas de trutas nas esquinas da borges e mais um monte de bancas no mercado publico, fora isso as feiras moveis que cada dia vao para um bairro.

      Estas feiras legalizadas e em local adequando sao quem mais sente a concorrencia desleal desses feirantes ilegais.

      Acredito que as feiras ilegais vendam mais por que o brasileiro adora ser solidário “vou comprar pra ajudar ele, esta trabalhando”

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      • Duas coisas que isso mostra: Se eles estão batendo o preço significa que tem margem que os demais também podem bater. Pois eles também tem funcionários e comissões;
        Segunda, se estão crescendo é porque os atuais não dão conta de toda a vazão.

        A saída é regular e criar mais espaços. Sem onerar muito o empresário, para ele sair da ilegalidade mais facilmente.

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      • concordo sobre a legalisaçao lago, e isto ja esta correndo, esta semana a prefeitura esta com uma “tenda” do empreendedor no largo glenio peres para cadastrar e orientar como proceder á esses feirantes.
        E a smic com a brigada afugentou alguns para que a falta de opçao os fizessem ir na tenda da smic

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  7. Cara, tu viajou por muitos aspectos num só texto. Acho que tu tentastes colocar a culpa do atraso de Porto Alegre, na imigração recentíssima de senegaleses, haitianos e afins. Eles não são culpados e dúvido que haja alguma força corrupta maligna por trás dessa leva de africanos e caribenhos, querendo se aproveitar.
    Fato é que Porto Alegre está assim hoje por diversos fatores, o principal deles é a falta de gestão, que convenhamos, é o problema número 1 do Brasil. Se destacam também o descontinuísmo de projetos entre mandatos, a “grenalização” que existiu, e existe muito ainda, na política aqui na cidade, temos um pré-conceito sobre projetos para o desenvolvimento sempre pelo aspecto “elite x social” “coxinha x comuna”, o que leva a discussões infindáveis e burocráticas, embora algumas tenham razão…
    Somam-se a esses pontos, a falta de recursos, que é reflexo de má gestão; a falta de interesse e engajamento por novas tecnologias simples e baratas que facilitariam o acesso a serviços básicos e…Nós, a população Porto Alegrense é culpada também, nós com essa ideologia retrógrada de que temos a rua mais bonita do mundo, de que somos a capital mais desenvolvida do sul, ficamos para trás. Deixamos baianos, paranaenses e até nossos conurbados canoenses se desenvolverem mais e melhor, recentemente.
    Porto Alegre parece aquela empresa familiar de 50 anos onde todos os filhos e parentes trabalharam a vida inteira sem ligar para a gestão e o futuro da empresa; com a clássica “Tradição desde 1967”. A verdade é que ficou estagnada no tempo, sem inovar e se renovar.
    Temos medo da mudança.

    Porto Alegre tem sim, um puta potencial, muitos pólos de ensino de qualidade, recursos e empresas que podem auxiliar no desenvolvimento. Temos que parar com essa coisa de corporação e começar a pensar em gestão.

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    • Mas eu não coloquei como causa do retrocesso, é que lá em cima falaram que ninguém traz, eles vem sozinhos. E isso não é verdade. E eu não acho que haja maldade por parte dos imigrantes, mas existe e muita por parte de quem tá por trás disso, pq não pense que é um evento espontâneo.

      Obs: isso não tem nada a ver com a situação de POA em seu aniversário, mas acho que vai se tornar um fator componente do cenário político local no futuro. E POA não acho que o problema seja “descontinuismo” de projetos, pelo contrário. Foi um projeto muito bem executado pra deixar a cidade do jeito que tá hoje, muito bem arquitetado desde a construção do muro de mauá pra estrangular o centro, até o plantio do jerivá e o expurgo da classe trabalhadora do quarto distrito; sem falar da utilização das ferramentas legais como o plano diretor simplesmente pra ditar regras de construção; sem planejar urbanisticamente o futuro, sem se preocupar com expansão regular de tecido urbano, sem o planejamento da cidade pra 50 ou 100 anos porque faz parte dessa mentalidade que a cidade não iria crescer, mas entraria em degradação e declínio, evento que de todo não ocorreu porque apesar dos problemas a cidade conseguiu se diversificar bastante; de tal forma que tá baleada mas não morta.

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